PERSPECTIVA

Comunidade do Perspectiva no Orkut

O blog Perspectiva criou uma comunidade no Orkut para congregar seus leitores e discutir os temas aqui apresentados.

Este é o endereço:

http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=39809003

Setembro 30, 2007 Publicado por Celso Augusto Uequed Pitol | Geral | | Sem comentários ainda

Grêmio – Afinidade total entre time e torcida

O pátio do Olímpico estava lotado. Afinal, hoje é dia de eleição para o Conselho do Grêmio. Clima eleitoral, com direito a militantes distribuindo propagandas. As imensas filas para votação lembravam dias de jogos decisivos. Enfim, um bonito espetáculo.

 

eleicao1.JPG

Enquanto o destino do Grêmio era decidido nas urnas, dentro do estádio ocorria o último treino antes do enfrentamento contra o Juventude, amanhã, em Caxias do Sul. Como já é costume no Olímpico, centenas de torcedores acompanhavam o desenrolar do treino.

Acabado o treinamento, com o acesso liberado ao local onde fica o ônibus, a torcida para lá se dirigiu, na esperança de ver de perto os jogadores. E, mais uma vez, não se decepcionaram.

Os ídolos gremistas realmente estão em sintonia com sua torcida. Até mesmo Jonas, recém chegado no Olímpico, parou para atender os fãs. Jonas parece ainda impressionado com essa característica da torcida tricolor, de transformar cada treino em um evento diferenciado. Patrício, como sempre, demonstrou muito carinho para com os torcedores. Sempre brincando, sorridente, atendeu a todos os pedidos de autógrafo. Na seqüência Bustos, Labarthe, Tcheco,Saja, Sandro Goiano (como sempre, ovacionado ), enfim, o Grêmio, como um todo, parou para atender sua torcida. Teco apareceu caminhando normalmente, deixando os torcedores otimistas com a sua recuperação.

Destaque especial para uma conversa de Marcel com um torcedor que estava acompanhado de seu filhinho. O jogador, percebendo que a criança estava fardada com o uniforme do Grêmio, perguntou ao pai ” quantos anos ele tem?”, ao que o pai do menino respondeu “tem 1 aninho”. Marcel deu uma risadinha e completou ” mas já é tricolor?? Esse vai ser feliz desde cedo então”. 

Leo também fez um comentário digno de destaque. Ao receber pedido de autógrafo, percebeu que a caneta que lhe foi alcançada era da cor vermelha. Leo riu e disse “ah cara, não dá, vermelho não dá.”. Leo pediu a outro torcedor uma caneta azul e utilizou a mesma para o autógrafo. A torcida em volta ficou empolgada com a atitude do jogador.

 

jonas.jpg

teco.jpg

marcel.jpg

 

patricio.jpg

 

labarthe.jpg

Setembro 29, 2007 Publicado por Madame Li Li | Esportes | | Sem comentários ainda

Trapo do Tcheco

Quem foi hoje ao Estádio Olímpico pode presenciar o momento em que o capitão Tcheco tomou contato com seu trapo elaborado por Madame Y.

O Capitão ficou emocionado . O trapo estava dobrado quando Madame Y chamou o capitão, em meio a dezenas de torcedores , para abri-lo. Com a cortesia que lhe é peculiar ,Tcheco pegou o trapo, desdobrou e , ao perceber que era o SEU rosto desenhado no trapo teve uma reação muito bonita. Quem estava lá presenciou nosso capitão demonstrar surpresa e alegria. “Que bonito, que bonito, que bonito”  falava Tcheco, enquanto continuava abrindo seu trapo. Agradeceu pelo carinho, fez questão de autografar com dedicatória para Madame Y. Os torcedores presentes fotografavam e vibravam com a cena, exclamando que Tcheco já é patrimônio do clube.

Essa característica de Tcheco , de se emocionar com manifestações de carinho da torcida é o que fazem dele um jogador emblemático dessa era de total afinidade entre o Grêmio e sua apaixonada torcida.

Foi um momento muito especial.

trapotcheco1.jpg

trapotcheco2.jpg

Setembro 29, 2007 Publicado por Miss Lou Lou | Esportes, Tcheco | | 10 Comentários

Trapo do Tcheco – processo criativo

A nossa talentosa Madame Y,  pintora, desenhista e gremista, resolveu desenhar o meia Tcheco, um dos ídolos  dela e da torcida.

O blog Perspectiva registra agora os passos do processo criativo de Madame Y para esse trapo.

Em breve, teremos a foto do próprio Tcheco com essa obra de arte nas mãos.

Foto original:

A

Processo criativo:

trapo1.jpg

trapo2.jpg

Obs: Arrumarei o problema da braçadeira domingo e, segunda-feira, postarei o trapo com a devida correção.

Madame Y

Setembro 29, 2007 Publicado por Celso Augusto Uequed Pitol | Arte, Esportes, Tcheco | | 3 Comentários

Viajando para Istambul

Aquela não é terra para velhos. Gente
jovem, de braços dados, pássaros nas ramas
— gerações de mortais — cantando alegremente,
salmão no salto, atum no mar, brilho de escamas,
peixe, ave ou carne glorificam ao sol quente
tudo o que nasce e morre, sêmen ou semente.
Ao som da música sensual, o mundo esquece
as obras do intelecto que nunca envelhece 

William Butler Yeats, ”Viajando para Bizâncio” (Tradução de Augusto de Campos)

 

Num país como o nosso, que insiste em chamar de “turcos” aos descendentes de árabes, soa como piada falar em música turca. Com exceção dos descartáveis de sempre, como Tarkan e o seu malfadado “Melô do Tchiquitchiquibum” (grande sucesso no final da última década, provavelmente por lembrar de longe algum pagode da moda), não temos acesso a uma música que tem séculos de história e grandes artistas no presente. Quem perde, obviamente, somos nós.

Para os que moram em Porto Alegre, uma boa maneira de conhecer o que é, de fato, música turca – e também o que é, de fato, a Turquia como país e como cultura -  é assistir ao documentário Atravessando a Ponte, dirigido por Fatih Akin e apresentando pelo alemão Alexander Hacke, em cartaz na Casa de Cultura Mário Quintana. Baixista da grupo de rock industrial Einstürzende Neubauten, conhecido pelo experimentalismo, Hacke atravessa a Europa e chega até a cidade de Istambul, marco divisório entre Ocidente e Oriente, para conhecer de perto a riqueza musical de um país indeciso entre ser europeu e moderno ou asiático e tradicional. No meio de ruas estreitas que contam milênios de presença árabe, grega, romana, celta e germânica, Hacke encontra de tudo: rappers politizados, músicos de rua curdos, hardcore, rock psicodélico, danças típicas – e, no meio disto tudo, alguns grandes artistas.

A primeira delas é a cantora Sezen Aksu. Espécie de patrimônio nacional, adorada desde o mais tradicional tocador de alaúde até o rapper mais radical, já vendeu mais de 40 milhões de discos em todo o mundo e é conhecida como a “Rainha da Música Turca”. Aqui vai a canção “İstanbul Hatırası”, que ela interpreta no filme:

http://www.youtube.com/watch?v=owamN28fn9U

Também merece citação Brenna MacCrimmon, cujo nome chama a atenção ao leitor desavisado. Sim, ele é escocês – canadense de origem escocesa, mais precisamente – e Brenda não tem ancestrais turcos. Mesmo assim, apaixonou-se pela música turca ainda muito jovem, aprendeu o idioma e hoje é reconhecida internacionalmente como uma expoente da música folk daquele país.

http://www.youtube.com/watch?v=xMNNmuiEu9A

Ah, e para quem acha que o rock´n roll ainda não aportou às margens do estreito de Bósforo aí vai um clipe da banda Duman, remanescente da onde grunge dos anos 90:

http://www.youtube.com/watch?v=V47nffPavWI

Esse talvez seja o único ponto fraco da música de lá. O rock turco, talvez por ser ainda incipiente, é mera cópia dos modelos ocidentais. As outras bandas que aparecem no filme não são muito melhores do que estas, e até mesmo o decano do rock turco, Erkin Koray
 – presente neste vídeo:

 http://www.youtube.com/watch?v=XhfCGP_51i0&mode=related&search= -

não foge muito ao esquema. O melhor é ficar nos outros artistas da música popular turca.

No mais, é um belo filme, com locações em várias partes de Istambul e cidades próximas, muitas entrevistas e algumas reflexões interessantes sobre a relação cultural Ocidente-Oriente. 

Setembro 29, 2007 Publicado por Celso Augusto Uequed Pitol | Cinema, Música | | 1 Comentário

Inter pode enfrentar o Sevilla

Notícia interessante que li no site “Direito do Futebol”. Vale lembrar que a notícia ainda não tem confirmação, mas é algo a ser apreciado pela importância.

bombs1.JPG

Setembro 29, 2007 Publicado por F Rules | Esportes | | 1 Comentário

As maiores médias de público da Europa

O contraste do futebol profissional europeu com o nosso. Confira as médias européias de público:

med.JPG

Setembro 29, 2007 Publicado por F Rules | Esportes | | 2 Comentários

Halo 3 surpreende e vende bem no Japão

Surpreendentes as vendas de Halo 3 no Japão: cerca de 44 mil unidades em menos de uma semana.

Os números apesar de não serem extraordinários, são bons: o Xbox 360 não é popular no Japão e nem o gênero do jogo – FPS.

Os assinantes da Live agradecem.

Setembro 29, 2007 Publicado por F Rules | Jogos | | Sem comentários ainda

Vendas de consoles no Japão – PSP em primeiro

Console 17 a 23/09 Anterior Total 2007
PSP 277.794 95.487 1.758.511
Nintendo DS Lite 70.523 79.974 5.414.754
Wii 24.992 26.181 2.670.311
PlayStation2 11.373 13.128 583.935
PlayStation3 10.732 13.101 699.003
Xbox 360 1.687 1.243 145.574
Game Boy Micro 243 714 26.256
Game Boy Advance SP 106 122 20.674
Gamecube 68 97 9.712
Nintendo DS 15 15 2.786

 

Setembro 29, 2007 Publicado por F Rules | Jogos | | Sem comentários ainda

Eleições no Grêmio

As eleições de amanhã para renovação do Conselho Deliberativo do Grêmio acontecem em um momento de grande importância na historia do clube. O Grêmio, depois de amargar momentos de grande dificuldade,ressurge como uma das grandes forças do futebol brasileiro. Além disso, está prestes a tomar importantes decisões no que tange a seu patrimônio. Estes fatores por si só justificam uma grande mobilização dos sócios  para que compareçam amanhã ao estádio Olímpico a exercitem este direito conquistado com a consciência exigida de todo eleitor. Sócios patrimoniais ou contribuintes com no mínimo dois anos de vínculo com o clube, em dia com suas mensalidades, sem interrupção por no mínimo um ano, estão aptos a votar, segundo informações do Quadro Social do Grêmio.

As três chapas concorrentes são integradas por gremistas de várias correntes . As eleições são proporcionais ,passando a integrar o Conselho Deliberativo os primeiros nomes das chapas, de acordo com a votação que cada uma obtiver, com um mínimo de 30% dos votos .

A Chapa 1 é apoiada pelo Presidente Paulo Odone. A chapa 2 pelos ex-presidentes Hélio Dourado e Flávio Obino e a chapa 3  pelo ex-presidente Luiz Carlos Silveira Martins.

Setembro 29, 2007 Publicado por Miss Lou Lou | Esportes | | Sem comentários ainda

Desconto na conta de luz pelo lixo-atitude ecológica

Todo aquele que pretende contribuir para uma destinação ecológica de seu lixo enfrenta algum tipo de dificuldade para cumprir este objetivo. Necessita separar , acondicionar, descobrir onde recebem pilhas, plásticos, etc.  Se houver uma firme disposição estas tarefas são realizadas sem problema. Mas para a grande maioria da população isto ainda não é uma realidade. Não se preocupam com isso ou não tem a necessária dose de consciência para realizar estas tarefas. No máximo colocam o lixo para eventuais ” catadores” recolherem. E as cidades viram imensos depósitos a céu aberto, com a seleção não controlada.

Para a grande maioria atitudes em defesa do meio ambiente somente serão tomadas se houver uma vantagem palpável, visível e imediata. Concordam com o discurso mas na prática pouco fazem.

A iniciativa da Companhia concessionária de energia elétrica do Ceará – COELCE, em parceria com a Prefeitura de Fortaleza , de promover arrecadação de lixo reciclável e resíduos sólidos  em Ecopontos  e conceder descontos correspondentes ao preço de mercado do material recolhido na conta de luz dos que participarem do programa, me parece muito boa. Existe o estímulo para que cidadãos desenvolvam uma atitude em prol da natureza e o material recolhido será direcionado para lugares adequados.

Estimulados pela vantagem imediata a população certamente irá realizar a seleção de seu lixo com maior empenho .

Uma iniciativa que poderia ser adotada por outras prefeituras.

Setembro 28, 2007 Publicado por Miss Lou Lou | Ecologia | | Sem comentários ainda

Record oferece r$ 1,5 bilhões pelo brasileirão

Transcrevo aqui matéria publicada no jornal ESTADÃO, de São Paulo. Vale a leitura:

OUTUBRO é o mês marcado para o Clube dos 13 acertar os ponteiros com Globo ou Record para a compra do Campeonato Brasileiro a partir de 2009. Segundo o vice-presidente Comercial da Record, Walter Zagari, a rede mantém a proposta de R$ 500 milhões por ano, pelo Brasileirão de 2009, 2010 e 2011, uma verdadeira fortuna se comparada ao montante oferecido pela Globo. A rede pagará R$ 250 milhões pelo campeonato até 2008 e promete aumento para continuar com o evento a partir de 2009, em uma renovação de contrato.

A conquista do Campeonato Brasileiro é uma das principais metas da Record após a compra dos direitos da Olimpíada de 2012, pela bagatela de US$ 60 milhões. A emissora conta com pelo menos quatro fortes parceiros comerciais interessados em ajudá-la a tirar o futebol da Globo. Mesmo assim, a Record está disposta a arcar com um prejuízo considerável nos dois primeiros anos de exibição do campeonato. A recuperação do investimento viria apenas em 2010. A Globo, por sua vez, confirma total interesse no campeonato, e continua negociando com os clubes.

Setembro 28, 2007 Publicado por F Rules | Esportes | | 11 Comentários

As 31 maiores médias de público da história do Brasileirão

ATENÇÃO: Os números se referem a média dos clubes em todos os Brasileiros! 

Os números são até o ano passado, descontado os do Brasileirão 2007.

 

mediade.JPG

Os números são válidos apenas pela Série A do Campeonato Brasileiro.

Fonte: Placar

Setembro 27, 2007 Publicado por F Rules | Esportes | | 106 Comentários

Xbox 360: Halo 3 estoura, e arrecadação da Microsoft é de u$ 170 milhões

Lançado no último dia 25, o fenômeno Halo 3 não durou muito nas lojas. As vendas ultrapassaram o valor de 170 milhões de dólares. Os números de vendas dos jogos não foi divulgado, mas apenas de pré-venda foram quase 2 milhões de cópias nos Estados Unidos.

A comoção foi tanta que o servidor Xbox Live (rede online do Xbox 360) saiu do ar por alguns momentos devido ao intenso uso.

O jogo promete ultrapassar as 10 milhões de cópias vendidas até o final desta geração.

Setembro 27, 2007 Publicado por F Rules | Jogos | | Sem comentários ainda

Relendo o sertão

estorias1.JPG

O sertão é uma obsessão para os escritores brasileiros do século XX. De Euclides da Cunha a Guimarães Rosa, passando por Graciliano Ramos, João Cabral de Melo Neto, Ariano Suassuna e Raquel de Queirós, todos encontraram farto material naquelas terras pouco tocadas pela civilização, onde os descendentes dos primeiros colonos portugueses, isolados do mundo, ainda mantinham costumes medievais e traços sebastianistas que nem em Portugal existiam mais, e a atmosfera, meio-termo entre o onírico e o real, se prestava ao mito e a lenda como nenhuma outra no país. O fato é que, seja como crítica social explícita, seja como louvação, o sertão fornece infinita matéria ficcional, e não se limita às áreas tropicais: até mesmo o universo de Érico Veríssimo é, à sua maneira, sertanejo: um sertão do paralelo 30, meridional, onde sopra o minuano e a geada cobre os campos. O sertão está em toda parte, dizia o sertanejo-mor Guimarães Rosa.

Seria natural, portanto, que esta região de grande apelo visual servisse também de inspiração para histórias em quadrinhos. Não é, no entanto,o que se verifica. Por quê? Há muitas respostas, e uma delas pode ser a difícil concorrência. Para fazer frente a tantos clássicos de nossa literatura só mesmo um grande quadrinista. Felizmente para nós, um dos membros dessa nobre estirpe aceitou esse desafio: Flávio Colin. E venceu. O resultado está em Estórias Gerais (Conrad Editora, 158 páginas), roteirizado por Wellington Sbrek.

A história se passa em 1920, quando dois grupos de bandoleiros se enfrentam em Buritizal. O conflito envolve o lendário Antônio Mortalma, o bandido mais cruel do sertão – para muitos sertanejos, filho do próprio Demônio. O jovem jornalista Ulisses de Araújo foi destacado para apurar a história de Mortalma. Claramente inspirado em Euclides da Cunha, Araújo, assim como o autor de Os Sertões (e como a maior parte dos intelectuais da época), crê no progresso, nas luzes da civilização e da técnica para salvar aquela gente do atraso e da violência. Aos poucos, porém, vivendo entre os sertanejos, ouvindo suas histórias, partilhando de seus costumes, – e até encontrando, face a face, o próprio Mortalma – Araújo, também como Euclides, muda seu ponto de vista no decorrer da história, passando da condenação explícita da cultura da região para a compreensão e a aceitação. Essa referência, assim como outras – a Guimarães Rosa (os diálogos dos sertanejos lembram muito os de Grande Sertão), João Cabral, Ariano e outros – , presentes em todo o texto, demonstram uma reverência por essa grande tradição das letras brasileiras. Flávio Colin expressa esse sentimento de respeito à cultura nacional – e da missão que ele, como quadrinista, deve ter – no depoimento que abre o livro: “Desgraçadamente, estamos substituindo o o que é nosso pelo alheio. Até a nossa linguagem. Povo que não se conhece, que não se estima e que não tem memória, não é povo. É bando”. Pois é esse povo, e não o bando que estamos nos transformando, massificado, sem identidade, ignorante de si e dos outros, que Estórias Gerais mostra com rara beleza.

 

Onde encontrar:

 

http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=4608&tipo=2&isbn=8576162555

Setembro 27, 2007 Publicado por Celso Augusto Uequed Pitol | Literatura | | Sem comentários ainda

BR-116- Uma estrada às escuras

Inexplicável a escuridão reinante na BR-116 ,no trecho de Canoas a Porto Alegre. Além da superlotação da estrada, os motoristas ainda são contemplados com a absoluta falta de iluminação. TODOS os postes estão com suas lâmpadas desligadas . Absoluta falta de iluminação e de respeito pela integridade dos milhares de usuários da estrada .

O trajeto já é extremamente feio, sem nada que amenize o sacrifício que é enfrentar os diários congestionamentos. Poluição, concreto por todos os lados. Agora, além de feio e estressante ,  está escuro. Realmente, parece que qualidade de vida para a população é o que menos interessa para nossos governantes . Simplesmente demonstram não se importar.

Setembro 27, 2007 Publicado por Miss Lou Lou | Geral | | Sem comentários ainda

Faça chuva ou sol, na Fonte Nova a média de público é sempre alta

Chamou-me a atenção o público no Estádio da Fonte Nova no jogo do Esporte Clube Bahia na quinta-feira passada: cerca de 17.246 torcedores fanáticos do Esquadrão compareceram ao estádio para alentar sua equipe rumo a mais uma vitória na Série C do Campeonato Brasileiro de 2007. O jogo era contra o Rio Branco, do Acre. E o Bahia continua liderando a média de público de 2007, mesmo estando em divisão inferior: a média de público é de 27.627 torcedores pagantes por partida.

Os leitores podem estar se perguntando o porquê da surpresa, já que este número é visto também em estádios da Série A do Brasileirão. Os fatores determinantes: além do torneio em questão ser a Série C, o jogo era contra um adversário pouco expressivo (com todo respeito aos torcedores do Rio Branco) e debaixo de uma chuva que castigou severamente Salvador durante o dia inteiro. Em casos semelhantes na primeira divisão do Campeonato, é extremamente comum assistirmos os jogos que fazem jus à expressão “meia dúzia de gatos pingados”.

O torcedor do Bahia demonstra que o futebol, mais que um esporte, é uma paixão capaz de mobilizar multidões em torno de um só objetivo. Esta paixão, esta espontânea mobilização merecem um tratamento mais respeitoso por parte daqueles que gerenciam o esporte brasileiro para que enfim tenhamos uma Liga que respeite este sentimento.

Setembro 26, 2007 Publicado por F Rules | Esportes | | 6 Comentários

O jogo que não acabou – por Lord C

tricolortricolor.JPG

Um Gre-Nal muda tudo, é o que dizem. Na falta de algo mais específico para explicar o que o clássico significa, o ex-governador Ildo Meneghetti entrou para a história com a seguinte frase: “Gre-Nal é Gre-Nal”. E ponto final. Não é preciso dizer mais. A importância do clássico maior do futebol gaúcho não pode ser medida por reles adjetivos. Nada fica imune ao resultado do Gre-Nal. Caem treinadores, diretorias inteiras, jogadores são dispensados, carreiras terminam – ou, em caso de vitória, o caminho para a glória é pavimentado. Foi um Gre-Nal que imortalizou Lara, o craque imortal do hino do Grêmio. Foi em Gre-Nais que Alcindo se tornou o maior artilheiro da história do Grêmio, que Escurinho deixou sua marca como cabeceador, que Renato e Falcão se tornaram de fato  craques. Um Gre-Nal não passa em branco. Ele é sempre uma espécie de ritual de passagem na história de um clube, o momento em que um ciclo que precede acaba e um novo começa.

É claro que nem todos têm a mesma importância. Gre-Nal é Gre-nal, sim. Mas há Gre-Nais e Gre-Nais. Há o Gre-Nal que ajuda a derrubar o treinador e a colocar um jogador na seleção brasileira e o Gre-Nal que muda toda uma história, colocando um dos clubes num novo patamar, seja isso para o bem ou para o mal. Há poucos clássicos desta última categoria, muito poucos. Mas não é difícil escolher um deles para homenagear o maior derby do futebol gaúcho e, para muitos, também do futebol brasileiro, porque nenhum jogo foi tão decisivo para alterar a trajetória de um dos clubes envolvidos do que o Gre-Nal da final do Gauchão de 1977. E o clube que viu um grande ciclo terminar e outro grande ciclo começar foi o Grêmio.

Para explicar o que aquele jogo simbolizou é preciso explicar também as suas circunstâncias. Talvez para os leitores da minha geração, nascidos a partir dos anos 80, que já conheceram o Grêmio campeão do mundo e da Libertadores, que cantavam “Vamos com raça, vamos com força, nós somos campeões da América” com a mesma paixão que o hino de Lupicínio Rodrigues, que nunca imaginaram, enfim, um mundo sem De Leon, China, Tarciso, Paulo Nunes, Jardel, Dinho, Adilson e, principalmente, Renato Portaluppi, para esses leitores talvez seja difícil imaginar o que era ser gremista por volta dos anos 70. O que era o Grêmio como instituição, como história, naquela altura? De concreto, tinha alguns campeonatos regionais e uma participação apenas razoável nos nacionais – tanto que vitórias isoladas, como o 3 x 1 contra o Santos de Pelé, em 1971, e o 5 x 1 contra o Palmeiras de Ademir da Guia, em 1967, eram lembradas pelos torcedores como verdadeiras conquistas. Tinha um goleiro no seu hino – Eurico Lara -, que só os mais velhos reverenciavam; um zagueiro campeão pela seleção brasileira – Aírton Pavilhão -, muito famoso na década passada, mas que, por várias razões, acabou sem disputar uma copa do Mundo; um centroavante que disputou uma, Alcindo, mas, por azar dele, foi justamente a Copa em que a seleção brasileira fez fiasco, a de 1966; e, por fim, o Grêmio tinha Everaldo, lateral-esquerdo campeão em 1970. Everaldo não era uma das principais figuras daquela seleção, mas o fato de ser titular da maior equipe de futebol que a humanidade já conheceu foi suficiente para eterniza-lo na bandeira do Grêmio com uma estrela. O interessante é que nem o Santos, nem o Fluminense, nem o Botafogo nem qualquer outro time que cedeu jogadores para aquela Copa imortalizou seus atletas campeões. Não precisavam: tinham ídolos de sobra. O Grêmio, aparentemente, não os tinha. Ter um jogador naquele esquadrão foi uma honra tão grande que decidiram colocá-lo no mesmo patamar do próprio distintivo do clube.

Para completar, naqueles dias, a própria torcida do Grêmio era menor. A alcunha de “clube da elite” ainda tinha a sua razão de ser, enquanto o Inter era, de fato e de direito, o clube do povo. Além disso – e talvez por isso – enquanto o Grêmio patinava nos campeonatos estaduais e nacionais, o Internacional formava uma das melhores equipes do mundo e certamente a melhor equipe brasileira daquela década, capaz de jogar de igual para igual com qualquer Seleção. Para termos uma idéia vaga do que era aquilo só se nos colocássemos no lugar do minúsculo Espanyol de Barcelona, obrigado a ver todos os anos as conquistas do seu conterrâneo mais famoso. E mesmo assim seria uma idéia inexata: Motta, Iniesta, Deco e Ronaldinho, por melhores que sejam, não são páreos para Batista, Carpegiani, Falcão e Valdomiro. Nem Thuram e Puyol servem para sequer lavar os pés de Figueroa. O Grêmio enfrentava algo pior, muito pior, do que o Barcelona em Gre-Nais. Some-se a isso oito anos sem ganhar um mísero estadual e ver o adversário ser bicampeão nacional para que tenhamos um retrato da situação desesperadora do gremista. Para completar, o Estádio Olímpico, apesar de seu nome pomposo, só tinha um anel – e o Beira-Rio já tinha dois.

Naquele ano de 1977, porém, os gremistas pareciam firmemente dispostos a dar um basta naquilo tudo. Partindo para uma solução que viria a se tornar típica do Grêmio, a diretoria, sem dinheiro em caixa e focada na construção do segundo anel do Olímpico, foi catar veteranos em todas as partes do Brasil e do mundo. Quem comandaria esse pelotão balzaquiano seria o tarimbadíssimo Telê Santana, já respeitado em todo o país como grande estrategista. Para o gol, chamou Walter Corbo, ex-Peñarol e seleção uruguaia. Na lateral-direita o ex-palmeirense Eurico, que vivera o ápice da carreira quase uma década antes. Na zaga Oberdan, ex-Santos e Coritiba, que merecia como nenhum outro o rótulo de ex-jogador: já havia abandonado o futebol quando Telê Santana pediu sua contratação. Tiveram que buscá-lo na sua casa, em Santa Catarina.  Para o meio-campo veio Tadeu Ricci, ex-América do Rio, também já passado dos trinta anos. Finalmente, para o ataque vieram dois centroavantes: André Catimba, ex-Vitória da Bahia, e ninguém menos que o ídolo gremista Alcindo, aos 33 anos, que voltava ao clube após 4 anos no México. O único jovem contratado foi o ponta-esquerda Éder, uma das grandes revelações do futebol brasileiro, conhecido pelo chute forte e os gols olímpicos. Dos anos anteriores sobraram o ponta-direita Tarciso e o zagueirão Ancheta, titular absoluto da seleção uruguaia, famoso pelas suas atuações perfeitas na Copa de 1970 que lhe renderam o título de melhor defensor daquela competição. Ancheta era a resposta que o Grêmio deu à contratação de Figueroa. Era, também, a única posição em que os tricolores tinham um jogador capaz de rivalizar com os colorados.

Pois aquele campeonato gaúcho chegava ao seu final. No dia 25 de setembro, no Estádio Olímpico, Grêmio e Inter disputariam, em jogo único, quem seria o campeão. O regulamento colocava aquele jogo como partida extra, porque Grêmio e Inter chegaram na fase final empatados em número de pontos. Absolutamente lotado, o Olímpico esperava uma provável vitória colorada.

O jogo começou tenso, como costumam começar os Gre-nais. Tão tenso que, logos aos dezoito minutos do primeiro tempo, o juiz marca um pênalti em favor do Grêmio. O estádio pára. A idéia é fazer aquele gol e retrancar pelo resto do jogo, esperando pacientemente a taça. O destacado para a cobrança é Tarciso, o Flecha Negra, artilheiro do time e cobrador oficial há muitos anos. Tarciso nunca errava pênaltis. Mas esse Gre-Nal de 1977 precisava de uma dose de emoção a mais, só para temperar. Tarciso parte para a bola, mira o canto direito e…..erra. Os colorados gritam, urram de emoção, e o próprio Inter perde a timidez do visitante e começa a atacar. Os gremistas parecem não acreditar no que vêem e alguns já se resignam com mais uma derrota.Porém, aos 42 minutos, o volante Vítor Hugo, especialista no desarme, rouba a bola de Batista. Toca para Iúra, deus da raça gremista, que faz um lance de craque: lança no meio da zaga colorada, bem onde se encontra André Catimba estrategicamente posicionado. André recebe e bate de direita. A bola vai no ângulo de Benitez, goleiro da seleção paraguaia recém-contratado para substituir o grande Manga. Benitez era ótimo goleiro, mas o chute era indefensável. Grêmio 1 x 0, com direito a uma comemoração maluca do centroavante baiano que custou-lhe o resto do clássico, substituído pelo eterno ídolo gremista Alcindo. O primeiro tempo termina logo depois. Ensandecida, sem acreditar no que vê, a torcida do Grêmio não agüenta a emoção durante o segundo tempo. Aos 42 minutos, quando o Inter tem a bola e pretende iniciar um ataque, uma multidão de gremistas invade o gramado para comemorar o título. Em poucos minutos, mais da metade do estádio está em campo com os jogadores do Grêmio e ainda começando uma confusão com os colorados, que exigem o imediato reinício da parte. Um reinício que nunca vem: o juiz termina o jogo e manda todos para casa. O Grêmio é oficialmente, e finalmente, campeão gaúcho de 1977.

Dissemos logo acima que um Gre-nal fecha ciclos e inicia outros. E que esse Gre-Nal de 1977 fechou um grande ciclo. Na verdade, “ciclo” é uma palavra equivocada. O que essa vitória incrível do Grêmio de Corbo, Eurico, Ancheta, Oberdan, Ladinho, Vítor Hugo, Iúra, Tadeu Ricci, Tarciso, André e Éder, mais Zequinha, Alcindo, Cassiá e outros, foi o marco de uma mudança histórica do clube. A partir daquele jogo, daquele jogo inacreditável, inesquecível para os que o viram, o Grêmio deixou de ser aquele time ranheta, que se limitava a complicar a vida das grandes equipes do país e apanhar sempre que postulava algo maior, para se tornar de fato um dos maiores clubes do futebol brasileiro. Em 1978 o time chegou em quarto lugar no Brasileiro, sua melhor colocação até então. Em 1979, foi novamente campeão gaúcho. Em 1980, voltou a ficar entre os quatro do país. E em 1981 veio outra vitória inacreditável, contra o São Paulo e seus sete jogadores de seleção brasileira em pleno Morumbi. E em 1983, outra vitória inacreditável, contra o Peñarol e seus seis jogadores de seleção uruguaia e seus três títulos mundiais. E naquele mesmo ano, contra o Hamburgo e seus cinco jogadores da seleção alemã vice-campeã da Copa do Mundo, mais uma vitória. Inacreditável. Heróica. Inesquecível. Como passaram a ser as vitórias do Grêmio.

 São conclusivas as palavras de um dos heróis daquela conquista, o ponta-direita Tarciso: “Até hoje, quando assisto Gre-Nal no Olímpico parece que estou vendo aquele jogo de 77”. Não é nenhuma ilusão do ídolo gremista. É porque, de certa maneira, o Grêmio ainda está jogando aquela partida. O juiz, lembrem-se, não deu o apito final. Quando joga com adversários aparentemente imbatíveis, como o Inter de Falcão e Figueroa, o Grêmio, com o seu plantel de zagueirões, cabeças de área e centroavantes matadores, muitos deles trintões, como Oberdan e Tadeu Ricci (ou Sandro Goiano e Tcheco) mas também ou jovens recém saídos da categoria de base, como Éder (ou Léo e Anderson Pico), com ídolos castelhanos como Corbo e Ancheta (ou Saja, Bustos e Gavilán), o Grêmio apenas segue jogando metaforicamente aquela partida mágica, que mudou para sempre a história do futebol gaúcho e brasileiro ao retirar uma equipe dos grotões regionais e colocá-la no patamar dos maiores do mundo. É um jogo duro e longo. Às vezes o adversário está melhor, em outras o Grêmio está melhor, sempre suando a camisa, sempre levantando e dando a volta por cima, sempre lutando bravamente contra tudo e contra todos. Sempre Imortal.

Setembro 25, 2007 Publicado por F Rules | Esportes | | 3 Comentários

Por linhas tortas

Dizem que Deus escreve certo por linhas tortas. A recente divulgação de declaração do ex-presidente do Corinthians sobre supostas manobras para garantir o  título do Campeonato Brasileiro de 2005, me faz refletir sobre isso.

Como campeão brasileiro,o Corinthians enfrentou na Libertadores da América adversários do chamado  ” Grupo da Morte”. Os adversários eram campeões nacionais da Colombia, México e Chile. Enquanto isso, o Internacional como vice- campeão enfrentou Maracaibo, Pumas  e um combalido Nacional. Nas oitavas, o Corinthians pegou o River e caiu. O Inter pegou novamente o combalido Nacional.

No final das contas , a malandragem que aparentemente manipulou o resultado do campeonato brasileiro acabou favorecendo a vítima. E fez-se justiça.

É tudo uma questão de perspectiva.

 

Setembro 25, 2007 Publicado por Miss Lou Lou | Esportes | | Sem comentários ainda

O adeus do inverno

Com muita relutância,desobediente ao calendário, o inverno mais rigoroso dos últimos anos está indo embora, e as cores da natureza vão gradativamente mudando do cinza para o verde. O blog Perspectiva registra alguns dos momentos finais da estação em Canoas-RS, num dos últimos dias frios de 2007.

  

Setembro 25, 2007 Publicado por Miss Lou Lou | Arte | | Sem comentários ainda

Média de Público do Brasileirão 2007 até a 27ª rodada

Muitos bons públicos na 27ª rodada do Campeonato Brasileiro 2007. Mostrando apreciação pela fórmula dos pontos corridos (mesmo que o campeão já esteja definido, não oficialmente) o brasileiro compareceu em grande número aos estádio neste final de semana: a média de público dos 10 jogos foi de 21.959 pessoas, número altíssimo para padrões sul-americanos.

Os maiores públicos: São Paulo x Figueirense (43.783), Atlético MG x Inter (31.518), Botafogo x Fluminense (26.040), Atlético PR X Paraná (25.096), Grêmio x Santos (20.917).

Os demais jogos: Náutico x Sport (19.135), Vasco x Cruzeiro (19.213), Palmeiras x Corinthians (18.591), Goiás x América RN (9.199), Juventude x Flamengo (6.069);

A média de público do campeonato é 15.185 pessoas por jogo.

Vale lembrar que todos estes números referem-se a torcedores pagantes – os não-pagantes não contabilizam na média de público.

Em parênteses, o número de jogos como mandante de cada equipe.

Setembro 24, 2007 Publicado por F Rules | Esportes | | 5 Comentários

Modelos distorcidos

Quem assistiu ao Fantástico deste Domingo assistiu também a uma reportagem que, na melhor das hipóteses, presta um desserviço a um país que luta a duras penas contra crimes de exploração sexual, pedofilia e outros do mesmo gênero.

O estímulo dado a que crianças sintam simpatia pela personagem Bebel de uma das novelas da Rede Globo,  interpretada pela ótima atriz Camila Pitanga e ” torçam” para que ela se ” dê bem” não auxilia em nada para que o precário senso de valores que impera em nossa sociedade seja melhorado. A partir do momento em que a personagem que representa um aviltamento contra tudo aquilo que se prega como sendo modelo de vida é tão valorizada, seu comportamento também está sendo. E crianças em formação são levadas a acrer que aquele estilo de vida poderá ser um passaporte para uma ascensão social, ignorantes que a vida real não tem o glamour da novela das oito.

  Assim fica difícil termos esperança de que mude alguma coisa neste país. Grandes redes de televisão estimulando a quebra de valores morais e seguindo ( ou estimulando) a onda. Depois vêm os hipócritas condenar corruptos e afins. Ora, mas o que se pode esperar se, para ” subir” na vida, é estimulado o vale-tudo nas relações pessoais e profissionais até mesmo pela emissora mais prestigiada e conhecida do país? Pobres dos pais que ainda querem transmitir valores a seus filhos! Talvez criem ETs no meio de  seguidores da lei de Gerson, “normais” segundo a nova filosofia imposta pela mídia.

Setembro 24, 2007 Publicado por blogperspectiva | Geral | | Sem comentários ainda

O Gerd Muller caboclo

   

 

 No último domingo, após o Gre-Nal, o presidente tricolor Paulo Odone disse que o zagueiro Léo, autor do gol da vitória do Grêmio, era o “nosso Beckenbauer”. Compreensível pelo estado de excitação do dirigente, a relação aparentemente descabida pode dar vazão a outras comparações com a grande Alemanha campeã mundial de 1974. Assim como o Grêmio, aquele grande time não emocionou ninguém pela técnica, mas sim pela raça e pela vontade de vencer um adversário bem melhor tecnicamente, a Holanda de Cruyff, Neeskeens, Suurbier, Rep e outros.

A primeira comparação que nos ocorre no momento é entre o artilheiro Tuta e o centroavante alemão Gerd Muller.

Segundo muitos analistas,Tuta foi o melhor jogador do Gre-Nal. Além de ter dado o passe para o gol, fez a “parede” típica dos pivôs e fez assistências, uma delas de bicicleta, algo incrível até para o mais habilidoso meio-campista. Gerd Muller também se caracterizava por isso: também ajudava seus companheiros a fazer gols, tanto quanto os fazia. E fez muitos: 487 gols por clubes e 68 pela seleção.  Tuta deve estar próximo disso.

Assim como Tuta, Muller sofria com o peso. Se o centroavante gremista já foi chamado de “senhora grávida” por um comentarista gaúcho, o matador alemão era conhecido como “der dick” ou “o gordo” pelos seus movimentos aparentemente lentos e por uma barriguinha de Malzbier sempre à mostra. Bávaro, Gerd Muller apreciava a boa cerveja da sua terra e deve te-la consumido em grandes quantidades, tanto quanto Tuta consome seus chicletes durante o jogo.

No jogo em que o centroavante festejado era o colorado Fernandão, Tuta provou suas inegáveis qualidades e fez jus ao apelido que agora lançamos: o Gerd Muller caboclo.

 

 

Setembro 23, 2007 Publicado por Celso Augusto Uequed Pitol | Esportes | | 1 Comentário

7ª rodada do Campeonato Escocês

Hoje: 

Hibernian 2 x 0 Celtic
Rangers 3 x 0 Aberdeen

Ontem:

Falkirk 1 x 0 Motherwell
Gretna 3 x 2 Dundee United
Inverness CT 2 X 1 Hearts
Kilmarnock 0 x 0 St. Mirren

Classificação:

Setembro 23, 2007 Publicado por F Rules | Esportes | | Sem comentários ainda

Visita ao MARGS

Numa época em que a Bienal do Mercosul agita a cidade e transforma caixas de tijolos e pontes de metal em supra-sumo da criação artística, o blog Perspectiva vem recomendar aos seus leitores uma visita ao MARGS para duas exposições que não primam pelo experimentalismo formal e pelo conceitualismo.  

Primeiro, as obras de de Francisco Matto, pintor uruguaio falecido em 1995 e  ligado ao Universalismo construtivo. A principal característica da obra desse pintor é a diversidade de perspectivas. Cada espectador tem um foco ao olhar as obras Perspectiva Ciudad Vieja  e Perspectiva, expostas no museu.

 

 

Perspectiva Ciudad Vieja

 

Perspectiva

 

 

 

 

Setembro 22, 2007 Publicado por Miss Lou Lou | Arte | | Sem comentários ainda

O fenômeno Bahia da média de público do Brasileirão 2007

O que explica um clube estar na terceira divisão do Campeonato Brasileiro e possuir a melhor média de público entre TODAS as divisões? O preço, diriam alguns. Não: os ingressos para acompanhar o Esquadrão na Fonte Nova custam entre r$ 10 e r$ 30 – preços que seguem a média da maior parte dos clubes brasileiros (o São Paulo, por exemplo, possui ingressos entre r$ 10 e r$ 50, sendo o último em área VIP; no Rio de Janeiro, existem iniciativas de algumas cargas de ingressos vendidas a 1 real).

As acomodações do estádio? Tampouco, já que a Fonte Nova, apesar de ter um belo design arquitetônico, não prima pelo conforto. 

O alto poder aquisitivo da população? Certamente não: a Bahia é o 15º Estado em PIB per capita.

Então o que explica o Esporte Clube Bahia possuir a maior média de público do futebol brasileiro? Só e tão somente a imensa paixão que o baiano sente por futebol. O amor por seu clube transcende condições financeiras, dirigentes malandros e equipes ruins. O Bahia merece subir de divisão. Seus fiéis torcedores merecem.

PS: Agradecemos ao leitor “Antônio Carlos” que salientou a condição de seu clube do coração na lista dos maiores condutores de público no Brasil

Setembro 21, 2007 Publicado por F Rules | Esportes | | 47 Comentários

Até a pé nós iremos

Amanhã é o dia Mundial sem Carro. Em Porto Alegre a Secretaria Municipal do Meio Ambiente promoverá  das 9h às 12h  ações de educação para o trânsito e ambiental  com passeio  ciclístico, na Av. Edvaldo Pereira Paiva – próximo ao Gasômetro.

Importante iniciativa para promover uma reflexão sobre o impacto que o uso do automóvel causa no meio ambiente.

A torcida gremista amanhã poderá testar seu comprometimento com o que prega seu hino e deslocar-se ao Olímpico a pé ou usando transporte coletivo. A simbologia de adesão à luta pela salvação do planeta vale o sacrifício.

Setembro 21, 2007 Publicado por Miss Lou Lou | Ecologia | | Sem comentários ainda

Dia da árvore – Cumprindo o dever

 

f4.jpg

 

O blog Perspectiva mostra que a sua pregação ecológica não fica no terreno das palavras. Nossos integrantes foram à rua para plantar árvores em homenagem ao 21 de setembro, Dia da Árvore em todo o Brasil.

 

 

f3.jpg

Aliás, é importante ressaltar que o plantio de árvores pelos cidadãos brasileiros deve ser praticado no ano todo.

Setembro 21, 2007 Publicado por Celso Augusto Uequed Pitol | Ecologia | | 1 Comentário

PEDRO WEINGARTNER- estética abalada

A rua de Canoas, que tem o nome de um dos maiores pintores brasileiros, cujas obras retratam tanta beleza, não condiz com o homenageado e apresenta atualmente um aspecto desolador quando nela ingressamos . Ou talvez o objetivo seja homenagear apenas a obra “A Derrubada ” do artista. 

01.jpg

Nem sempre foi assim, mas com a derrubada ou  retirada de praticamente toda a vegetação que existia no terreno situado na esquina com a Guilherme Schell ficou escancarada a falta de arborização naquela quadra. Até a esquina com a Guilherme Morsch não existe uma única árvore. As espécimes que se vêem na foto abaixo estão situadas no referido terreno. Provavelmente também serão derrubadas em futuro próximo.  Nas calçadas, nada. Outra insuportável rua para se transitar no verão. Como comparação, podemos observar a beleza da rua Guilherme Morsch com suas árvores frondosas,  esquina com a inóspita Pedro Weingartner.

f1.jpg

 

 

f2.jpg

 

No Dia da Árvore, a imagem da beleza que representa uma rua arborizada sirva de estímulo na luta para evitarmos que  avance a Cidade dos Tocos, seja qual for sua localização geográfica. 

Setembro 21, 2007 Publicado por Miss Lou Lou | Cidade dos Tocos, Ecologia | | 1 Comentário

O pior estrangeiro da Serie A

Todo mundo sabe que o campeonato italiano promove jogador ao estrelato. Especialmente os atacantes: quem consegue fazer gol na terra do catenaccio tem de ser bom de verdade ou perecerá. A artilharia do campeonato italiano é o maior prêmio que um atacante pode conseguir.

Por isso é que, ao lado da multidão de estrangeiros que povoam os times da Bota, há outra multidão, a dos fracassados. São jogadores que, em suas terras natais – e até na seleção de seus países – tiveram grande destaque, mas que não aguentaram o ritmo forte e a marcação dos italianos, teste supremo para aquele jogador brasileiro driblador e abusado que faz um sucessão nas nossas esburacadas defesas.

O jornal Gazzeta Dello Sport fez a seguinte sondagem:

http://www.gazzetta.it/appsSondaggi/pages/gazzetta/d_456.jsp

Qual o pior estrangeiro da Liga Italiana nos últimos 25 anos?

Confira e, se concordar com algum nome, vote. Chamam a atenção a presença de Vampeta, ídolo do Corinthians e fracasso retumbante na Inter de Milão, e Renato Portaluppi, craque no Grêmio que ficou conhecido em Roma como - veja só que injustiça! – mulherengo e festeiro. E outros nomes também.

Vale a pena conferir.

Setembro 21, 2007 Publicado por Celso Augusto Uequed Pitol | Esportes | | 1 Comentário

20 de setembro

Em homenagem à data Farroupilha, o  20 de Setembro, o blog Perspectiva posta aqui a foto de nosso símbolo máximo ,agora em localização privilegiada.

 

Sirvam nossas façanhas de modelo a toda terra” 

 

sem-titulo.jpg

Setembro 20, 2007 Publicado por Celso Augusto Uequed Pitol | Geral | | Sem comentários ainda

Oliver Kahn é o técnico da Dinamarca?

captwcwuh10209150908china_wwcup_soccer_denmark_new_zealand_wcwuh102.jpg

O técnico substituto da equipe de futebol  feminino da Dinamarca seria Oliver Kahn, goleiro do Bayern?

oliver1.jpg

Para esclarecer: Não é , mas  Per Nielsen( primeira foto) é muito parecido com Kahn.Para azar dele.

Setembro 20, 2007 Publicado por Miss Lou Lou | Alívio Cômico | | 2 Comentários

Resultados da Champions League de Hoje

Rangers  2-1 Stuttgart  
Barcelona  3-0 Lyon   
Roma  2-0 Dynamo Kyiv 
Sporting  0-1 Man. United  
PSV  2-1 CSKA Moskva 
Fenerbahçe  1-0 Internazionale  
Arsenal  3-0 Sevilla  
Slavia  2-1 Steaua 

Setembro 20, 2007 Publicado por Celso Augusto Uequed Pitol | Esportes | | Sem comentários ainda

Letras gaúchas perdem Elvo Clemente

Lamentei profundamente a notícia do falecimento do Irmão Elvo Clemente, esta manhã. Este professor, que  era um verdadeiro apaixonado pelas letras, afirmou certa vez :

 “A leitura é a chave das línguas falada e escrita. Tanta gente fica aí diante de outros sem saber o que dizer, pois não têm leitura! Aquilo que eles vêem na televisão ou nas histórias em quadrinhos, tudo é visual, superficial, não penetra no mundo interior. Não dá assunto para falar”.

Perde a PUCRS e perdemos todos pela ausência de uma mentalidade, e, sobretudo, perdem os alunos, de hoje e do futuro, que cada vez menos encontram mestres dispostos a transformar suas vidas através do cultivo do Espírito, no molde dos antigos estudos clássicos. O professor Clemente era um dos últimos verdadeiros defensores dessa maneira de pensar.

Nascido em Maróstica, Itália, em 1921, Antônio João Silvestre Mottin doutourou-se em Letras Clássicas e era professor titular da Faculdade de Letras da PUCRS – sendo um dos fundadores dos seus cursos de pós-graduação – realizou estudos avançados em Filologia Românica na Universidade de Salamanca. Na PUCRS, ocupou ainda os cargos de pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação e de Extensão.

Ex-presidente do Conselho Estadual de Cultura, presidia atualmente a Academia Rio-grandense de Letras e era membro de entidades como a Academia Sul-Brasileira de Letras, a União Brasileira de Escritores, a Associação Rio-Grandense de Imprensa e instituições de pesquisa lingüística e literária. Jornalista e crítico literário, colaborava na imprensa gaúcha, além de ter escrito mais de três dezenas de livros.

O  velório ocorrerá esta tarde na Igreja Universitária Cristo Mestre, no Campus Central da PUCRS (avenida Ipiranga, 6681 – Porto Alegre), com missa de corpo presente às 18h – mesmo local em que será celebrada missa de encomendação do corpo amanhã, dia 20 de setembro, às 9h. O sepultamento será amanhã, no Cemitério do Centro Educacional Marista de Viamão (Avenida Salgado Filho 8000), às 10h.

Fonte: Assessoria de Comunicação Social – PUCRS / ASCOM

Setembro 19, 2007 Publicado por Celso Augusto Uequed Pitol | Geral | | 1 Comentário

A VOLTA DE LULUZINHA

capa_v4_200.jpg

Não estou bem certo disso, mas é provável que existam adolescentes que nunca leram uma só história da Luluzinha. Nos anos 90, a revistinha parou de ser publicada, deixando órfãos seus milhares de fãs em todo o Brasil. Apesar disso, esses jovens, e outros que ainda virão, usam com freqüência a expressão “Clube do Bolinha” e “Clube da Luluzinha” para distinguir entre grupos de meninos e meninas incomunicáveis entre si, e o fazem mesmo sem conhecer a história. É uma prova conclusiva de sua importância histórica. Mesmo assim, a lacuna permanece: não há mais revistas da Luluzinha. Acabamos dependentes de alguma ponta de estoque, lançada no mercado a preços reduzidos, ou dos bons e – sobretudo – velhos sebos.Tudo sem a mesma qualidade técnica do original.

Agora, felizmente, já não é preciso fazer isso. A Devir Livraria está relançando a série clássica da revista da Luluzinha, com textos de John Stanley e desenhos de Irving Tripp. Luluzinha – O Clube da Lulu (134 páginas, tradução de Marquito Maia) traz dezenas de histórias da Queridinha da América em seu melhor estilo: brincando com seu amigo Bolinha e sua amiga Aninha, cuidando do Alvinho, narrando as aventuras da Pobre Menininha ou lutando contra os meninos do clube. Aliás, nesse volume, Lulu cansa de ser barrada no Clube do Bolinha e funda o seu próprio, para desespero dos garotos da zinhança. Sem descambar para o onírico, Luluzinha mostra uma infância que pouco tem a ver com a de hoje. Pior para nós e nossos filhos, que não terão seus clubes do Bolinha, suas pobres menininhas e sua imaginação, predicado fundamental para a formação de qualquer adulto inteligente.

Onde  encontrar:

Setembro 19, 2007 Publicado por Celso Augusto Uequed Pitol | Literatura | | 9 Comentários

Uefa Champions League – Resultados de hoje

Grupo   
A          Marseille  2-0 Beşiktaş
A          Porto  1-1 Liverpool    
B          Chelsea  1-1 Rosenborg
B          Schalke  0-1 Valencia
C          Real Madrid  2-1 Bremen
C          Olympiacos  1-1 Lazio
D          Milan  2-1 Benfica
D          Shakhtar  2-0 Celtic

Setembro 18, 2007 Publicado por F Rules | Esportes | | Sem comentários ainda

I Fórum da Igreja Católica – Projetando o futuro

A Igreja católica do RGS realiza durante os dias 20 a 23 de setembro o seu I Fórum nas dependências da PUC-RS. É um evento importante para católicos e também para os não católicos.Todos são atingidos pelos rumos de uma instituição com presença tão significativa em nosso meio. Ninguém fica imune à influência da Igreja, mesmo que às vezes não perceba isso.

Ao que parece, este Fórum mostra que a Igreja está à procura do seu caminho. Ela, outrora tão influente no modo de agir e pensar da grande maioria que era – e ainda é – conhecida pelo termo “Igreja”, sem adjetivos, percebe seu enfraquecimento, sua incapacidade de atingir um grande número de pessoas que estão vivendo ás margens do que prega o cristianismo. E esta falta de influência prejudica menos a Instituição Igreja do que a sociedade, porque este povo à deriva deixa de viver consoante valores que são indispensáveis para a vida em sociedade. Sem estes valores fortes as famílias estão se desagregando e  relações humanas, enfraquecidas.

Este caminho a Igreja busca-o em seu passado, olhando para ele e projetando o futuro. Espero que nesta busca tenha a capacidade de captar realmente os sinais que estão presentes em nosso meio.Espero que tenha a compreensão que as aspirações da grande maioria silenciosa não são necessariamente as aspirações de segmentos que, por maior ousadia ou disponibilidade, estejam mais próximos . Assim como muitas vezes os dirigentes de clubes de futebol atendem aspirações de segmentos da torcida, imaginando que eles representem os sentimentos de toda ela, sem atentar para o fato de que estão atendendo apenas a grupos mais arrojados e próximos.  Ouvir a voz das ruas, captar os sinais presentes em uma sociedade exige humildade, dedicação e sensibilidade.

O que muitos católicos esperam – ouso dizer que a maioria deles – é que que ela continue a ser a Mãe Igreja, papel difícil e às vezes tormentoso como de todos as mães, principalmente nestes tempos de mudanças tão rápidas. Que saiba adaptar-se a estas mudanças para poder acompanhar seus filhos, mas sem ceder a tentação de  ser dominada por elas. Porque os filhos desta Mãe, como os de todas as mães, querem sentir nela a constância e diferencial. Mãe que mantém respeito não é mãe “modinha”. Esta linha que separa a mãe  moderna  da mãe  “modinha” é tênue e é necessário muita atenção para não ser ultrapassada. Nem a matrona tradicional, nem a seguidora de tendências de momento. Que seja realmente a Mãe.

Para finalizar : como o cidadão não engajado participa deste evento? Oficinas , palestras, apresentações artísticas são gratuitas.A participação nas oficinas exige inscrição prévia no site do fórum( link abaixo).

http://www.forumdaigrejacatolica.org.br/


Dica do Perspectiva: As Oficinas de Leitura Orante da Bíblia representam oportunidade ímpar  para conhecer um método muito interessante de conhecer melhor o Livro Sagrado. A leitura grupal do texto escolhido e reflexão sobre ele levam a um crescimento importante na compreensão da Palavra.

Setembro 18, 2007 Publicado por Miss Lou Lou | Geral | | Sem comentários ainda

MEIO AMBIENTE E CRISTIANISMO

Olhando o site do Forum da Igreja Católica, que vai acontecer na PUC de 20 a 23 de setembro encontrei um artigo muito interessante de Beto Moesch,  Secretario Municipal do Meio Ambiente de Porto Alegre .

Ele estabelece a direta relação que existe entre seguir o determinado por Deus e a preservação do meio ambiente.Relembra o que disse o Papa João Paulo II : “Trabalhem de maneira a resistir às tentações da produtividade e do lucro que não têm em conta o respeito à natureza. Deus confiou a Terra ao homem para que a cultive a guarde. Se o homem se esquecer deste princípio e se fizer, em vez de guardião, tirano da natureza, ela mais cedo ou mais tarde se revoltará”.

Pelo que consta do texto pode-se compreender o porquê de encontrarmos em  Porto Alegre tantas novas mudas de árvores plantadas em locais públicos. Existindo a compreensão de qual é nosso papel na Criação a  preservação ambiental torna-se parte integrante de nossas vidas .

http://www.forumdaigrejacatolica.org.br/artigos_diversos.php

Setembro 18, 2007 Publicado por Miss Lou Lou | Ecologia | | Sem comentários ainda

SANDRO GOIANO E LUÍS EDUARDO NA CALÇADA DA FAMA

Dois ídolos gremistas colocaram hoje à noite seus pés na Calçada da Fama do Estádio Olímpico. Os agraciados foram o volante Sandro Goiano e o ex-zagueiro Luís Eduardo (o ex-meio-campista Valdo, que seria o terceiro escolhido, não compareceu por motivo de doença). A honraria é concedida a três atletas por ano, escolhidos dentre tantos quantos forem indicados por membros do  Conselho Deliberativo

Luís Eduardo considera que seu maior ganho é o reconhecimento e ressaltou que muitos dos jovens que ali estavam não o conheciam. Humilde, afirmou que talvez outros merecessem mais do que ele a distinção. Luiz Eduardo jogou durante seis anos pelo Grêmio, de 1984 a 1990. Foi capitão da equipe campeã invicta da Copa do Brasil de 1989. Sua última partida pelo Grêmio foi um Gre-Nal  válido pelo Gauchão em que o tricolor venceu por 4 a 1. 

1.jpg

Sandro Goiano, que estreou no Grêmio no jogo contra o Santo André , pela série B em 2005 ,  agradeceu a Antônio Carlos Verardi (assim como Luis Eduardo), ao treinador Mano Menezes e sobretudo à torcida do Grêmio, que se fazia presente em grande número. A torcida, diga-se de passagem, causou risos meio constrangidos dos presentes quando entoou o cantico ” Balancê” no momento em que o presidente Paulo Odone foi ao microfone.

A esposa de Sandro Goiano (muito simpática, aliás) filmava a cerimônia.

2.jpg

3.jpg 

4.jpg

5.jpg

6.jpg

Setembro 18, 2007 Publicado por Celso Augusto Uequed Pitol | Esportes | | Sem comentários ainda

Média de Público do Brasileirão 2k7 até a 26ª rodada

A rodada de clássicos agitou o torcedor no Brasil inteiro. A média de público da rodada superou os 23.017, recorde anterior registrado na 23ª rodada: 23.217 pessoas assistiram, em média, as 10 partidas deste final de semana.

*Números de públicos pagantes

Os maiores públicos: Flamengo x Vasco (49.495), Atlético MG X Cruzeiro (40.697), São Paulo x Santos (33.995), Grêmio x Internacional (32.683), Sport x Paraná (21.139), Atlético PR x Palmeiras (23.115)

Outros jogos: Fluminense x América RN (13.984), Figueirense x Juventude (6.510), Corinthians x Botafogo (7.794), Goiás x Náutico (2.762).

EM PÚBLICO PAGANTE:

Em parênteses, o número de jogos que cada time jogou como mandante: 

25.100  Sport/PE  (14)
24.556  Flamengo/RJ  (12)
22.768  Cruzeiro/MG  (13) 
21.010  Botafogo/RJ  (11) 
20.655  São Paulo/SP  (12) 
19.783  Grêmio/RS  (13)
18.146  Fluminense/RJ  (14)
17.025  Corinthians/SP  (14) 
16.263  Palmeiras/SP  (12) 
16.039  Atlético/MG  (13)
15.841  Internacional/RS  (13) 
13.022  Vasco/RJ  (12) 
12.015  Náutico/PE  (12) 
11.049  Goiás/GO  (13)
9.208  América/RN  (13) 
8.807  Atlético/PR  (12)
8.329  Figueirense/SC  (13)
7.767  Paraná/PR  (14) 
7.172  Santos/SP  (14) 
5.223  Juventude/RS  (13)

A média de público do Campeonato Brasileiro 2007 é de 14988 pessoas por jogo (pagantes).

Setembro 17, 2007 Publicado por F Rules | Esportes | | 4 Comentários

CALÇADA DA FAMA

Segunda-feira é dia do torcedor gremista voltar ao Olímpico.  Sandro Goiano, Valdo e Luís Eduardo vão se eternizar na Calçada da Fama.Com início previsto para 18h30m é um momento especial que merece ser prestigiado.

Setembro 17, 2007 Publicado por F Rules | Esportes | | Sem comentários ainda

Copeiro e peleador

A designação ” Copeiro e peleador” que a torcida do Grêmio gosta de utilizar quando se refere ao seu time combina muito com a postura do tricolor no Gre-Nal. Os jogadores mostraram extremo comprometimento com a camisa que vestem durante o jogo e com a torcida.

Do início ao fim o 369º clássico Gre-Nal foi disputado – nos primeiros 10 minutos de partida, já haviam duas bolas na trave e dois lances de perigo, um de cada equipe. O estádio inteiro suspirava, esperando o gol de seu time.

Até que após uma seqüência de escanteios, Leo aproveitou passe precioso de Tuta (que demonstrou sua alta capacidade de pensar jogadas durante todo o jogo) e abriu o placar: era o gol da vitória tricolor, o gol que que permitiu aos gremistas sonhar com mais uma Copa Libertadores. O estreante mineiro marcava sua história no clássico com o pé direito, ou seria melhor dizer ombro direito?

No segundo tempo um jogo mais burocrático, com o Grêmio administrando um Inter extremamente ofensivo - Abel Braga colocou em campo quase todo o seu repertório de ataque. E nem assim obteve sucesso: as melhores chances de gol foram do tricolor, que parava nas mãos do promissor Renan.

Logo após a partida Eduardo Costa fez questão de correr para o setor onde fica a Geral do Grêmio comemorar com os torcedores. Muito eufórico jogou a camiseta para a torcida. Assim como Tcheco, Sandro e outros jogadores.Eduardo nunca perdeu um clássico – seja profissional ou de categorias de base.

 Grêmio 1 x 0 Internacional. O Super Clássico terminou azul.

Setembro 17, 2007 Publicado por F Rules | Esportes | | 2 Comentários

O jogo que não acabou

gremiow.jpg

Um Gre-Nal muda tudo, é o que dizem. Na falta de algo mais específico para explicar o que o clássico significa, o ex-governador Ildo Meneghetti entrou para a história com a seguinte frase: “Gre-Nal é Gre-Nal”. E ponto final. Não é preciso dizer mais. A importância do clássico maior do futebol gaúcho não pode ser medida por reles adjetivos. Nada fica imune ao resultado do Gre-Nal. Caem treinadores, diretorias inteiras, jogadores são dispensados, carreiras terminam – ou, em caso de vitória, o caminho para a glória é pavimentado. Foi um Gre-Nal que imortalizou Lara, o craque imortal do hino do Grêmio. Foi em Gre-Nais que Alcindo se tornou o maior artilheiro da história do Grêmio, que Escurinho deixou sua marca como cabeceador, que Renato e Falcão se tornaram de fato  craques. Um Gre-Nal não passa em branco. Ele é sempre uma espécie de ritual de passagem na história de um clube, o momento em que um ciclo que precede acaba e um novo começa.

É claro que nem todos têm a mesma importância. Gre-Nal é Gre-nal, sim. Mas há Gre-Nais e Gre-Nais. Há o Gre-Nal que ajuda a derrubar o treinador e a colocar um jogador na seleção brasileira e o Gre-Nal que muda toda uma história, colocando um dos clubes num novo patamar, seja isso para o bem ou para o mal. Há poucos Gre-nais desta última categoria, muito poucos. Mas não é difícil escolher um deles para homenagear o maior clássico do futebol gaúcho e, para muitos, também do futebol brasileiro, porque nenhum Gre-Nal foi tão decisivo para alterar a trajetória de um dos clubes envolvidos do que o Gre-Nal da final do Gauchão de 1977. E o clube que viu um grande ciclo terminar e outro grande ciclo começar foi o Grêmio.

Para explicar o que aquele jogo significou é preciso explicar também as suas circunstâncias. Talvez para os leitores da minha geração, nascidos a partir dos anos 80, que já conheceram o Grêmio campeão do mundo e da Libertadores, que cantavam “Vamos com raça, vamos com força, nós somos campeões da América” com a mesma paixão que o hino de Lupicínio Rodrigues, que nunca imaginaram, enfim, um mundo sem De Leon, China, Tarciso, Paulo Nunes, Jardel, Dinho, Adilson e, principalmente, Renato Portaluppi, para esses leitores talvez seja difícil imaginar o que era ser gremista por volta dos anos 70. O que era o Grêmio como instituição, como história, naquela altura? De concreto, tinha alguns campeonatos regionais e uma participação apenas razoável nos nacionais – tanto que vitórias isoladas, como o 3 x 1 contra o Santos de Pelé, em 1971, e o 5 x 1 contra o Palmeiras de Ademir da Guia, em 1967, eram lembradas pelos torcedores como verdadeiras conquistas. Tinha um goleiro no seu hino – Eurico Lara -, que só os mais velhos reverenciavam; um zagueiro campeão pela seleção brasileira – Aírton Pavilhão -, muito famoso na década passada, mas que, por várias razões, acabou sem disputar uma copa do Mundo; um centroavante que disputou uma, Alcindo, mas, por azar dele, foi justamente a Copa em que a seleção brasileira fez fiasco, a de 1966; e, por fim, o Grêmio tinha Everaldo, lateral-esquerdo campeão em 1970. Everaldo não era uma das principais figuras daquela seleção, mas o fato de ser titular da maior equipe de futebol que a humanidade já conheceu foi suficiente para eterniza-lo na bandeira do Grêmio com uma estrela. O interessante é que nem o Santos, nem o Fluminense, nem o Botafogo nem qualquer outro time que cedeu jogadores para aquela Copa imortalizou seus atletas campeões. Não precisavam: tinham ídolos de sobra. O Grêmio, aparentemente, não os tinha. Ter um jogador naquele esquadrão foi uma honra tão grande que decidiram colocá-lo no mesmo patamar do próprio distintivo do clube.

Para completar, naqueles dias, a própria torcida do Grêmio era menor. A alcunha de “clube da elite” ainda tinha a sua razão de ser, enquanto o Inter era, de fato e de direito, o clube do povo. Além disso – e talvez por isso – enquanto o Grêmio patinava nos campeonatos estaduais e nacionais, o Internacional formava uma das melhores equipes do mundo e certamente a melhor equipe brasileira daquela década, capaz de jogar de igual para igual com qualquer seleção. Para termos uma idéia vaga do que era aquilo só se nos colocássemos no lugar do Espanyol de Barcelona, que tem de ver todos os anos as conquistas do seu conterrâneo mais famoso, mas mesmo assim seria uma idéia inexata. Motta, Iniesta, Deco e Ronaldinho, por melhores que sejam, não são páreos para Batista, Carpegiani, Falcão e Valdomiro. Nem Thuram e Puyol servem para sequer lavar os pés de Figueroa. O Grêmio enfrentava algo pior do que o Barcelona em Gre-Nais. Some-se a isso oito anos sem ganhar um mísero estadual e ver o adversário ser bicampeão nacional para que tenhamos um retrato da situação desesperadora do gremista. Para completar, o Estádio Olímpico, apesar de seu nome pomposo, só tinha um anel – e o Beira-Rio já tinha dois.

Naquele ano de 1977, porém, os gremistas pareciam firmemente dispostos a dar um basta naquilo tudo. Partindo para uma solução que viria a se tornar típica do Grêmio, a diretoria, sem dinheiro em caixa e focada na construção do segundo anel do Olímpico, foi catar veteranos em todas as partes do Brasil e do mundo. Quem comandaria esse pelotão balzaquiano seria o tarimbadíssimo Telê Santana, já respeitado em todo o país como grande estrategista. Para o gol, chamou Walter Corbo, ex-Peñarol e seleção uruguaia. Na lateral-direita o ex-palmeirense Eurico, que vivera o ápice da carreira quase uma década antes. Na zaga Oberdan, ex-Santos e Coritiba, que merecia como nenhum outro o rótulo de ex-jogador: já havia abandonado o futebol quando Telê Santana pediu sua contratação. Tiveram que buscá-lo na sua casa, em Santa Catarina.  Para o meio-campo veio Tadeu Ricci, ex-América do Rio, também já passado dos trinta anos. Finalmente, para o ataque vieram dois centroavantes: André Catimba, ex-Vitória da Bahia, e ninguém menos que o ídolo gremista Alcindo, aos 33 anos, que voltava ao clube após 4 anos no México. O único jovem contratado foi o ponta-esquerda Éder, uma das grandes revelações do futebol brasileiro, conhecido pelo chute forte e os gols olímpicos. Dos anos anteriores sobraram o ponta-direita Tarciso e o zagueirão Ancheta, titular absoluto da seleção uruguaia, famoso pelas suas atuações perfeitas na Copa de 1970 que lhe renderam o título de melhor defensor daquela competição. Ancheta era a resposta que o Grêmio deu à contratação de Figueroa. Era, também, a única posição em que os tricolores tinham um jogador capaz de rivalizar com os colorados.

Pois aquele campeonato gaúcho chegava ao seu final. No dia 25 de setembro, no Estádio Olímpico, Grêmio e Inter disputariam, em jogo único, quem seria o campeão. O regulamento colocava aquele jogo como partida extra, porque Grêmio e Inter chegaram na fase final empatados em número de pontos. Absolutamente lotado, o Olímpico esperava uma provável vitória colorada.

O jogo começou tenso, como costumam começar os Gre-nais. Tão tenso que, logos aos dezoito minutos do primeiro tempo, o juiz marca um pênalti em favor do Grêmio. O estádio pára. A idéia é fazer aquele gol e retrancar pelo resto do jogo, esperando pacientemente a taça. O destacado para a cobrança é Tarciso, o Flecha Negra, artilheiro do time e cobrador oficial há muitos anos. Tarciso nunca errava pênaltis. Mas esse Gre-Nal de 1977 precisava de uma dose de emoção a mais, só para temperar. Tarciso parte para a bola, mira o canto direito e…..erra. Os colorados gritam, urram de emoção, e o próprio Inter perde a timidez do visitante e começa a atacar. Os gremistas parecem não acreditar no que vêem e alguns já se resignam com mais uma derrota.Porém, aos 42 minutos, o volante Vítor Hugo, especialista no desarme, rouba a bola de Batista. Toca para Iúra, deus da raça gremista, que faz um lance de craque: lança no meio da zaga colorada, bem onde se encontra André Catimba estrategicamente posicionado. André recebe e bate de direita. A bola vai no ângulo de Benitez, goleiro da seleção paraguaia recém-contratado para substituir o grande Manga. Benitez era ótimo goleiro, mas o chute era indefensável. Grêmio 1 x 0, com direito a uma comemoração maluca do centroavante baiano que custou-lhe o resto do clássico, substituído pelo eterno ídolo gremista Alcindo. O primeiro tempo termina logo depois. Ensandecida, sem acreditar no que vê, a torcida do Grêmio não agüenta a emoção durante o segundo tempo. Aos 42 minutos, quando o Inter tem a bola e pretende iniciar um ataque, uma multidão de gremistas invade o gramado para comemorar o título. Em poucos minutos, mais da metade do estádio está em campo com os jogadores do Grêmio e ainda começando uma confusão com os colorados, que exigem o imediato reinício da parte. Um reinício que nunca vem: o juiz termina o jogo e manda todos para casa. O Grêmio é oficialmente, e finalmente, campeão gaúcho de 1977.

Dissemos logo acima que um Gre-nal fecha ciclos e inicia outros. E que esse Gre-Nal de 1977 fechou um grande ciclo. Na verdade, “ciclo” é uma palavra equivocada. O que essa vitória incrível do Grêmio de Corbo, Eurico, Ancheta, Oberdan, Ladinho, Vítor Hugo, Iúra, Tadeu Ricci, Tarciso, André e Éder, mais Zequinha, Alcindo, Cassiá e outros, foi o marco de uma mudança histórica do clube. A partir daquele jogo, daquele jogo inacreditável, inesquecível para os que o viram, o Grêmio deixou de ser aquele time ranheta, que se limitava a complicar a vida das grandes equipes do país e apanhar sempre que postulava algo maior, para se tornar de fato um dos maiores clubes do futebol brasileiro. Em 1978 o time chegou em quarto lugar no Brasileiro, sua melhor colocação até então. Em 1979, foi novamente campeão gaúcho. Em 1980, voltou a ficar entre os quatro do país. E em 1981 veio outra vitória inacreditável, contra o São Paulo e seus sete jogadores de seleção brasileira em pleno Morumbi. E em 1983, outra vitória inacreditável, contra o Peñarol e seus seis jogadores de seleção uruguaia e seus três títulos mundiais. E naquele mesmo ano, contra o Hamburgo e seus cinco jogadores da seleção alemã vice-campeã da Copa do Mundo, mais uma vitória. Inacreditável. Heróica. Inesquecível. Como passaram a ser as vitórias do Grêmio.

São conclusivas as palavras de um dos heróis daquela conquista, o ponta-direita Tarciso: “Até hoje, quando assisto Gre-Nal no Olímpico parece que estou vendo aquele jogo de 77”. Não é nenhuma ilusão do ídolo gremista. É porque, de certa maneira, o Grêmio ainda está jogando aquela partida. O juiz, lembrem-se, não deu o apito final. Quando joga com adversários aparentemente imbatíveis, como o Inter de Falcão e Figueroa, o Grêmio, com o seu plantel de zagueirões, cabeças de área e centroavantes matadores, muitos deles trintões, como Oberdan e Tadeu Ricci (ou Sandro Goiano e Tcheco) mas também ou jovens recém saídos da categoria de base, como Éder (ou Léo e Anderson Pico), com ídolos castelhanos como Corbo e Ancheta (ou Saja, Bustos e Gavilán), o Grêmio apenas segue jogando metaforicamente aquela partida mágica, que mudou para sempre a história do futebol gaúcho e brasileiro ao retirar uma equipe dos grotões regionais e colocá-la no patamar dos maiores do mundo. É um jogo duro e longo. Às vezes o adversário está melhor, em outras o Grêmio está melhor, sempre suando a camisa, sempre levantando e dando a volta por cima, sempre lutando bravamente contra tudo e contra todos. Sempre Imortal.

Setembro 16, 2007 Publicado por Celso Augusto Uequed Pitol | Esportes | | 3 Comentários

GRÊMIO – A NATUREZA AGRADECE

15 de setembro é aniversário do Grêmio Foot-Ball  PortoAlegrense. Em  2007 , comemorando a data, o clube deu um presente para  a comunidade.Quem compareceu ao estádio Olímpico no sábado teve a grata surpresa de participar de uma bonita iniciativa em defesa da natureza. Em ação conjunta do Grêmio e da Feira Internacional de Tecnologia para o Meio Ambiente – FIEMA BRASIL 2008 – foram distribuídas mudas de árvores aos torcedores. Para hoje está prevista ação inédita nos campos de futebol brasileiros. Crianças vestindo camisetas e faixas, conclamarão a paz e  proteção ao meio-ambiente.

Em frente à nova Grêmiomania  ainda tem mudas para quem quiser pegar.

Saí de lá com minha muda de Ipê que pretendo plantar em uma praça .

Parabéns ao Grêmio e à FIEMA BRASIL . Defesa da natureza se faz assim, em todos lugares , para todos públicos, sem exclusão.

Setembro 16, 2007 Publicado por Miss Lou Lou | Ecologia | | Sem comentários ainda

Treino de aniversário- Fotos 2

 1a.jpg

foto

treino

Setembro 15, 2007 Publicado por Celso Augusto Uequed Pitol | Esportes | | 1 Comentário

Aniversário do Grêmio – Perspectiva do Torcedor

O treino realizado pelo Grêmio hoje pela manhã foi uma avant premiere do grande clássico de domingo.

Logo na entrada do estádio o clima já era de festa. Retirada a lona que cobria as entradas e impedia olhares auspiciosos dos repórteres – e que escondia, provavelmente, uma estratégia secreta de Mano Menezes para o clássico -, o torcedor gremista que entrava no Olímpico era recepcionado pelos bumbos da Geral do Grêmio. A animação era de jogo de campeonato: não se pode dizer qual era o público presente no treino, mas o setor destinado à Geral estava lotado, e tanto a arquibancada quanto a social receberam um bom número de torcedores.

treino

“Parabéns, parabéns/ Saúde e felicidade / E que tu colhas, sempre todo o dia/, paz e alegria na lavoura da amizade” – o velho “Parabéns a você” gaudério embalava os jogadores do Grêmio durante o treino. Chamou a atenção a “habilidade” do goleiro Saja em jogar como atacante: sempre em impedimento e reclamando dos companheiros, que (sabiamente) não passavam a bola para ele, mostrou que fez bem em escolher sua posição quando estava no colégio. É bem verdade que deu boas assistências aos companheiros.

trei

Se a precisão do lateral Bustos na cobrança de faltas depende deste ambiente favorável, é difícil dizer. O fato é que impressiona a todos o seu aproveitamento. O colombiano marcou pelo menos cinco gols e colocou duas bolas na trave. Nenhuma cobrança bateu na barreira.

Após o rachão chegou a hora de retribuir ao carinho da torcida. Primeiro, o grupo se reuniu e agradeceu coletivamente para a Geral, que não parou de cantar um só instante. Tcheco, com uma bola na mão, batucava e fazia gestos ao som de “Vamos Grêmio, vamos/ Lutaremos que ganhamos”. Logo depois, o capitão dirigiu-se às arquibancadas e lá ficou por aproximadamente 40 minutos atendendo a pedidos de autógrafos. Gavilán também ficou um bom tempo autografando junto às arquibancadas.

a

Depois, foi a vez de Bustos e Hidalgo chegarem perto da social e autografarem as dezenas de camisetas que os torcedores atiravam para eles no gramado. Sempre sorrindo e bem humorados, ignoraram os apelos de um funcionário do Grêmio que pedia para que  entrassem no vestiário.

a

Por último, permaneceram no gramado Saja, Tuta e Diego Souza. Batia o meio-dia e os torcedorres não arredavam pé da social do Olímpico. Os três de pés descalços, bem à vontade, se aproximaram da social e passaram a autografar, com a maior paciência do mundo, as camisetas dos torcedores. Tuta fazia piada com a quantidade de camisetas que não parava de chegar. Saja, de maneira metódica, organizava as camisetas que chegavam em pilhas e assinava uma a uma em cima de uma mesinha improvisada. Depois, recolhia as camisetas, levantando uma a uma e perguntando aos torcedores qual era o dono de cada uma. Só as atirava de volta quando tinha certeza de que estava devolvendo para a pessoa certa.

a

Ainda arranjou tempo para tentar resgatar uma camiseta que ficou presa no arame farpado próximo ao fosso do estádio.

imagem.jpg

O clima era festivo, mas o melhor ainda estava por vir. Diego Souza mostrou que merece o apelido “Showza”, dado pela torcida, tanto por suas qualidades em campo quanto pelo carinho demonstrado para com os torcedores. Ficou aproximadamente uma hora atendendo aos pedidos da torcida, brincando e sorrindo. Ria das piadas dos torcedores e fazia dedicatórias nas camisetas quando solicitado. Posou com a bandeira do Rio Grande do Sul com o símbolo do Grêmio.

a

Como se não bastasse, numa demonstração de respeito, carinho e reconhecimento pela paixão do torcedor, após assinar todas as dezenas de camisetas que lhe foram enviadas, iniciou uma operação-resgate a uma camiseta solitária que caíra no fosso. Como estava sozinho, já que tanto funcionários quanto jogadores já haviam descido, Diego pegou o instrumento utilizado para recolher objetos que caem no fosso e foi, ele mesmo, em busca da camiseta, perguntando aos torcedores da social sobre a localização da mesma. Como não conseguia visualizar a camiseta, entregou o instrumento a um dos torcedores, que a recolheu. Só então, quando viu que a camiseta já estava nas mãos do seu dono, Diego fez sinal de positivo e abanou, despedindo-se sob os aplausos entusiasmados de uma torcida incrédula com tamanha demonstração de carinho.

diego2.jpg

2222.jpg

a

Aniversário do Grêmio – Eu e o Tricolor

Setembro 15, 2007 Publicado por Celso Augusto Uequed Pitol | Esportes | | 9 Comentários

104 anos de uma paixão

Os usuários deste blog não podem deixar passar em branco a data comemorativa ao aniversário de sua maior paixão.

 

Houveram dias sombrios

22-rf003.jpg

 

Mas a Imortalidade prevalece e o lema será sempre seguido

 

estadio1.jpg

Setembro 15, 2007 Publicado por Miss Lou Lou | Esportes | | Sem comentários ainda

Gre-Nal – baixa procura ou VERDADEIRA procura?

Segundo as últimas notícias, foram vendidos aproximadamente 6 mil ingressos para o Gre-Nal deste próximo domingo. Em comparação com os clássicos mais recentes o número parece pequeno: a essa altura, faltando apenas um dia para o jogo, seria de se esperar que pelo menos a metade dos aproximadamente 20 mil bilhetes disponíveis já tivessem sido vendidos.

A explicação dada por boa  parte da imprensa e mesmo pela direção do Grêmio tenta vincular a baixa procura às ameaças de violência de ambas as torcidas. É fácil pensar assim, já que essas ameaças de fato existem. A questão é que elas sempre existiram, mas nunca foram motivo para que os ingressos deixassem de serem vendidos.

Um fato que parece passar desapercebido – e que talvez seja uma explicação razoável para este fenômeno - é a medida tomada recentemente pelo Grêmio para evitar a ação de cambistas, com venda de apenas um ingresso por pessoa e exigência de apresentação da RG. Em outras palavras, o que estamos vendo agora não seria nenhuma anomalia, e sim apenas o fluxo normal de compra de ingressos que antes era  ”acelerado” pelos cambistas. A compra é feita agora pelos que efetivamente vão ao jogo. Assim, é bem possível que o torcedor gremista esteja deixando para comprar   seu ingresso no sábado, um dia mais tranquilo para a maior parte das pessoas. Ao mesmo tempo, há anúncio de treino aberto e inauguração da loja do Grêmio no dia do aniversário do clube, o que concorre para transformar o sábado num dia especialmente atrativo.

Lógico que esta teoria somente poderá ser aquilatada  no dia do jogo, quando for divulgado o público oficial. Aliás, espera-se que estas conjecturas alarmantes não acabem por realmente afastar o torcedor do Olímpico, no melhor estilo das profecias auto-realizáveis.

Setembro 15, 2007 Publicado por F Rules | Esportes | | Sem comentários ainda

5ª rodada da Premier League- jogos deste final de semana

Sábado, 15/09/2007

Everton  x   Manchester United  
Portsmouth  x   Liverpool  
Tottenham Hotspurs  x   Arsenal  
Sunderland  x   Reading FC  
West Ham United  x   Middlesbrough  
Wigan Athletic FC  x   Fulham  
Birmingham City  x   Bolton Wanderers  
Chelsea  x   Blackburn Rovers  
Manchester City  x   Aston Villa  
Derby County  x   Newcastle United

Setembro 15, 2007 Publicado por F Rules | Esportes | | Sem comentários ainda

Vendas de consoles no Japão, esta semana

Console 03 a 09 de setembro Anterior Total 2007
Nintendo DS Lite 77.488 94.339 5.264.248
Wii 29.088 39.371 2.619.138
PSP 15.564 22.196 1.385.230
PlayStation2 13.360 14.280 559.434
PlayStation3 13.248 18.068 675.170
Xbox 360 1.286 1.635 142.644
Game Boy Micro 428 263 25.299
Game Boy Advance SP 122 195 20.446
Gamecube 82 73 9.547
Game Boy Advance 0 16 894
Nintendo DS 0 0 2.756

Setembro 14, 2007 Publicado por F Rules | Jogos | | Sem comentários ainda