Nova camisa do Grêmio
Mais um ano que a Puma estraga a camisa Tricolor. Eu imaginava que era impossível repetirem o fiasco de 2007, quando lançaram uma camisa Tricolor cheia de “novidades”, com listras pretas mais finas que as azuis e um tecido repuxado, claramente de segunda linha. Mas esse ano a Puma se superou. Como se não bastasse terem mantido as listras pretas mais finas (que, sinceramente, parecem mais grenás do que pretas) , inventaram uma faixa azul nas costas, logo abaixo do número. A numeração é ridícula, feita com um amontoado de bolinhas (sim, esta é a única maneira que encontro pra descrever aquilo).
E, por favor, não venham dizer que isso é “cornetear o manto” e que “compra quem quer”. Ora, todos os gremistas que se prezem deveriam querer comprar a camisa. Devem ser punidos por seu fanatismo, vendo-se forçados a adquirir uma camisa com um modelo ridículo?(isso que ainda nem vimos o tecido utilizado) E, como consumidores, possuem direito de se manifestar contra a imposição deste modelo, que, por sinal, a Puma usa em todos os uniformes que fabrica.
Inaceitável é ficar quieto, sem reclamar, enquanto a Puma impõe esse padrão horroroso na camisa do Grêmio.
Obs. Sejamos justos: a nova camisa branca é muito bonita.
Manchester na final
E o Manchester United eliminou o Barcelona. Depois de um primeiro jogo completamente desigual a favor do Barcelona, o Manchester conseguiu neutralizar os espanhóis e com um gol aos 14 minutos, em um chute espetacular de Paul Scholes, definiu a partida.
Com uma escalação para lá de esquisita, o Manchester entrou em campo como em Barcelona: sem criatividade. Até que Zambrotta errou e a bola sobrou para os pés do rocket launcher inglês.
Mesmo com Messi inspirado, não houve como reagir. O Barcelona ressente-se demais do seu camisa 10. O sonho do Tri foi adiado – para os espanhóis, já que o Man Utd segue.
Amanhã tem Chelsea x Liverpool.
Porto Alegre disciplina recolhimento de entulhos
Uma presença cada vez mais constante em nossos centros urbanos são as caçambas estacionárias, vulgamente conhecidas como “tele-entulho”, destinadas ao recolhimento dos mais diversos tipos de materiais. São veículos essenciais para a limpeza da cidade ,mas sua utilização sem regras torna-se fator de risco e também de poluição visual. A imagem que fica registrada do centro de nossas cidades é de imensos depósitos fixos carregados de entulhos. É como se as caçambas passassem a fazer parte da paisagem, que, por consequência, torna-se imensamente feia. Os exploradores desse tipo de serviço evidenciam não ter a mínima preocupação com a questão segurança ou com a estética do espaço público. Cabe então aos encarregados de gerir as cidades ter sensibilidade para perceber a necessidade de ação do ente estatal.
Em Porto Alegre, por iniciativa do vereador Bernardino Vendruscolo, a municipalidade irá disciplinar o serviço de caçambas estacionárias. Foi aprovado hoje o projeto de lei que determina modelos de identificação , por meio de pintura, de modo que fiquem visíveis inclusive à noite; estipula período de permanência nos locais de recolhimento e estabelece multas pelo não-cumprimento das determinações apresentadas. Em determinados locais, como no Centro de Porto Alegre, as caçambas somente poderão permanecer no local o tempo suficiente para recolhimento dos entulhos. Determina também que os equipamentos carregados deverão trafegar cobertos por lonas vinílica ou similar.
A Empresa Pública de Transporte e Circulação-EPTC-contribuiu com sugestões no sentido de aprimorar o Projeto de Lei. Enfim, um trabalho em conjunto em prol do bem estar da população. Gostei de tomar conhecimento da notícia.
“Há que se considerar o verdadeiro desrespeito e falta de critério que as empresas prestadoras desse serviço têm praticado na identificação das caçambas distribuídas pelas ruas de nossa cidade, bem como o abuso e a falta de cooperação dos tomadores do serviço“, explica Vendruscolo.
Desleixo e risco
Jardel, coragem e dignidade
Jardel, ex-centroavante do Grêmio, deu uma entrevista exclusiva para o Esporte Espetacular neste domingo, na qual falou em como o uso de drogas, especificamente de cocaína, prejudicou sua carreira.
Foi emocionante, principalmente para os gremistas que puderam perceber que o carinho que sentem pelo atacante é correspondido. O atacante deixa claro que a cocaína surgiu após um período que envolveu sua separação e a depressão oriunda disso. Com más companhias, Jardel foi alvo fácil do sedutor mundo das drogas. Nota-se na voz de Jardel uma certa nostalgia, adicionada de tristeza: tristeza por ter trilhado este caminho, nostalgia ao lembrar dos bons momentos pelos quais passou. É evidente a infelicidade de Jardel por ter se deixado iludir em um momento de fraqueza por algo que é feito, justamente, para seduzir e enganar.
Jardel deixou claro que o que ele fez não serve de exemplo para ninguém. As drogas, muito mais do que diminuir seu rendimento, lhe deixaram enfraquecido e sem confiança. Diz que agora é diferente, e que pretende mudar, voltar atrás, recuperar o tempo perdido. E que os atos que cometeu não servem de exemplo para ninguém.
Que a mensagem de Jardel seja ouvida, fazendo calar aqueles que consideram modelo de liberdade fazer apologia às drogas. O atleta teve a coragem de escancarar suas mazelas dando, agora sim, um grande exemplo ao mostrar que as drogas longe de significarem liberdade, constituem-se numa prisão e em submissão. Coragem não é cantar apologia às drogas, e sim admitir publicamente o erro cometido e pedir que seu exemplo não seja seguido. Isso é coragem e evidencia grandeza e dignidade.
Força, Jardel.
A Síndrome dos Anos 90
por Eugenio Brauner*
A bola mal havia rolado na grama, uma ou duas bicas daqui, um levantamento acolá e pronto. O volante Jonas é abalroado pelo trem-expresso Índio e sai do estádio de ambulância rumo ao hospital.
Os jogadores colorados, impressionados com o lance ou acometidos pela “Síndrome dos Anos 90″ param em campo e o Paraná chegou ao gol.
Quarenta mil corações apertados, porque diante dos olhos de qualquer torcedor colorado, mesmo daqueles que gritavam feito malucos “vamo Inter! Vamo Inter!”, passavam velhos filmes. Não que eles tenham saído em massa do estádio para irem ao Cinemark. Não foi isso. Foram os Remos, Londrinas, Cearás e Paulistas que vieram à tona.
Porque qualquer torcedor nascido nos anos 80 e que começou a gostar de futebol nos idos 1990 – pelo menos a entender – estava acostumado com os Gerônimos, Grizzos, Mixiricas, Josués Mendonça e Magnuns que marcavam gols no colorado pela Copa do Brasil a torto e a direito. Fábio Luís seria apenas mais um na lista.
Este torcedor também estava acostumado a não se classificar por uma vitória que não acontecia, um ponto ou um gol no saldo que não tinha. E, pior – infinitamente pior –, via o sucesso do rival.
Mas o filme que (re)começava não era esse. Logo em seguida o gol de Andrezinho e a torcida podia gritar a plenos pulmões: “adeus Bragantinos e Josués! Adeus!” No Gigante o espírito era o de 2006. “Olá São Paulo e Barcelona, América e Mundo!”
Acredito que a tamanha repercussão do jogo de quarta-feira tenha sido por isso: pela “Síndrome dos Anos 90″, por um time que sempre fazia fiasco diante dos pequenos, que não virava e revirava jogos, que aceitava, enfim, o resultado adverso com naturalidade.
Tenho pena dos tricolores, mas nós, COLORADOS, passamos por isso e sobrevivemos. Talvez tenha sido essa doença que tenha forjado o caráter e a alma colorada de agora e que nos deixa em êxtase desde quarta-feira.
Os maiores públicos da história de alguns dos principais estádios brasileiros
Pacaembu
Público recorde
71.281 (24 de maio de 1942)
São Paulo 3×3 Corinthians
Morumbi
No dia 9 de outubro de 1977 146.082 pessoas
(138.032 pagantes) assistiram ao jogo entre
Corinthians e Ponte Preta
Fazendinha
Público recorde
28.000 (1947)
Corinthians x Santos
Palestra Itália
40.283 (18 de agosto de 1976)
Palmeiras 1 x 0 XV de Piracicaba
Vila Belmiro
32.989 (20 de Setembro de 1964)
Santos 0 x 0 Corinthians
Maracanã
183.341 pagantes (31 de agosto de 1969)
Brasil 1 x 0 Paraguai
Mineirão
132.834 (22 de Junho de 1997)
Cruzeiro 1 x 0 Villa Nova
Beira Rio
106.554 (17 de junho de 1972)
Seleção Brasileira 3×3 Seleção Gaúcha
Olimpico
98.471 (85.751 pagantes) (24 de Abril de 1981)
Grêmio 0 X 1 Ponte Preta
Inter – na superação!
O desempenho colorado no jogo contra o Paraná que o levou para as quartas-de-finais da Copa do Brasil evidencia um time que demonstra capacidade invejável de superar adversidades. Necessitando de uma vitória com tres gols de diferença , foi surpreendido aos 3 minutos de jogo com abertura do placar pelo Paraná. Não se acovardou e fez valer sua supremacia técnica, vencendo o jogo por 5 x 1 .
Não vimos o jogo, em virtude da absurda decisão da empresa que detém o monopólio das transmissões, impedindo a venda de pacotes dos jogos da Copa do Brasil. Como não vimos, não emitimos opinião. No entanto, o resultado fala por si mesmo e não é preciso ter assistido o jogo para constatar a capacidade dos colorados – capacidade esta que, inclusive, lembra muito a conhecida garra de um certo clube que ora passa por momentos complicados.
Oitavas de final da Libertadores da América
Fluminense x Atlético Nacional-COL
São Paulo x Nacional-URU
Atlas x Lanús
Cruzeiro x Boca Juniors
Flamengo x América
Cúcuta x Santos
River Plate x San Lorenzo
Estudiantes x LDU
Separado por confrontos que ocorrerão nas quartas de final.
Leo e Perea brigam em treino do Grêmio
Que fase. Mediocridade, falta de harmonia, desunião e barraco. Alguém sabe qual é a profundidade do poço?
São Jorge, padroeiro dos guerreiros
“São Jorge matando o Dragão”, relevo em mármore de Donatello, Museu del Bargello, Florença-Itália
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Eu pediria para ser campeão da Copa do Brasil e da Série B (do Campeonato Brasileiro)”
Herrera, atacante do Corinthians, quando lhe perguntaram o que pediria para São Jorge, padroeiro do time paulista, neste 23 de abril.
São Jorge é um dos santos mais populares da Igreja e, talvez por isso, um dos mais requisitados para o cargo de padroeiro. Além do Timão, o guerreiro nascido na Capadócia (região da atual Turquia ) abençoa a Catalunha, a Inglaterra, a Lituânia, a Geórgia, Moscou, Gênova, várias ordens militares e instituições do mundo inteiro. Mas será que é apenas o grande número de fiéis que dá a São Jorge toda essa importância, digamos, institucional?
Primeiro, cabe perguntar o que um clube de futebol, nações, cidades e exércitos têm em comum. Resposta: a luta. Seja no campo de jogo ou no campo de batalha, jogadores e soldados recebem o nome de “guerreiros” por aqueles que torcem pelo seu sucesso. E São Jorge é o santo guerreiro por excelência, aquele que, mesmo nos piores momentos, jamais perde a fé na vitória. Não lhe faltou chance para provar isso. Soldado romano, erguido à condição de membro da corte numa época de violenta perseguição contra cristãos, Jorge fez defesa apaixonada do cristianismo diante dos seus próprios pares. Perguntado sobre o que era o cristianismo, Jorge respondeu: “É crer na Verdade”. Ao que um cônsul perguntou: “E o que é a verdade?”. E ele respondeu: “A Verdade é meu Senhor Jesus Cristo, a quem vós perseguis, e eu sou servo de meu redentor Jesus Cristo, e Nele confiado me pus no meio de vós para dar testemunho da Verdade.”
Não é preciso dizer que, naquela época, quem fizesse semelhante defesa apaixonada do cristianismo era imediatamente morto. Não foi o caso de Jorge: primeiro, o imperador pediu que ele fizesse uma retratação pública. Não o fez. Depois, mandou torturá-lo de várias maneiras. Também não obteve sucesso. Aliás, conforme o processo de “persuasão” avançava, Jorge ganhou cada vez mais notoriedade e respeito por parte da população, – incluindo aí a própria mulher do imperador, que se converteu ao cristianismo. Quando enfim foi degolado, no dia 23 de abril de 303, já era uma figura célebre pela sua resistência e fé incomuns.
A imagem clássica de São Jorge lutando contra o Dragão dá bem a noção da mensagem que São Jorge passou para a humanidade. Mesmo contra um adversário muito maior e armado apenas de uma lança, Jorge joga-se sobre ele com a confiança daqueles que nada temem porque têm ao seu lado um aliado indestrutível que jamais os abandona mesmo depois da morte. Como os georgianos, que homenagearam o santo dando-lhe o nome da pátria. Como os soldados ingleses nas cruzadas, que morreram com a cruz estampada na bandeira. Como os “sofredores” da torcida do Corinthians, que vêm o time rebaixado e humilhado mas mesmo assim lotam os estádios em todo o país. Como todos, enfim, que buscam um espelho de força e garra para as lutas que o homem é obrigado a enfrentar diariamente.
Manchester massacrado, mas vivo
O jogo acabou 0 x 0, mas nem pareceu. Foi um massacre. O Barcelona fez tudo no jogo, com exceção – vejam só – do gol. Chegou a ter quase a totalidade da posse de bola, mas parava em Rio Ferdinand ou em van der Sar.
Messi passava como queria pelos adversários; Deco abria o jogo; Iniesta penetrava na zaga; Xavi comandava o meio e só faltou Eto´o concluir. E o Manchester ainda conseguiu perder um pênalti aos 3 minutos de jogo, com Cristiano Ronaldo. Não era o dia dos ingleses.
O segundo tempo seguiu a mesma tônica. A escalação de Ferguson ficou tão confusa que o time não rendeu nada:em alguns momentos, Rooney chegava a desempenhar função de ala-direito.
Agora ficou tudo para Old Trafford.
Sem Ronaldo x Com Ronaldo
Hoje tem mais uma semifinal de UEFA Champions League. Barcelona e Manchester United se enfrentam no Camp Nou com ausência do Ronaldo brasileiro mas presença garantida do luso. C. Ronaldo foi blindado para esta partida pelo técnico do Manchester, Sir Alex Ferguson, que deposita no gajo suas principais esperança. O encontro também marca a disputa entre os dois principais atacantes argentinos do mundo na atualidade: Messi, do Barcelona e Tevez, do Man Utd devem começar a partida.
Barcelona: Valdés, Zambrotta, Milito, Márquez e Abidal; Touré Yayá, Xavi, Deco e Messi; Iniesta e Eto’o. Técnico: Frank Rijkaard.
Manchester United: Van der Sar, Brown, Ferdinand, Vidic e Evra; Carrick, Scholes, Giggs e Cristiano Ronaldo; Tevez e Rooney. Técnico: Alex Ferguson.
Cidade dos Tocos- A matança continua
Impressionante constatar como são aparentemente insaciáveis os predadores da natureza. Odeiam árvores, simplesmente odeiam.Nesse Dia da Terra infelizmente temos que registrar fatos que evidenciam não existir motivo algum para comemoração em Canoas/RS, A Cidade dos Tocos por excelência.
Na rua Irmão Fernando Anatoli cortaram um pé de goiabeira que estava dando frutos. Um belo dia apareceu cortada a goiabeira. Simples assim.
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Na Santini Longoni, todas as árvores que existiam na calçada foram sendo cortadas nos últimos anos. A última remanescente, que ficava na esquina com a Sete Povos foi cortada semana passada. É assim nesta Cidade dos Tocos. Simplesmente são cortadas as árvores.
Na Felipe Noronha cortaram imensas figueiras que existiam em um terreno aparentemente pelo prazer de cortar. O local continua vazio, sem sinal de que irá ser realizada alguma obra.
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Em frente a Sulbra Multimarcas, foram cortadas todas árvores da calçada,tanto as da BR116 como as da Duque de Caxias. Sobraram apenas as belas espécimes que haviam no terreno. Menos mal.
Estes exemplos, em um pequeno espaço geográfico,de locais onde transitamos.Imagine-se o qye ocorre nos restante dessa cidade onde fica cada vez mais evidente a falta de interesse pelo bem comum.
22 de abril – Dia da Terra
Hoje é o dia em que é homenageado o planeta onde habitamos. A data foi escolhida porque foi nesse dia que o senador Gaylord Nelson teve a iniciativa de promover, nos Estados Unidos, o primeiro protesto em grande escala contra a poluição.
Nesse Brasil com abundância de recursos naturais e onde ainda é possível recuperar o que foi destruído, podemos aproveitar para iniciar uma mudança de postura nesse 22 de abril, que também marca historicamente nosso “descobrimento”.
Aqui vão algumas dicas:
-> Utilizar racionalmente água tendo consciência da importancia de cada gota desperdiçada;
-> Ter como meta o plantio de ao menos uma árvore ao ano em vias públicas;
-> Separar o lixo reciclável;
-> Apoiar iniciativas em defesa do meio ambiente;
-> Tentar salvar a Terra começando por tentar salvar o arroio de sua cidade, por exemplo.
E como é uma atitude concreta em prol do Meio Ambiente, divulgamos esta idéia:
Pela terceira vez em quatro anos
O duelo que promete estragar retrospectivas de semifinais nos próximos anos começa amanhã. Liverpool e Chelsea se enfrentam em Anfield no primeiro duelo para decidir que terá vaga na final da UEFA Championa League, que será decidida em Moscou.
Apesar de Lucas estar confiante para a partida, ele não deve começar como titular, a exemplo do que aconteceu nos duelos contra o Arsenal, quando o meio-campo dos Reds foi formado por Mascherano, Xabi Alonso e Gerrard. O ex-jogador do Grêmio elogiou Lampard e Essien, e imagino que ao primeira tenha sido apenas por protocolo.
O Chelsea, do técnico “entrevistas-comédias” Avram Grant está mais experiente e “cancheiro” neste ano. A base da equipe já não é mais composta por jogadores promessa, e os Blues esperam ter melhor sorte neste ano.
O jogo é terça, às 15 hrs e 45 min.
Liverpool - Reina; Finnan, Carragher, Hyypia e Fábio Aurélio; Mascherano, Gerrard e Xabi Alonso; Fernando Torres, Kuyt e Babel. Técnico: Rafa Benítez.
Chelsea - Cech; Belletti, Ricardo Carvalho, Terry e Ashley Cole; Makelele, Esien e Lampard; Joe Cole, Wright-Phillips e Drogba. Técnico: Avram Grant.
Direção do Grêmio – Quer ir para a Série B?
Na Zero Hora de hoje saiu a notícia de que, até agosto, a Direção do Grêmio não pretende contratar nenhum jogador de grande expressão. Por “grande expressão” entenda-se algum jogador que seja reconhecido, ao menos, por alguma qualidade técnica.
Krieger, para justificar esta falta de iniciativa, diz que é impossível tirar jogadores de clubes como Palmeiras e São Paulo. Interessante, tendo em vista que logo após o Grêmio perder para o Atlético-GO, especulou-se que Hugo estaria voltando. O Grêmio não quis, de acordo com o presidente do São Paulo Juvenal Juvêncio. Vejamos algumas das notícias que veicularam na mídia sobre a possível volta de Hugo:
28/03/2008 Hugo já queria sair, explica Muricy
-Fizeram um barulho enorme por causa disso. Ele está pedindo para sair há algum tempo e o clube está deixando. Ele é um profissional correto, mas está querendo voltar para o Sul, a esposa é de lá. Quando não está contente tem que sair – resume o treinador.”
01/04/2008 Muricy confirma liberação de Hugo
- Conversamos com ele e eu disse que eu o liberaria para negociar com outro time, porque ele já não está mais feliz aqui. O Hugo até me agradeceu, porque disse que agindo assim eu o estaria ajudando. Mas ele tem um potencial enorme, é uma pena que não tenha dado certo
E, por fim, dia 18/04 Juvenal Juvêncio falou sobre a permanência de Hugo:
- Hugo foi afastado porque não estava feliz. Jogador que não tem alegria não joga. Ele queria ir para o Sul (o Grêmio tinha interesse), porque a mulher dele estava grávida. Ele pediu para sair, só que nada do ele estava esperando deu certo.
O São Paulo, conta o presidente, ficou esperando propostas. Mas elas não apareceram…
- O Grêmio não veio e nem o time da Coréia que ele estava esperando. Acho que a ficha dele caiu e ele mudou de idéia, passou a treinar bem. O Milton (Cruz, auxiliar técnico) disse que ele estava treinando com vontade e eu falei “bota ele para viajar pro Chile”. Foi isso o que aconteceu.
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O “Grêmio não veio”. Graças à inércia da direção gremista Hugo não foi contratado. Está mais do que claro que o atleta é considerado um estorvo no São Paulo, alguém que dificilmente será aproveitado e que, aparentemente, só ocupa lugar no grupo. No atual elenco do Grêmio, Hugo seria de grande valia. Mas a direção gremista não quis.
Além disso, Tcheco e Saja estavam se oferecendo para vir jogar aqui. Como se não bastasse terem formado um grupo medíocre, de jogadores sem qualidade e sem carisma, a direção do Grêmio ainda se dá ao luxo de negar a vinda destes dois atletas. Segundo Krieger “Tcheco não seria aproveitado” e “nós já temos um goleiro”. Ora, qualquer pessoa que entenda o mínimo de futebol sabe que em um grupo ridículo como esse do Grêmio um jogador como Tcheco seria um sopro de inteligência e visão de jogo em campo (ao lado de Roger que, certamente, se sentiria aliviado de ser não ser mais a única cabeça pensante do time). Ainda, qualquer criança que goste de futebol sabe que um clube de nível não tem apenas um goleiro.
Tcheco e Saja viriam, provavelmente, apenas pelo salário. Mas a direção não quer. A direção diz que não pode comprometer as finanças e o torcedor, irritado e frustrado, ainda tem que ouvir declarações como esta, de Celso Roth:
“-A torcida está frustradíssima com tudo e com todos, mas seria uma irresponsabilidade fazer qualquer coisa que atentasse contra o equilíbrio financeiro da instituição.”
Esse tipo de declaração além de irritar, ofende a inteligência do torcedor. Então trazer jogadores como Tcheco e Saja seria atentar contra o “equilíbrio financeiro da instituição”? Devemos aceitar, então, que o Grêmio, ao demitir um técnico como Mancini, forçando-se a pagar um milhão de multa ao mesmo, não é algo que comprometa as finanças? Devemos aceitar que trazer jogadores que não atuam há mais de 5 meses não é uma atitude temerária? Que formar um time de atletas fracos e trazer (e MANTER)um técnico reconhecidamente fracassado, o que culminou em não só uma, mas DUAS desclassificações, que fizeram com que o Grêmio deixasse de faturar R$6 milhões, nada disso é atitude irresponsável? São todas atitudes de direção competente, que sabe o que faz?
Faz-me rir. A direção do Grêmio vem, dia após dia, tomando atitudes irreponsáveis. Estas atitudes irresponsáveis desmotivam a torcida. Um torcida desmotivada significa perda de sócios, perda de movimento no Olímpico e, conseqüentemente, perda de renda para o clube. Entendo que se pense com comedimento. Porém, a direção gremista não pensa com comedimento: a direção gremista pensa pequeno. Sob a desculpa de estar controlando os gastos o Grêmio gasta com jogadores medíocres e gasta com um técnico medíocre. Conseqüentemente, gasta e não ganha nada em troca, tendo em vista que é um dinheiro claramente “jogado fora”, em um grupo totalmente sem capacidade de dar retorno. Muito diferente de quando se investe em jogadores que são aparentemente “mais caros”, mas são capazes de fazer o clube andar pra frente, conquistando títulos e motivando a torcida.
Ao prometer reforços apenas a partir de agosto a diretoria do Grêmio praticamente admite que o objetivo doclube será apenas lutar para não cair. E olhe lá. Trata-se de um time sem técnico, sem fibra e sem carisma, incapaz de motivar a torcida. Torcida esta que, nos últimos anos, era o 12º jogador, levando, ao lado de Mano Menezes e de um grupo de jogadores totalmente comprometido, o Grêmio à conquistas inimagináveis, tendo em vista que em 2005 vivia o inferno da série B. Sem a torcida, sem jogadores capazes e sem uma direção que entenda o que o Grêmio precisa. Mas com Roth, com um grupo de jogadores fraco e com uma direção que parece perdida . Alguém arrisca dizer aonde isso vai chegar?
Ps. este blog avisou o que estava por vir:
Grêmio 2007 – O fim de uma ilusão
Grêmio 2007 – Quem veio já foi
Sandro Goiano e William: o desrespeito confirmado
Que atitude rasteira, parte II
Celso Roth, o perfil de treinador que Paulo Pelaipe queria
Clássicos em cordel
Os livros de cordel são uma das mais marcantes contribuições ibéricas para a cultura brasileira. Características do interior da Região Nordeste, vieram junto com os primeiros colonos de Portugal e constituem até hoje das mais prolíficas formas de arte popular em nosso país. Uma das vertentes mais ricas da literatura de cordel é a adaptação de clássicos da literatura ocidental, em especial os de origem medieval, para os versos dos cordelistas. Um dos mais adaptados é o Dom Quixote de la Mancha, de temática muito cara aos armoriais, assim como as antigas novelas de cavalaria e histórias de cunho religioso.
Krieger e a Série B
Em entrevista à Rádio Gaúcha na noite desta sexta-feira, o novo diretor de futebol de futebol do Grêmio, André Krieger, deixou alguns assuntos bem esclarecidos para a torcida tricolor. Destacamos dentre eles:
-Estamos atentos ao mercado
Não se engane: essa frase foi, sim, proferida pelo diretor de futebol do Grêmio. Talvez ele tenha se inspirado em Vitório Pífero.
- [Sobre Tcheco]
“(…)Há a convicção de que por ora ele não seria aproveitado, não teria a utilização necessária. Trabalhamos com escassez de recursos e temos a expectativa de que o contratado venha efetivamente para jogar.”
Me preocupo em tentar entender como Krieger acredita que Tcheco não seria aproveitado no atual grupo do Grêmio. Duas possibilidades: falta de condições físicas ou falta de espaço devido à qualidade do plantel atual.
Vejamos:
Quanto à falta de condições físicas, seria até irônico imaginar-se que Krieger estaria vetando Tcheco por essa razão. Tcheco está atuando regularmente por seu clube, logo, tem condições físicas. A não ser que para o Grêmio a plenitude de condições físicas de um atleta seja um empecilho para sua contratação. Ou, ainda, talvez o Grêmio considere que um jogador está em plena forma quando o mesmo encontra-se há mais de 5 meses sem atuar, casos de Kelly, Rodrigo Mendes, Júlio dos Santos, Júnior dentre outros. Lembrando que de lá para cá mudou apenas o diretor de futebol. A direção continua a mesma e, provavelmente, mantém padrão no critério utilizado para a contratação de atletas. Critério este que descarta Tcheco, que está em forma e jogando por seu atual clube.
Caso Krieger acredite que Tcheco não jogaria por não haver espaço para ele devido à imensa qualidade do atual plantel, deixo aqui uma singela imagem:
[Sobre Saja]
“(…)Nós não pensamos em goleiro pois, na nossa ótica, temo já um goleiro que atenda as exigências. O Victor vem de lesão, mas já está reintegrado ao grupo e está treinando normalmente.”
É. O Victor se lesionou. Sabe-se lá se voltará em condições. O fato concreto é que o Grêmio tem, atualmente, apenas Victor como goleiro digno de ser titular. Afinal, ano passado o clube fez questão de se desfazer de Cássio. O retrospecto do Saja foi excelente. 59 jogos e 64 gols sofridos. Se formos levar em conta que o goleiro jogou com uma zaga desmantelada por boa parte do Campeonato Brasileiro antes da afirmação de Leo, perceberemos que Saja é digno de vestir a camisa do clube.
Todavia, Krieger parece não se preocupar com isso. Temos um, e apenas um goleiro. E para o diretor de futebol gremista isso basta.
[Sobre Celso Roth]
Nós trabalhamos em 99, tivemos até, na oportunidade, a satisfação de conquistar dois títulos, a Copa Sul e o Campeonato Gaúcho, e ali eu vi o método de trabalho do Celso e passei a, digamos, respeitá-lo como profissional. É um treinador trabalhador, sério, tem lá seus problemas, principalmente de relação interpessoal, tido e havido por alguns como turrão, antipático, seja lá o que for. Eu não estou aí para medir a simpatia de ninguém, eu quero que trabalhe e trabalhe bem, e a convicção de que ele trabalha, e trabalha BEM eu tenho. Muito embora eu tenha recebido carta branca do presidente, entendi que (mantendo Roth) estaria agindo, inclusive, de forma politicamente incorreta, mas estaria agindo de acordo com minhas convicções. [...]As pesquisas estão aí (que confirmam a intolerância dos gremistas com Celso Roth). Prefiro errar pela minha cabeça do que pela cabeça dos outros.
Krieger respeita Celso Roth. Krieger o acha um trabalhador e, pelo visto, acha que ele trabalha BEM. É sua convicção. Krieger acredita piamente que Celso Roth é bom treinador. Baseado em quê? Bom, isso já é um mistério. É sua convicção, como ele tanto gosta de repetir. E prefere errar por sua cabeça do que pela cabeça dos outros. Gremistas, lamentem: o tricolor está refém de um Diretor de Futebol que, além de não se importar com os apelos do torcedor, acredita no trabalho de Celso Roth.
- [Sobre reforços]
O nosso cálculo é um número de cinco contratações. (repórter pergunta se virão jogadores a nível de titularidade) A titularidade é relativa, pois se todos derem o retorno que a gente espera…quem sabe? Não podemos esquecer que alguns juniores que foram lançados recentemente pelo Celso estão se destacando. Enfim, o número é de cinco, a nossa idéia é que venham para jogar, para agregar. Agora se vão ser aproveitados como titulares ou não nós entregamos para o futuro.
Traduzindo:
-titularidade é relativa:
Provavelmente virão jogadores desconhecidos ou odiados por seus clubes de origem. Se dermos sorte terão nível para titularidade.
- Não podemos esquecer que alguns juniores que foram lançados recentemente pelo Celso estão se destacando:
Tentativa de se esquivar da pergunta sobre a titularidade, deixa implícito que Maylson e cia. servirão de base para a formação do time.
- enfim, o número é de cinco, a nossa idéia é que venham para jogar, para agregar. Agora, se vão ser aproveitados como titulares ou não nós deixamos para o futuro:
Resumindo: virão cinco jogadores, provavelmente cinco apostas e o futuro irá dizer se eles serão titulares ou não.
- [Sobre a segunda divisão]
Garanto que não. Primeiro vamos dar ao Celso condições para ele desenvolver o trabalho. Caso as coisas não evoluam nunca é tarde para repensar.
Vejamos: Celso Roth nos eliminou de duas competições. E, mesmo assim, Krieger o manteve como técnico. Ainda não é hora de mudar.
Aparentemente, o “nunca é tarde” de Krieger ocorre quando o time estiver lá embaixo, brigando para não cair.
-”Estamos trabalhando muito para montar uma equipe de futebol. Idealizamos um modelo, e o jogadores que estamos procurando são jogadores que estão dentro deste modelo. Este é o perfil.”
Há mais de uma semana fomos desclassificados da Copa do Brasil. Desde então foram especulados Hugo, Tcheco e Saja, todos prontamente descartados por Krieger.
Amaral, do Vasco, foi especulado. Krieger confirma as negociações. Então, aparentemente, o modelo , o perfil buscado pelo Grêmio é um no qual Amaral se encaixa? Amaral está dentro deste modelo de time?
Temo pelo futuro.
-“Moldamos um modelo e estamos em busca de jogadores dentro deste modelo. Esperamos a abertuda do outro mercado para, então, buscar aquele toque de qualidade. [...] Não vamos correr risco de cair. Entramos no campeonato brasileiro com objetivo de ser Campeão e no minímo uma vaga para a Libertadores.”
Cair para a série B não deveria, jamais, ser preocupação de uma torcida que há menos de um ano quase conquistou a América. Que há um ano via seu time ser bi-campeão gaúcho.
Como esse time e esse treinador o Grêmio não terá chances de ir para a Libertadores. E certamente não é a vinda de Amaral que mudará isso. O que o Grêmio precisa agora é de jogadores que vistam a camisa, mas estes, aparentemente, não servem para o Grêmio de Krieger.
Krieger ainda confirmou que Amaral está sendo sondado. Abaixo, alguns comentários de torcedores vascaínos sobre a saída de Amaral, na comunidade do clube no Orkut. Percebam o “desespero” dos vascaínos.
“FIQUE UM BOM TEMPO POR LÁ”
“Adeus, Aleluia e 1st Page!”"
“ALELUIA!!!!!!!
“REDUÇÃO DE 100% DE INFARTES EM VASCAÍNOS!!”
“boa sorte amaral
que vc possa fazer no gremio o que fez pelo vasco, ituano e paulista
OU SEJAA, NADAAA”
” Que você e o Celso Roth oficializem logo essa união e sejam felizes para sempre LONGE DO VASCO.”
” O Roth realmente odeia o Grêmio”
“coitados do gremistas…hahah”
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É triste perceber que a direção gremista continua insistindo em transformar o clube em motivo de piada.
Caminhão com fezes humanas tomba e bloqueia rodovia
Me perdoem, mas tenho que divulgar esta notícia cômica.
Uma rodovia no Estado americano de Indiana ficou fechada por quase toda esta quinta-feira depois que um caminhão carregado de fezes humanas tombou, informou a agência AP. Segundo o motorista, a carga estava sendo levada a uma usina de reciclagem na cidade de Portage.
Durante todo o dia, a equipe responsável pela limpeza de cargas perigosas de Lake County e os bombeiros de Crown Point limparam a sujeira. Ambos os sentidos da rodovia foram bloqueados durante o trabalho. O motorista recebeu uma notificação por levar a carga sem proteção.
Redação Terra
Pergunta: Quem recicla cocô?
Tcheco e Saja – uma nova esperança
A história do Grêmio é marcada pela existência de ídolos imortais. Renato Portaluppi, Dinho, Danrlei, dentre outros, são os homens que ajudaram a construir esta história. Jogadores que hoje em dia são, também, sinônimo de Grêmio. Retrataram, cada um em sua época, um espírito que marcou gerações e que ajuda a servir de base para moldar o conceito de “ser Grêmio”.
É interessante perceber que o tempo é o maior responsável por dar às coisas seu devido valor. É ele que, a medida que passa, faz com que, quando nos confrontamos com uma realidade dura e severa, nos sintamos muitas vezes saudosos de uma época a qual talvez não tenhamos dado o devido valor.
Nos recém chegados buscamos, ininterruptamente, identificar algum jogador que alie qualidade e retrate este espírito. Alguém que seja “a cara do Grêmio”. É engraçado, mas quem me vem à cabeça é Roger. Um dos poucos que parece ter vestido a camisa de verdade, que parece comprometido.
No ano de 2007 muitos dos jogadores que atuaram no Grêmio assumiram a camisa como segunda pele. Era como se, novamente, os jogadores enxergassem a camisa do clube não só como uniforme de trabalho, mas sim algo que já pertencia a eles, algo que os movia, muito mais do que qualquer outra coisa. Saja e Tcheco faziam parte desse grupo. Olhar o Tcheco em campo era olhar o Grêmio. Nele se identificava vontade de vencer, inquietação com as injustiças, ligação com a torcida e amor ao clube. Tcheco nem havia saído e já se mostrava disposto a voltar.
Saja pode nos ajudar a sair do fosso
Situação semelhante ocorreu com Saja. Até hoje, quando vejo a camisa preta, é como se estivesse vendo Saja no gol. O goleiro que, a cada gol feito pelo time, vibrava como se tivesse sido marcado por ele. Que após vitórias inesquecíveis corria em direção às arquibancadas e jogava a camisa aos torcedores. Que chegou apaixonado pelo San Lorenzo mas, ao sair, já era totalmente gremista. Saja, como Tcheco, saiu prometendo voltar. Mal deixou Porto Alegre e já estava com saudades.
É este tipo de ligação, de identificação, essa sintonia perfeito que faz com que a torcida por um clube valha a pena. É perceber que aquela camisa é capaz de inspirar o jogador a querer pertencer ao seleto rol de imortais. É o sentimento que se tem ao perceber que o jogador que veste a camisa do Grêmio É o próprio Grêmio. É o clube, personificado na forma de 11 atletas. É a camisa do clube, sendo honrada e respeitada, sendo vestida como se fosse um manto.
Para jogar no Grêmio não basta apenas treinar diariamente e jogar as partidas de maneira burocrática. Tem que haver comprometimento com o clube, e não apenas com ambições pessoais. Para jogar no Grêmio é preciso que a camisa seja como uma extensão da pele do jogador, é necessário que o torcedor perceba isso.
As recentes notícias veiculando possibilidade de Saja e Tcheco retornarem ao Grêmio nos reacende a esperança de que, com eles, além das inegáveis qualidades em campo, retorne aquele espírito positivo e vibrante de 2007, aquele comprometimento com o tricolor e sua torcida. Nesse momento difícil seria como uma luz no fim do tunel.
Raça?

Mao Molina, pouco antes de pedir outra camisa e seguir no jogo para ajudar ao Santos a vencer oCúcuta por 2×1 e passar de fase na Libertadores da América.
Romário – meninos eu vi!
Nossa geração cresceu ouvindo pais, tios e avós tecendo loas a jogadores de uma época de grandeza do futebol brasileiro. Dependendo da faixa etária do narrador, o exemplo de genialidade futebolística é Pelé, Falcão, Zico ou o que eles, privilegiados, viram desfilar pelos gramados brasileiros e assistiram ao vivo e a cores.
Já nós, da geração dos degredados, que pertencemos a um Brasil que não consegue manter em casa seus filhos que saem mundo a fora em busca da realização profissional e financeira que sua pátria lhes nega, vimos esta tendência também no futebol. E assistimos os grandes virtuoses da bola aqui revelados brilharem em gramados estrangeiros, sem que pudéssemos desfrutar por muito tempo de suas jogadas geniais em nosso país.
Havia, entretanto, uma exceção: Romário.
Uma tia minha disse que quando Romário fazia gol em seu time chegava a ser uma honra. Sem chegar a tanto, posso dizer que, quando ele entrava em campo com a camisa do Vasco, do Flamengo ou de outro time, parecia que estávamos fazendo parte de uma importante página da própria história do futebol brasileiro. Parecia que voltávamos ao tempo romântico dos craques identificados com clubes, como o Flamengo de Zico, Renato do Grêmio ou o Inter de Falcão. Romário não identificou-se com um clube, mas com uma cidade – o Rio de Janeiro – e jogou em quase todos os seus grandes clubes, à exceção do Botafogo de Garrincha. Romário nunca gostou muito de correr, assim como seus conterrâneos cariocas. Preferia que algum atacante veloz e habilidoso, como Bebeto, Ronaldo, Muller ou Renato, levasse a bola até a área onde era rei. Ali ele faria o que era necessário fazer, e sempre o fez com perfeição. Duvido que outro atacante, na história do futebol, soubesse se colocar tão bem dentro da área e acertar o gol com tanta precisão. Símbolo máximo disso foi o seu gol contra a Suécia, na Copa de 1994, saltando mais alto do que todos os gigantescos zagueiros nórdicos. Além disso, um atacante que, aos 39 anos, foi artilheiro do Campeonato Brasileiro.
Romário parou e deixará saudades. E nossa geração poderá, assim como as que nos antecederam, dizer com orgulho: meninos, eu vi um gênio do futebol jogar.
Real Madrid elege os 20 (vinte) melhores de sua história
Por meio de votação entre os torcedores do clube espanhol, o Real Madrid elegeu os 20 maiores e melhores jogadores de sua história. A lista conta com apenas um brasileiro: Roberto Carlos, lateral dos merengues por uma década.
Confiram:
1. Alfredo di Stéfano (28.466 votos)
2. Zinedine Zidane (28.344 votos)
3. Raúl González (28.090 votos)
4. Roberto Carlos (27.104 votos)
5. Santiago Bernabéu (26.958 votos)
6. Iker Casillas (26.258 votos)
7. Fernando Hierro (24.575 votos)
8. Emilio Butragueño (24.362 votos)
9. Ferenc Puskás (23.792 votos)
10. Hugo Sánchez (23.342 votos)
11. Ricardo Zamora (22.043 votos)
12. José Martínez Sánchez, ‘Pirri’ (20.973 votos)
13. Fernando Redondo (20.966 votos)
14. José Antonio Camacho (20.383 votos)
15. Carlos Alonso González, ‘Santillana’ (19.546 votos)
16. Francisco Gento (18.741 votos)
17. Juan Gómez González, ‘Juanito’ (18.722 votos)
18. Amancio Amaro (18.285 votos)
19. Vicente del Bosque (17.456 votos)
20. Manuel Fernández, ‘Pahiño’ (17.392 votos)
II Fórum Estadual Integrando Meio Ambiente à Vida
O II Fórum Estadual Integrando Meio Ambiente à vida ocorre nos próximos dias 18 e 19 de abril no auditório Dante Barone da Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul em realização do Instituto Arte, Meio Ambiente e Educação (AME).Durante o evento, que iniciará com palestra de Beto Moesch, que falará sobre comunicação e sustentabilidade, haverá apresentação de projetos socioambientais desenvolvidos por empresas, universidades e prefeituras que obtiveram bons resultados.
Beto Moesch, um dos idealizadores do Código do Meio Ambiente do RS, apresentou esta semana projeto de lei na Câmara de Vereadores visando a redução, reutilização, reciclagem e correta destinação dos resíduos oriundos da construção civil e de pequenas obras, tais como demolições e reformas.Uma das intenções é implantar um sistema de coleta eficiente que conte, entre outros recursos, com caçambas lacradas e instalações de destinação em vários pontos da cidade. Essas medidas têm o objetivo de evitar que o entulho seja misturado ao lixo orgânico e disposto em locais ilícitos, o que pode ocasionar sérios danos ao meio ambiente.
2ª Semana do Livro na PUCRS
O dia mundial do livro é comemorado no próximo dia 23 e a ediPUCRS homenageia a data com a realização da 2ª Semana do Livro de 22 a 26 deste mes de abril no Campus Central da PUCRS (avenida Ipiranga, 6681 – Porto Alegre). Painéis, exposição de e-books, lançamentos e sessões de autógrafos juntamente com feira de livros onde serão comercializados todos os títulos da ediPUCRS com 30% de desconto e as obras das demais editoras com preços especiais.
A programação completa do evento e informações complementares podem ser obtidas pelo telefone (51) 3320-3523 ou no site http://www.pucrs.br/edipucrs/semana_livro/
Fonte: ASCOM -PUCRS
Analisando o futuro
“Sobre a ausência dos grandes títulos na biografia de Celso Roth, convém lembrar que Abel Braga tinha idênticos vazios no seu currículo. Era gozado, até, pelos vice-campeonatos que ‘conquistara’. De repente, com o respaldo de um qualificado grupo de jogadores e boas condições de trabalho, ergueu os troféus mais valorizados no futebol mundial. Ninguém deve ser governado pelo passado”
Wianey Carlet na Zero Hora de hoje
O sr. Wianey Carlet lança agora uma nova maneira de se avaliar o trabalho de um profissional: a análise futura. Como acredita que o currículo de um técnico não seja um critério válido para a sua contratação, talvez o ideal seria contratar uma vidente para prever o sucesso do treinador. A idéia não deixa de ser revolucionária, mas é desnecessária no caso de Celso Roth: sem vidente, búzios, tarô, bola de cristal ou sonhos reveladores já é possível saber muito bem o que vai acontecer com o time que é treinado por ele.
Reaprendendo a ler
A palavra se desvaloriza no mundo inteiro. A falta de leitura, cada vez maior, é apenas um dos sintomas disso: as propagandas são cada vez mais óbvias, as tiragens de jornais e revistas, mais curtas, e as letras de música, mais simples. É preciso explicar metáforas para o homem urbano médio, porque ele não compreende mais o sentido simbólico das palavras de sua própria língua. É um fenômeno típico da sociedade industrial: nas feiras do interior do Nordeste, sertanejos semi-analfabetos compõem poemas com métrica e rima e contam as sílabas em pés, como Homero, para platéias de agricultores e jagunços. Enquanto isso, em qualquer metrópole, um estudante universitário não consegue entender Camões ou Castro Alves.
É para esse leitor que se destinam as lições de A Análise Literária, de Massaud Moisés, professor de teoria literária na USP. Que ninguém se engane com o título e nem com o que o próprio autor postula na introdução: não se trata de uma obra destinada apenas aos acadêmicos. Aliás, o título que a obra trazia na sua primeira edição – “Guia prático de análise literária” – era mais apropriado ao que ela propõe. Massaud Moisés quer nos ensinar, a todos nós, a ler poemas, contos, crônicas e romances. Ensina a apreciar uma metáfora, a acompanhar o percurso de um personagem num romance, a entender a diferença entre uma crônica e um conto. Dá conselhos que têm um sabor de novidade, mas que, no passado, estariam em qualquer manual de literatura do ensino secundário. O que o professor Massaud Moisés parece querer, veladamente, é fazer com seus alunos leiam e avaliem um livro com a mesma naturalidade com que nossos avós o faziam.
Ainda as cotas ou Apontamentos a partir da leitura de um jornal
Quem passeia pelo Brique da Redenção nas manhãs de domingo volta para casa bem informado. Enquanto olha os discos de vinil ou procura edições pré-históricas da revista O Cruzeiro, o transeunte toma contato, e à sua revelia, com a fina flor da imprensa alternativa portoalegrense, de informativos de grupos GLS a folhetos de cartunistas.
Um desses jornais intitula-se, muito simplesmente, Jornal do Centro. Na sua edição de dezembro do ano passado, este jornal trouxe uma matéria sobre um tema então candente: a questão da aprovação das cotas raciais na UFRGS. Não se pode dizer que a matéria discutiu o assunto, como seria natural em um texto que não é opinativo. Veremos a seguir porquê. Importa, por enquanto, comentar brevemente algumas passagens do texto.
A primeira frase da matéria é a seguinte:
“O Brasil é o país com a segunda maior população negra do mundo”
Este é um dos argumenos mais frequentemente utilizados pelos defensores das cotas raciais. Segundo eles, aproximadamente metade dos brasileiros pertenceriam a esta etnia, contabilizando assim 90 milhões de negros em todo o país. De acordo com esse número, apenas a Nigéria, com seus 125 milhões de habitantes – quase todos desta cor - teria mais negros do que o Brasil em números absolutos.
Uma olhada de perto nas estatísticas desmonta essa idéia. Os 90 milhões a que aludem os pró-cotas incluem aí os mestiços – 43% da população – junto aos negros – em torno de 6%. São pessoas que possuem tanto origem africana quanto européia. Aliás, muitos destes mestiços sequer têm origem africana: são mistura de índios e europeus, como é o mais frequente nos Estados das regiões Norte ,Centro-Oeste e em partes do Sul do país, sobretudo nas áreas próximas à fronteira com a Argentina e o Paraguai. Essa estatística de 90 milhões de negros é, portanto, totalmente fictícia e serve apenas à propaganda dos cotistas, que empregam aí o critério do censo norte-americano, segundo o qual é negro todo aquele tenha algum ancestral de origem africana. Esquecem eles, porém, que naquele país a miscigenação entre negros e brancos – excluídos aí os mestiços provenientes da América Latina e do Caribe - é raríssima, sendo assim o negro americano quase sempre um tipo puro, sem qualquer origem européia. O que, definitivamente, não é o caso do Brasil.
Logo depois, a mestranda em Letras Luanda Sito, participante do Grupo de Trabalho pelas Ações Afirmativas, diz o seguinte:
“Uma população não está ingressando aqui e o item racial é bastante importante para este não-acesso”
Outra afirmação muito discutível. O vestibular não discrimina ninguém pela cor. Na escola, as turmas não são divididas pela cor. Nos concursos, idem. O item racial só pode ser ímportante se considerarmos o racismo presente na sociedade como um obstáculo a ser ultrapassado pelo negro. Só que esse racismo não é oficial. Aliás, há garantias legais contra ele. Como é possível, portanto, afirmar que o item racial seja tão importante assim?
A mesma Luanda comenta as pichações racistas que apareceram nos prédios da UFRGS da seguinte maneira:
“Essas manifestações que ocorreram foram uma reação à promoção de direitos de igualdade. O que é normal, pois quando você quebra privilégios de um grupo ele tende a reagir negativamente”.
A qual grupo a sra. Sito se refere? Aos que picharam os muros? Aos alunos da UFRGS? Se a referência for a estes últimos, ela está enganada. Os alunos que estão na universidade, de qualquer cor de pele, não são “privilegiados”. Entraram por meio de um concurso público com chances iguais e ali estão por mérito próprio. Se o grupo aludido for o daqueles que picharam os muros, então a questão muda de foco. Racistas são contra negros em qualquer lugar, não apenas na universidade.
Por fim, a matéria traz uma declaração de um estudante sobre a questão. Diz ele: “A aprovação das cotas criará um apartheid social dentro da UFRGS. Ficarão os aprovados por mérito de um lado e os cotistas do outro”. Ao que respondeu a sra. Sito:
“Este apartheid já existe”
Difícil imaginar que a sra. Sito seja mesmo estudante do mestrado da UFRGS. Este que aqui escreve estuda na mesma universidade e no mesmo instituto que ela e nunca viu nada parecido com apartheid desde que lá ingressou. Ao contrário: a regra é ver alunos negros, brancos e mestiços no mesmo espaço, estudando juntos, fazendo trabalhos juntos e divertindo-se juntos. Assim é dentro da Universidade, e assim é também fora dela. As manifestações racistas, se ocorrerem – e este articulista nunca viu nenhuma – com absoluta certeza serão imediatamente reprimidas não pelos órgãos oficiais da UFRGS, mas sim pelos próprios alunos, sejam eles de qual etnia forem.
E agora, perguntamos: onde está o outro lado da questão? Onde estão os estudantes e professores que são contrários a esta medida? Onde estão os representantes da tendência oposta? A matéria trata a questão das cotas como o único remédio possível contra o racismo e os seus defensores como uma espécie de paladinos da igualdade contra o preconceito. Ao escolher apenas um lado da questão, essa matéria contribui para a divulgação de uma idéia baseada em falsos preceitos e que, ao contrário de diminuir o preconceito racial, só irá aumentá-lo.
Uma família esportista
Domingo chuvoso, temperatura começando a atingir níveis civilizados e consequente disposição para este bicho de inverno que eu sou. E com este estado de animo elevado fui ao supermercado para adquirir mais uma temporada de meu atual vício, o seriado Friends. E mais contente fiquei ao encontrar o jovem zagueiro Thiago Magalhães Pereira e seu pai. Thiago é daqueles jovens que podem ser usados como exemplo do que existe de saudável e bonito na juventude brasileira. Sou sua “fã de carteirinha” desde os tempos de Colégio La Salle em Canoas, onde, nos jogos após às aulas da tarde, já demonstrava suas qualidades como jogador e como pessoa. E os anos mantiveram o mesmo comportamento no excelente zagueiro , que esteve até pouco tempo atrás no Vila Nova, de Goiás. E Anna Paula , irmã de Thiago não é diferente do irmão. A mesma menina alegre do pátio do La Salle continua sendo visível na linda jovem de 21 anos que tem se destacado no atletismo, havendo participado recentemente de competição internacional no Chile( Meeting de Valdívia) ao lado de grandes nomes do esporte. Anna conquistou o terceiro lugar no arremesso de peso com 14,69m.
Enfim, foi bom encontrar Thiago e constatar que algumas coisas, como valores familiares, ainda permanecem incólumes em parcela da população deste país, onde tudo parece não ter grande valor. E esta Canoas de triste fama, seja pela péssima qualidade vida , seja pelas notícias envolvendo sua classe política, ou pela violência reinante e jovens consumidos pelas drogas, também tem um lado seu que seria modelo em qualquer parte do mundo.
Thiago vestindo a camisa do Vila Nova
Anna Paula representa o Brasil no atletismo
34ª Rodada do Campeonato Inglês
12/13 e 14 de abril
Manchester United 2×1 Arsenal- Cristiano Ronaldo e Hargreaves , Adebayor
Birmingham City 1 X1 Everton- Mauro Zarate Lescott
Reading 0 X 2 Fulham-McBride e Nevland
Sunderland 1 X 2 Manchester City-Whitehead , Elano e Vassel
Portsmouth 0 x 0 Newcastle United
Liverpool 3X 1 Blackburn Rovers- Gerrard , Torres, Voronin e Santa Cruz
Bolton Wanderers 1 X 0 Westr Ham United-Davies
Derby County 0 X 6 Aston Villa-Young, Carew,Petrov, Barry,Agbonlahor,Harewood
Tottenham Hotspurs 1 X 1 Middlesbrough-Grounds e Downing
Chelsea 1 x 1 Wigan Athletic FC
CLASSIFICAÇÃO
1° Manchester United – 80 pontos
2° Chelsea-75 pont0s
3°Arsenal – 71 pontos
4° Liverpool- 66 pontos
5°Everton- 61 pontos
6° Portsmouth -57
7°Aston Villa – 55 pontos
ARTILHEIROS
Cristiano Ronaldo- Manchester United (28)
Fernando Torres-Liverpool (22)
Adebayor- Arsenal (20)
Santa Cruz- Blackburn Rovers (15)
Keane- Tottenham Hotspurs(14)
Berbatov – Tottenham Horspurs (14)
Yakubu- Everton(13)
Diário de Liverpool: Lucas, titular, dá assistência e Gerrard marca
Jogaram hoje Liverpool x Blackburn, pelo Campeonato Inglês. Lucas foi titular e voltou a mostrar porque foi o melhor jogador do Brasil em 2006.
Jogando em um meio-campo com Gerrard e Xabi Alonso, Lucas foi participante ativo da partida. Quase fez gol, com um semi-voleio que passou perto da trave, e esteve presente em um dos gols do time.
Com 59 minutos de jogo, o brasileiro recebeu a bola na entrada da área e lançou Gerrard. O capitão do time fuzilou e fez o gol.
Aos 74 minutos, uma tabela cerebral entre Lucas e Gerrard deixou Xabi Alonso na frente do gol, mas o espanhol perdeu.
Liverpool 3 x 1 Blackburn
Liverpool: Gerrard, F. Torres e Voronin
Blackburn: Roque Santa Cruz
Berlusconi vem aí

Como você qualificaria alguém que:
- É presidente de um dos maiores clubes do planeta, que é também atual campeão mundial de clubes; nesse time joga o melhor jogador do mundo.
- Dono de uma das maiores galerias de arte da Europa;
- Dono da Fininvest;
- Apesar de contar mais de 70 anos, é frequentemente visto com modelos com menos da metade da sua idade;
- É bilionário;
- É a pessoa mais rica da Itália e a 15a. do mundo;
- Dono da maior rede de televisão da Itália;
- Suspeita-se que tenha ligações bem amistosas com a Máfia, da Camorra e outras organizações criminosas da Europa;
- Produtor de cinema bem sucedido, já faturou um Oscar com o filme “Mediterrâneo”
- Amigo íntimo da maçonaria;
- E, como se tudo isso não bastasse, já foi primeiro ministro da Itália duas vezes e pretende sê-lo pela terceira vez.

Sua última frase:
“As mulheres de direita são muito mais bonitas do que as de esquerda”.
Acrescentou ainda que:
“A primazia feminina é dentro das paredes domésticas, mas fora de casa é discutível”
Por tudo isso, e por muito que não dissemos, o blog Perspectiva diria que o sr. Silvio Berlusconi é, em bom português, um cidadão que pode. Simplesmente isso.
Schiavi não deu certo?
Paulo Odone lançou esta frase:
- O ano em que mais gastei foi em 2007. Trouxemos Amoroso, Kelly e Schiavi e nenhum deu certo.
Nenhum deu certo? O presidente se esquece que Schiavi, logo após a Libertadores, tornou-se titular e além de ter sido o melhor em campo no Gre-Nal, ajudou a equipe a ficar nove jogos invicta e levar apenas dois gols. E, logo que saiu, o time perdeu a invencibilidade.
No primeiro semestre do ano, Schiavi estava se adaptando. Mas teve o azar de ser escolhido o bode expiatório de uma equipe que estava jogando sem inspiração. O estranho é: que jogador não dá certo e ajuda a deixar o time quase dez jogos invicto? Jogos estes que o Grêmio jogou sem muitos de seus jogadores principais.
Contrate bem presidente. É o que a torcida quer.
PS: Alguém sabe onde foi parar o Kelly? Depois de tratar sua lesão no Grêmio, o jogador desapareceu.
Aula magna na PUCRS com futuro presidente do STF
A Faculdade de Direito da PUCRS promove aula magna na próxima sexta-feira, 11 de abril, às 19h30min, tendo como convidado o futuro presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Gilmar Mendes. Direitos fundamentais na jurisprudência do STF será o tema do encontro que ocorrerá no Centro de Eventos da Universidade, prédio 41 do Campus Central (avenida Ipiranga, 6681 – Porto Alegre). A atividade tem entrada franca e também será transmitida on-line através de link disponível na página da Faculdade (www.pucrs.br/direito).
Em recente encontro na Câmara dos Deputados, o ministro disse que o Brasil vive um quadro de caos legislativo, o que contribui para entulhar de processos o Judiciário. Segundo ele, o emaranhado de leis existente no País faz com que ninguém saiba o que está em vigência. Crítico da profusão de medidas provisórias baixadas pelo Executivo, prega a regulamentação pelo Congresso do uso desse instrumento.
Também tem se manifestado sobre temas atuais da vida nacional, condenando, por exemplo, a prática de elaboração de dossiês contra adversários políticos: “Se de fato alguém pratica esta política de levantamento de dados para vazar com o intuito de formar dossiê é lamentável; se isso se pratica no âmbito do governo é lamentável. Acho que até não é uma prática condizente com o estado de direito democrático”.
Mendes critica ainda os excessos jurídicos, que obrigam o STF a reformar cerca de 60% das decisões relativas às prisões preventivas, com o atendimento de habeas corpus contra decisões de juízes de primeira instância, e a falta de fiscalização dos próprios juízes no acompanhamento das escutas telefônicas. “Muitas vezes, antes mesmo do juiz ter acesso ao conteúdo de escutas autorizadas judicialmente, ele vê o vazamento das escutas em jornais de grande circulação ou em emissoras de televisão de grande audiência”.
Caia, Pelaipe
Tenha dignidade.
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O aquecimento global é uma farsa?
É o que diz o meteorologista paulista Luis Carlos Molion neste entrevista à revista Isto É. Suas idéias foram alvo de muita polêmica no último Fórum da Liberdade. Molion diz, entre outras coisas, que as teses ambientalistas de controle de recursos naturais são invenções dos países ricos para impedir o crescimento econômico dos países mais pobres, entre eles o Brasil.
http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/1967/artigo55150-1.htm
Este artigo contém outras informações detalhadas.
Com reservas e volta de G. Neville, Manchester vai às semifinais
Apesar da bravura da Roma, deu Manchester. Justo, até, em virtude da diferença técnica entre as duas equipes. O Manchester deu-se ao luxo de jogar com o time “B”, poupando C. Ronaldo, Rooney e Scholes para o difícil confronto do final de semana contra o Arsenal, pelo Campeonato Inglês.
A torcida da Roma fez uma festa surpreendente. Seria nota 10 caso não tivesse desrespeitado o minuto de silêncio antes do jogo, de onde recebeu duras vaias.
O jogo foi praticamente igual: o Manchester, com a genialidade de Ryan Giggs encontrava espaços e parava em Doni, que foi uma muralha (quase) intransponível. A Roma teve diversas chances também e desperdiçou um pênalti – a meu ver inexistente -, com De Rossi mandando a bola parar na cova de Júlio Cesar.
No segundo tempo a Roma continuou pressionando e exigiu de E. van der Sar. Até que em um contra-ataque rápido, Hargreaves cruzou e Tevez, de peixinho, mandou para o fundo das redes. Foi o gol que confirmou a classificação já esperada.
Nas semi-finais, o Manchester United enfrenta o Barcelona, “intruso” do domínio inglês na UEFA Champions League.
Manchester em casa e Roma sem Totti. Só protocolo?
Não quero ser chamado de parcial ou de anti-Roma, mas não acredito em nenhuma possibilidade dos filhos da Loba passarem pelo Manchester United. O time inglês joga em casa, com 100% do estádio lotado, venceu a primeira partida em Roma por 2 x 0 e ainda conta com um enorme reforço: Totti, principal jogador do time italiano, não joga.
Do lado do Manchester, a dúvida está no miolo de zaga: Ferdinand e Vidic sentem dores. Vidic está fora, e Ferdinand fará avaliação pouco antes do jogo.
Diante destas circunstâncias, tenho minhas dúvidas se o jogo não será um mero protocolo.
Manchester United: Van der Sar; Hargreaves, Brown, Piqué e Evra; Carrick, Anderson, Cristiano Ronaldo e Nani; Tévez e Rooney. Técnico: Alex Ferguson.
Roma: Doni; Panucci, Mexes, Juan e Cassetti; De Rossi, Pizarro, Taddei, Perrotta e Mancini (ou Tonetto); Vucinic. Técnico: Luciano Spalletti
As oportunidades de Lula
Podemos criticar o governo FHC em muitos pontos, mas ninguém pode negar que o ex-presidente tucano vem dando verdadeiras lições de como um verdadeiro homem público deve se comportar. Depois que deixou a Presidência, Fernando Henrique não seguiu o rito comum a muitos ex-presidentes que recolhem-se à vida privada, aos chinelos, à novela das oito e os netinhos. Fundou um Instituto com seu nome, dá palestras e cursos, escreve livros e publica artigos periodicamente na grande imprensa brasileira. E volta e meia tem momentos luminosos que servem – ou deveriam servir – de lição para o seu sucessor.
Um deles é este artigo, publicado no jornal Zero Hora na última semana:
Fernando Henrique Cardoso Oportunidade perdida
Seu título é “Oportunidade perdida” e sua leitura nos mostra que a distância entre Fernando Henrique e Lula não é apenas de origem social. Tampouco podemos medi-la pelas dezenas de anos de estudo que um tem a mais do que o outro. O que os separa é a maneira de encarar o país em que vivem e o mundo que os cerca.
Após saudar a iniciativa de Barack Obama em criticar abertamente as palavras racistas do seu suposto mentor espiritual, o pastor Jeremiah Wright, Fernando Henrique a compara com as atitudes recentes de Lula:
“Que diferença! Seria demais esperar que Lula, que também é símbolo de uma sociedade dinâmica em que as forças da mobilidade social contam mais do que a origem, percebesse que o País, para avançar, precisa realizar o muito imperfeitamente realizado ideal da igualdade perante a lei e que a moralidade pública é condição da igualdade republicana, e não preocupação de privilegiados? Não é isso que se deveria esperar do chefe da Nação? O que se vê, porém, é um presidente que não hesita em reviver a velha cantilena dos “dois Brasis”, da elite branca e dos oprimidos, dos maus e dos bons, e não raro justificar as práticas políticas mais atrasadas. Isso num país que o colocou no topo da vida pública e que se caracteriza por ter uma elite composta pelos “brancos da terra”, tisnados com orgulho pelos mais variados sangues, do indígena ao europeu, do negro ao asiático.”
A seguir, lembra do episódio lamentável – e francamente ridículo – do nosso presidente em Pernambuco, ao fazer uso interesseiro do ressentimento da platéia contra os sulistas que supostamente os desprezam:
“Para afagar Severino Cavalcanti, chamou-o de vítima do preconceito das elites de São Paulo e do Paraná, que teriam urdido uma trama para seu afastamento da vida pública. Teoria conspiratória risível, se dita por uma pessoa comum. Inaceitável, porém, vindo do presidente da República.”
Inaceitável e preocupante. Lula mostra assim, sem retoques, a sua faceta amiga de Chávez e Morales, que também brincam com a questão racial para angariar apoio popular e dividir nações ao meio através da cor e da origem. Lembra aquela criança pobre que, enraivecida pela popularidade de um menino mais bonito e rico, aponta-lhe o dedo na frente de todo o mundo e grita aos quatro ventos: “Ele despreza a gente, sabiam?”. Engraçadinho e previsível no caso da criança. Inaceitável, para alguém que, em princípio, deveria colocar-se acima de tudo isso. Só que Lula, o mesmo que assume ar bonachão de dono de padaria, que admite gostar de samba, futebol e novela, que chama o presidente dos EUA de “cumpanhêro Búshi” e que se veste de caipira em Festa Junina, recusa-se a assumir, nem por alguns minutinhos, uma postura um pouco mais altiva, mais sóbria, mais, digamos, compatível com o cargo de comandante máximo da oitava economia do mundo.
São bem conhecidos os frutos dessa política nojenta. Nos países africanos, fazendeiros brancos são brutalmente assassinados pelo simples fato de serem brancos. Na Espanha, bascos explodem bombas como vingança pela barbárie cometida por Franco. Até mesmo nos EUA, velhos políticos sulistas saudosos da segregação dão força para grupos racistas por que não querem ver descendentes dos seus escravos mandando em grandes empresas. Lula está querendo fazer a mesma coisa. Irresponsabilidade? Provável. Ignorância? Também. Mas também pode ser plano bem arquitetado de conquista de espaços dentro do eleitorado, trazendo para si uma faixa de público que adora um bode expiatório para acalmar seu ressentimento.
E é com preocupação que o ex-presidente pergunta:
“Será a prévia do que virá pela frente na campanha eleitoral de 2010?”
Infelizmente, há bons motivos para pensar que sim. Esse discurso mesquinho e tosco já demonstrou ter vida longa num país onde as cotas para negros foram aprovadas e os seus opositores foram tachados de racistas, inimigos da igualdade e neo-escravagistas, mesmo que entre eles se encontrassem muitos negros. E aí podemos diferenciar essencialmente os governos Fernando Henrique e Lula, bem como as suas personalidades. No governo FHC, a questão de quebra de patentes dos remédios foi tomada pelos estrangeiros como uma afronta aos princípios básicos do livre comércio. O Brasil foi muito elogiado, mas também muito criticado pelos grandes grupos econômicos. FHC – ou melhor, o ministro José Serra- manteve-se firme e, hoje, o Brasil é referência no combate à AIDS em todo o mundo. FHC ainda desapropriou centenas de milhares de hectares – alguns deles indevidamente -, deu polpudas indenizações para quem foi prejudicado pelo Regime Militar e destruiu ACM e sua descendência política. Ousou bastante, portanto. Mas sempre soube, como sociólogo de formação que é, o perigo de mexer em estruturas básicas da formação cultural brasileira. E uma destas – talvez a principal – é a miscigenação. FHC sempre deixou claro que o discurso racialista era, em se tratando de Brasil, é não só mentiroso e redutor como perigosíssimo. Importado de centros onde ele, por uma série de variáveis de ordem cultural, se fez necessário – nomeadamente, os Estados Unidos da América -, ele corria o sério risco de adaptar-se mal a um ambiente onde as condições que o engendraram não existem ou, se existem, estão configuradas de maneira muito diferente e gerando resultados muitos diferentes também. Por isso sempre se pôs contra as cotas universitárias, apesar de, com isso, ter a grande chance de ganhar a simpatia de certa parcela engajada da comunidade negra. Por isso nunca usou de baixos expedientes retóricos ao falar em áreas mais pobres do país. Por isso nunca falou do Brasil como uma gigantesca – e grotesca – antítese entre proletariado e elite, tão cara aos ouvidos dos admiradores de Stalin e Mao, respeitando a complexidade do país e reconhecendo que não seria pelo confronto direto entre “civilizações” diferentes que resolveríamos os nossos problemas. Lula não tem essa preocupação. Lula não entende nada disso. Provavelmente sequer entende este texto. Provavelmente sequer sabe o que Fernando Henrique quer dizer quando lamenta, no fim de seu artigo, que a “oportunidade se está perdendo pela falta de visão de quem lidera”. Porque Lula, com todas as suas apologias aos laços “de sangue” (palavras suas) que o unem à população brasileira, com todos os anúncios de coisas que “nunca antes nesse país” foram feitas, com seu sorriso e sua camaradagem tão brasileiras, não entende nada do país que ele próprio governa. Se tivesse a mínima noção do que está fazendo e do que deveria fazer ele aproveitaria as inúmeras oportunidades que lhe passam à frente, não de construir um novo País, como FHC lhe pede, mas sim apenas as de ficar quieto.
Liverpool e Chelsea vencem e se enfrentam nas semifinais mais uma vez
Deu Liverpool, o favorito. Não pela qualidade superior, pois os times são equivalentes. Passou pela força na competição européia e na capacidade de decisão de seus jogadores.
A exemplo do primeiro jogo, o primeiro tempo foi inicialmente dominado por completo pelo Arsenal. Marcando sob pressão, não permitia ao Liverpool sequer passar pelo meio-campo. Adebayor constantemente era lançado às costas da defesa, e não fosse sua sucessão de impedimentos, poderia ter tido maior sorte. Aos 13 minutos em uma jogada muito bem trabalhada pelos Gunners, a bola sobrou para Diaby que não perdoou: 1 x 0 e jogando melhor. O gol acordou o Liverpool que aos poucos foi chegando ao ataque, principalmente pelas pontas com Kuyt. Aos 30 minutos, escanteio para os Reds, e com Gerrard isso significa meio gol. Hyypia completou a outra metade e com uma cabeçada no ângulo empatou o jogo. Depois, até o fim da primeira etapa o Liverpool teve domínio da posse de bola.
O segundo tempo começou morno. Os times estão receosos de se atirar para frente e chegou a parecer que queriam uma decisão por pênaltis. Até que aos 24 minutos Fernando Torres recebeu dentro da área, girou e fuzilou: um golaço. A resposta do Arsenal veio 15 minutos depois: Theo Walcott deixou quatro jogadores para trás, cruzou no miolo da área e Adebayor mandou para as redes. O empate em 2 x 2 levava o Arsenal às semifinais.
Eis que, logo após a saída de bola, Babel arrancou e, dentro da área, foi derrubado. Penalidade que Gerrard converteu e determinou a classificação do Liverpool, que ainda marcou o quarto aos 47 minutos em uma arrancada sensacional de Babel. Classifica o Liverpool, com o peso da camisa e a força copeira na UEFA Champions League.
Ao som de You´ll Never Walk Alone, o Liverpool enfrentará mais uma semifinal continental.
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Em Londres, venceu o Chelsea com autoridade de quem tem mais qualidade técnica e cancha, mesmo que sendo muito recente. Nos últimos quatro torneios, chega pela terceira vez à semifinal.
Logo aos 4 minutos de jogo, cruzamento na área e Michael Ballack abriu o placar. O 1 x 0 classificava o Chelsea. Mesmo assim, o Fenerbähce não encontrava chances de empatar. O primeiro tempo inteiro foi de toque de bola e chances esporádicas dos blues, que jogava como se não tivesse medo nenhum. Drogba levava constante perigo, mesmo que Lampard pouco fizesse.
No segundo tempo, o Chelsea voltou de novo melhor. A troca do treinador de Kalou por Belleti liberou Essien para o meio-campo e fortaleceu o time. Lampard recusava-se a participar do jogo, e mesmo assim o Fener não achava forças. Alex, apático, pouco fez.
O primeiro chute a gol dos turcos veio aos 35 minutos, quando Hilário salvou. Aos 36, Kazim mandou uma bomba que Hilário novamente defendeu. E foi só.
No final do jogo, Essien em uma jogada de pura força mandou para o meio da área e Lampard apenas completou – seu gol típico, só colocando o pé para a bola entrar. Determinou a classificação do Chelsea e eliminou os turcos, que não devem sair de cabeça baixa. Jamais um time do país chegou tão longe na competição. É a prova de que um time precisa ter primeiro conjunto. Talvez tenham melhor sorte futuramente.
Liverpool recebe o Arsenal, mas não sozinho
Acontece hoje em Anfield o terceiro jogo da série que Liverpool e Arsenal foram submetidos. Curiosamente, este confronto pela UCL foi intercalado por uma partida entre ambos no Campeonato Inglês, e os dois jogos até agora terminaram empatados em 1 x 1.
O Liverpool é considerado o favorito, e com justiça. Apesar da força do Arsenal demonstrada neste ano, os Reds seguraram o resultado no Emirates Stadium e levaram para casa a vantagem, ainda que pequena, do gol qualificado. E ainda temos a força do time em competições européias, cinco vezes campeão.
O Arsenal, do MITO Bendtner (que com muita garra e determinação impediu o gol da vitória do seu próprio time em um lance bizarro) vai com o que tem de melhor disponível. O único desfalque é Eduardo da Silva, que sofreu a lesão trágica que sabemos. Fabregas, van Persie e Adebayor estarão em campo para manter vivo o sonho do primeiro título europeu dos gunners.
Rafa Benítez mais uma vez escala seu meio-campo sem Lucas de titular. Fanatismo ou não, não acho que Xabi Alonso esteja merecendo a titularidade nesta temporada. O que explica a decisão do treinador pode ser o fato de que o espanhol já esteja habituado com decisões européias, e Lucas, apesar da Batalha dos Aflitos e das outras conquistas que teve no Grêmio ainda não tem a experiência necessária.
Ambos os times treinaram pênaltis exaustivamente durante a semana, corretamente por sinal. Quando duas partidas seguidas terminam em mesmo resultado, deve-se ao menos se preparar para algo do tipo.
O jogo acontece às 15hrs e 45min, horário de Brasília.
Liverpool: Reina, Carragher, Hyypia, Skrtel, Fabio Aurelio (Arbeloa); Alonso, Mascherano, Babel (Benayoun) e Gerrard; Kuyt (Crouch) e Torres.
Arsenal: Almunia, Touré, Gallas, Senderos, Clichy; Eboué, Cesc, Flamini (Diaby) e Hleb; Adebayor e Bendtner.
Pelas semifinais da UCL e o orgulho de uma torcida
Jogam hoje Chelsea x Fenerbähce, disputando uma vaga nas semifinais da UEFA Champions League. A primeira partida foi ganha de virada pelo time turco, fazendo ferver o estádio e deixando os ingleses milionários atônitos. Os turcos jamais chegaram tão longe em uma competição européia, e certamente muito deste sucesso devem à sua torcida.
O Chelsea só não jogará completo por causa do goleiro. Petr Cech foi submetido à uma cirurgia plástica para corrigir a lesão na face sofrida em um treino. Aliás, lesões na parte da cabeça tem sido um problema para o goleiro tcheco recentemente…
Lampard está confirmado para o jogo, para o desespero de uns e alegria de outros. Se jogar o que vale – trata-se de um dos dez jogadores mais bem pagos do mundo -, Zico terá problemas. Mas Lampard é caridoso e não costuma jogar nem metade do que recebe.
O Fenerbähce tem algumas dúvidas para o jogo: Roberto Carlos não está em plenas condições físicas e Maldonado está gripado. É incrível como alguns jogadores tem azar em momentos decisivos: o mesmo Maldonado não esteve apto para disputar a segunda partida da semifinal da Copa Libertadores no ano passado, entre Santos e Grêmio na Vila Belmiro.
A exemplo do que aconteceu no jogo contra o Olympiakos (veja aqui), o Chelsea deve sofrer com a pressão da torcida adversária em seu próprio estádio. Os turcos já esgotaram os ingressos destinados para a torcida visitante e agora buscam mais.
O jogo promete, amigos.
Grêmio – Verdades, Mentiras e desculpas esfarrapadas
Veja também:
Analisemos, em tópicos, o Grêmio que foi eliminado precocemente do Gauchão.
-Grêmio não contou com muitos jogadores que atuaram em Caxias
Verdade. Porém, é também uma desculpa esfarrapada.
Em Caxias o Grêmio teve uma atuação ridícula, talvez quase tão ridícula quanto a de ontem. O Juventude teve diversas chances de ganhar a partida no jogo realizado no estádio Centenário.
É desculpa esfarrapada afirmar que as ausências de jogadores como, por exemplo, Reinaldo e André Luis, comprometeram o desempenho tricolor. Como se Reinaldo e André Luis fossem essenciais ao time. Como se fosse cabível que a ausências de tais jogadores fosse considerada decisiva para o massacre ocorrido ontem.
O grupo é ruim, assim como o time titular. Somado a isso, a maneira ridícula como Celso Roth arma o esquema e acontece o inevitável: apresentações ridículas, covardes e sem fibra.
Nunes culpado?
Mentira e desculpa esfarrapada.
Nunes é o bode expiatório. Como se Nunes fosse o responsável pela patética partida do Grêmio. Nunes que, segundo Celso Roth, deve ser o primeiro volante porque Eduardo Costa é SEGUNDO volante. Entende tudo o nosso treinador.
Nunes não deveria ter sido escalado. Mas afirmar que Nunes é o culpado pela derrota é ser simplista demais.
Comentários de Pelaipe, Roth e Odone na ZH
É rir para não chorar.
Roth: “Se eu corro risco de demissão com apenas duas derrotas e quase 80% de aproveitamento? Acho que a direção pode responder melhor.
80% de aproveitamento. Em um campeonato de pontos corridos isso seria fantástico. Porém, parece que Roth esquece que de nada adianta ganhar (com apresentações em sua maioria ridículas ) de Novo Hamburgo, Caxias e Santa Cruz se, chegando às quartas de final do Campeonato Gaúcho, do qual somos bi-campeões, não conseguimos nem sequer jogar de maneira decente contra o Juventude.
Odone:Não há crise aqui. Vamos fazer uma oração, um serviço para não perdermos mais jogadores.
Crise? Que crise? Ser eliminado nas quartas-de-final do Gauchão, tomando 3 gols em casa? Não, isso não é crise. A culpa é do azar. É mais fácil culpar o azar.
Pelaipe: A pergunta sobre troca de treinador é ridícula. Roth tem capacidade e vai dar a volta por cima. É sério, trabalhador. Mancini saiu porque, com ele, poderíamos ter sido eliminados ainda antes. Não posso falar do que vai acontecer depois de quarta. Não tenho bola de cristal.
Analisemos esta pérola por partes:
“A pergunta sobre troca de treinador é ridícula”
Não, Pelaipe: ridículo é ser eliminado nas quartas de final do campeonato gaúcho, tomando três gols do Juventude em casa. Ridículo é ver Eduardo Costa jogando ao lado de Nunes, uma escalação covarde e ineficaz. Ridículo é ter Hidalgo no elenco. Ridículo é lamentar as ausências de jogadores que, ano passado ou retrasado, não serviriam nem para reservas dos gandulas do Olímpico.
“Roth tem capacidade e vai dar a volta por cima”
Roth tem capacidade? Para quê, exatamente? Em qual etapa de sua carreira Celso Roth foi considerado um treinador de “capacidade”? Ele já se mostrou capaz de afundar times e sair pela porta dos fundos. Se é a isso que Pelaipe se refere….
“Mancini saiu porque, com ele, poderíamos ter sido eliminados ainda antes.”
Pelaipe é o rei dos “achismos” e das declarações sem fundamento lógico. Ele apenas fala, sem compromisso com os fatos. Mancini não havia perdido uma só partida e não dispunha de vários jogadores que hoje Celso Roth tem em mãos. Roger estava recém voltando a jogar. Perea também. Mancini começou o Gauchão com Peter, André Luis e Tadeu. E começou bem. Baseado em quê Pelaipe afirma que Mancini teria ido pior que Roth?
“Não posso falar do que vai acontecer depois de quarta. Não tenho bola de cristal.”
Ao mesmo tempo que diz ter demitido um treinador porque com ele “poderíamos ter sido eliminados antes”, Pelaipe fala que não tem bola de cristal. Ora, mas então o que o fez pensar que com Mancini teríamos ido pior ainda? Que teríamos caído ainda na fase de classificação, antes das quartas-de-final? O desempenho o fez imaginar isso? Acredito que não, afinal, o time estava invicto e praticamente encaminhado para a próxima fase.
Para demitir Mancini a “Bola de cristal” serviu. Ele “poderia” ter sido pior, muito embora se mantinha invicto com um time pior do que o que Celso Roth tem em mãos. Era possível, segundo Pelaipe, que com Mancini, subitamente, começássemos a perder todos os jogos a ponto de não ficarmos nem entre os quatro primeiros da fase classificatória. Então, baseado nesse achismo, nesta “bola de cristal”, a direção do Grêmio o demitiu. Demissão que, frise-se, nos custou pelo menos, 1 milhão de reais.
Agora, após duas partidas patéticas, nas quais Roth demonstrou sua incapacidade como treinador, Pelaipe acredita ser “ridículo” questionar a saída do técnico, dizendo não ter bola de cristal para saber o que ocorrerá quarta feira.
Ora, não precisa ter “Bola de cristal” para saber que, se seguir do jeito que está, o Grêmio não tem condições de prosperar na Copa do Brasil.
Roth e a retranca burra
Celso Roth é um treinador covarde. Isso não é novidade para ninguém. Quando um clube o contrata sabe exatamente o que está trazendo: um técnico incompetente que “amarela” nas horas decisivas.
Todavia, desta vez Celso Roth se superou. Tudo começou em Caxias, quando resolveu jogar com o time, a seu entender, “fechado”. No entendimento de Celso Roth, um time que joga fechado, se resguardando, não é aquele cujos jogadores, cada qual na sua função, correm e preenchem os espaços, não dando chances ao adversário. Segundo Roth, um time “fechado”, ou melhor, retrancado, é aquele com Nunes, Eduardo Costa e mais qualquer um de 3º volante – o volante “nada”.
Se Roth jogasse Winning Eleven colocaria 10 zagueiros em campo, jurando estar armando uma retranca intransponível.
O resultado prático dessa falsa retranca elaborada pelo treinador no jogo de ontem (e até mesmo no jogo de Caxias) é um time que não sabe marcar, tampouco consegue atacar. Joga com um terceiro volante que ninguém sabe onde fica. É possível passar o jogo inteiro sem saber aonde está esse terceiro volante, sem saber qual exatamente é a função dele.
O volante “nada”
É o terceiro volante inventado por Celso Roth. Rudinei, Maylson, seja lá quem for, o volante “nada” é aquele que, como diz o nome, não faz nada. Para o time ele não serve, tendo em vista que não tabela, não joga com os companheiros e não marca. Individualmente, de vez em quando, tenta driblar dois ou três, jogada típica de jogo de final de semana e não de uma equipe que treina diariamente.
Maylson jogou em qual posição?
Quem souber responder exatamente em qual posição Maylson jogou e qual foi sua função ganha uma camiseta com a cara de Roth e Pelaipe estampadas.
Léo, “baita zagueiro”
Ano passado Léo parecia ser um zagueiro promissor. Seu rendimento se desenvolveu porque, ao seu lado, estava William, um zagueiro experiente e competente, que de certa forma lhe dava segurança e o auxiliava a manter a serenidade.
Este ano Leo foi elevado ao posto de “super zagueiro”. Aquele que joga de forma elegante. Aquele que sobe para o ataque. Aquele que desarma com facilidade. Aquele que sai jogando com qualidade.
Não estou duvidando das qualidades de Leo: acho que com acompanhamento e serenidade ele tem tudo para se tornar um bom zagueiro. Porém, parece que os elogios e a falta de experiência a seu lado fizeram com que o zagueiro ficasse mais preocupado em corresponder às expectativas. Leo tenta “sair jogando” em momentos nos quais deveria dar chutão. Falha em diversos lances e parece ter esquecido o que fazer quando a bola é alçada na área.
Eduardo Costa
Talvez seja o esquema. Talvez seja o posicionamento. Talvez seja a falta de motivação. O fato é que desde o início do ano Eduardo Costa parece ter desaprendido a jogar. Não tem mobilidade, não acerta passes e não desarma. Parece uma máquina de fazer faltas.
Roger
Um dos poucos que se salvam. Roger, ao mesmo tempo que não perdia o foco e buscava jogar objetivamente, dava carrinhos e corria o campo todo.
Conclusão
O que concluir a respeito deste fiasco? Nada. Era uma morte anunciada. Contratações mal feitas, Celso Roth de técnico e direção que se nega a analisar seus próprios erros resultam nisso.
Talvez a eliminação precoce sirva para algo. Talvez tenha ajudado a desmascarar a série de equívocos cometidos desde o final do ano passado. Tomara que o vexame faça com que a direção do Grêmio aprenda com seus erros. Um pouco de auto-crítica e de humildade fazem bem e ajudam a crescer e a ir para frente. Quem fica insistindo no mesmo erro, culpando terceiros ou até mesmo o sobrenatural, dá cada dia mais um passo em direção ao fracasso.
Grêmio x Juventude, minha visão
M. Grohe – frangou no primeiro gol encarnando Horácio, o dinossauro de braços curtos.
F. Mattione – Relativamente bem, boa condução de bola.
Jean – RISOS, RISOS
Léo “Alexandre Pato” – Deslumbrado, mais uma vez o zagueiro da mídia fez má partida. Sua boa fase deu-se quando William, este sim bom zagueiro, estava no Grêmio. Tenta querer sair jogando com elegância para provar (o improvável) o que dizem de sua qualidade. Péssimo nas bolas aéreas.
P. Sérgio – Fez o gol de falta no final e durante o jogo foi o P. Sérgio de sempre. Acho que isso basta.
E. Costa – Top 3 piores jogadores do Grêmio no ano, mostrou descompromisso, errou dezenas de passes e provou, no lance de sua expulsão infantil, não estar habilitado para ser capitão do Grêmio.
Nunes – não jogou bem, mas ao menos esteve sempre presente nos lances para errar na marcação, coisa que E. Costa nega-se a tentar fazer.
Julio dos Lentos – Está com dificuldades para jogar futebol com velocidade desde que amarraram uma bigorna em sua perna. O investimento de 1 milhão de dólares não o convenceu a tentar correr de vez em quando.
Roger – O jogador mais guerreiro do Grêmio. Irresignado, não desistiu até o último minuto, e o gol de Jonas só aconteceu por ter se arriscado em um carrinho perigoso. Absolvido de qualquer crítica.
Maylson – RISOS, RISOS, RISOS. Deve se esforçar para buscar outra profissão, já que nesta ele se enganou.
Perea – Não tem parceria.
R. Carioca – mostrou muita vontade e melhorou um pouco o time.
Tadeu – Nada.
Jonas – estava incrivelmente aguerrido até cometer uma falta desnecessária (proveniente de um passe de E. Costa).



























