PERSPECTIVA

Cidade dos Tocos - avança na Dr. Barcellos

A rua Dr Barcelos foi alvo de postagem neste blog no mês de setembro de 2007. Naquela oportunidade mostramos a grande quantidade de tocos de árvores (18) existentes naquela rua de Canoas/RS . No entanto, os predadores são aparentemente insaciáveis e continuam agindo para aumentar os domínios dos tocos. Na altura do número 1000 daquela rua existia bela árvore na calçada. A árvore foi morta. O padrão foi seguido. Obra nova, morte da árvore que estiver na calçada. Novidade alguma. É o padrão  Cidade dos Tocos.

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Tópico relacionado

http://perspectivabr.wordpress.com/2007/08/26/a-cidade-dos-tocos-a-rua-dr-barcelos/

Fevereiro 11, 2008 Escrito por Miss Lou Lou | Cidade dos Tocos, Ecologia | | 1 Comentário

O nome do jogo

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Certa vez, perguntaram a um conhe­cido autor se sua condição de judeu era algo determinante em sua obra. Sua res­posta foi: “eu não sou um escritor judeu, sou um judeu que escreve”. A consciência de pertencer à raça de Moisés e Franz Kafka não limita o cenário de suas obras ao ambiente judaico onde o escritor foi criado. O judaísmo, como qualquer outro “ismo”, é, em literatura, melhor representado pelo sentimento profundo que o povo judeu carrega com sua re­ligião, sua relação especial com seu Deus e sua tradição emigrante, que pode dar vazão a uma história num lugar qualquer, com um povo qualquer.
  
O caso do quadrinista Will Eisner é em­blemático. A maioria das obras o autor de “Spirit” não tem rabinos, não se passa nos guetos e não tem pogroms, mas a amarga ironia e a solidão de quem viveu em guetos, enfrentou pogroms e só teve a palavra sábia do rabino para se refugiar estão presentes em muitas de suas histórias. Essa marca de experiência humana é tão forte que, mesmo quando os personagens e o cenário são judaicos, como neste O Nome do Jogo (Devir Livraria, 168 páginas), não notamos diferença significativa das outras obras de Eisner. Quando lemos a triste história das famílias Ober, Kayn e Arnheim, obcecadas pelo status e pelo ascensão social e corroídas pela ganância e pela inveja, reconhecemos os mesmos traços presentes em Avenida Dropsie, O Último Dia No Vietnã ou Um Contrato com Deus, obras tão profundamente judaicas e ao mesmo tempo – e por isso mesmo - tão universais quanto esta.
 
Onde encontrar:
 
www.devir.com.br

Fevereiro 11, 2008 Escrito por Celso Augusto Uequed Pitol | Literatura | | Nenhum Comentário

Amy Winehouse - Continua a mesma

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Amy, sentada no palco de sua apresentação no Grammy 2008

Mesmo não estando presente, Amy Winehouse roubou as atenções na 50ª Edição do Grammy. Levou cinco prêmios das seis categorias em que estava disputando. Artista revelação, melhor gravação,melhor interpretação vocal feminina pop, melhor album pop, gravação do ano, melhor canção do ano.Só não levou o de melhor disco do ano, que ficou para o pianista americano Herbie Hancock.

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Comemorando o prêmio de melhor gravação do ano, por “Rehab”

Amy fez uma apresentação soberba cantando “Rehab” e “You Know I’m No Good” via satélite, de um estúdio londrino. Aliás, as músicas foram escolhidas a dedo pois demonstram um recadinho da cantora aos críticos. “Rehab” trata da oposição à clínica de reabilitação e “You Know I’m No Good ” é um Amy se revelando. Não se pode chamar Amy Winehouse de enganadora. Ela mostra a que veio.

I cheated myself,
Like I knew I would,
I told you I was trouble,
You know that I’m no good;

Fevereiro 11, 2008 Escrito por Miss Lou Lou | Mundo pop | | 2 Comentários

Nelly Furtado no Grammy

Nelly Furtado parece ter caído em uma bacia cheia de água sanitária. Assustador o novo visual desbotado da cantora.

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Fevereiro 11, 2008 Escrito por Miss Lou Lou | Mundo pop, Música | | 9 Comentários