PERSPECTIVA

Caminhão com fezes humanas tomba e bloqueia rodovia

Me perdoem, mas tenho que divulgar esta notícia cômica.

Uma rodovia no Estado americano de Indiana ficou fechada por quase toda esta quinta-feira depois que um caminhão carregado de fezes humanas tombou, informou a agência AP. Segundo o motorista, a carga estava sendo levada a uma usina de reciclagem na cidade de Portage.

Durante todo o dia, a equipe responsável pela limpeza de cargas perigosas de Lake County e os bombeiros de Crown Point limparam a sujeira. Ambos os sentidos da rodovia foram bloqueados durante o trabalho. O motorista recebeu uma notificação por levar a carga sem proteção.

Redação Terra

Pergunta: Quem recicla cocô?

Abril 18, 2008 Escrito por F Rules | Ecologia, Geral | | 2 Comentários

Tcheco e Saja - uma nova esperança

A história do Grêmio é marcada pela existência de ídolos imortais. Renato Portaluppi, Dinho, Danrlei, dentre outros, são os homens que ajudaram a construir esta história. Jogadores que hoje em dia são, também, sinônimo de Grêmio. Retrataram, cada um em sua época, um espírito que marcou gerações e que ajuda a servir de base para moldar o conceito de “ser Grêmio”.

É interessante perceber que o tempo é o maior responsável por dar às coisas seu devido valor. É ele que, a medida que passa, faz com que, quando nos confrontamos com uma realidade dura e severa, nos sintamos muitas vezes saudosos de uma época a qual talvez não tenhamos dado o devido valor.

Nos recém chegados buscamos, ininterruptamente, identificar algum jogador que alie qualidade e retrate este espírito. Alguém que seja “a cara do Grêmio”. É engraçado, mas quem me vem à cabeça é Roger. Um dos poucos que parece ter vestido a camisa de verdade, que parece comprometido.

No ano de 2007 muitos dos jogadores que atuaram no Grêmio assumiram a camisa como segunda pele. Era como se, novamente, os jogadores enxergassem a camisa do clube não só como uniforme de trabalho, mas sim algo que já pertencia a eles, algo que os movia, muito mais do que qualquer outra coisa. Saja e Tcheco faziam parte desse grupo. Olhar o Tcheco em campo era olhar o Grêmio. Nele se identificava vontade de vencer, inquietação com as injustiças, ligação com a torcida e amor ao clube. Tcheco nem havia saído e já se mostrava disposto a voltar.

Saja pode nos ajudar a sair do fosso

Situação semelhante ocorreu com Saja. Até hoje, quando vejo a camisa preta, é como se estivesse vendo Saja no gol. O goleiro que, a cada gol feito pelo time, vibrava como se tivesse sido marcado por ele. Que após vitórias inesquecíveis corria em direção às arquibancadas e jogava a camisa aos torcedores. Que chegou apaixonado pelo San Lorenzo mas, ao sair, já era totalmente gremista. Saja, como Tcheco, saiu prometendo voltar. Mal deixou Porto Alegre e já estava com saudades.

É este tipo de ligação, de identificação, essa sintonia perfeito que faz com que a torcida por um clube valha a pena. É perceber que aquela camisa é capaz de inspirar o jogador a querer pertencer ao seleto rol de imortais. É o sentimento que se tem ao perceber que o jogador que veste a camisa do Grêmio É o próprio Grêmio. É o clube, personificado na forma de 11 atletas. É a camisa do clube, sendo honrada e respeitada, sendo vestida como se fosse um manto.

Para jogar no Grêmio não basta apenas treinar diariamente e jogar as partidas de maneira burocrática. Tem que haver comprometimento com o clube, e não apenas com ambições pessoais. Para jogar no Grêmio é preciso que a camisa seja como uma extensão da pele do jogador, é necessário que o torcedor perceba isso.

As recentes notícias veiculando possibilidade de Saja e Tcheco retornarem ao Grêmio nos reacende a esperança de que, com eles, além das inegáveis qualidades em campo, retorne aquele espírito positivo e vibrante de 2007, aquele comprometimento com o tricolor e sua torcida. Nesse momento difícil seria como uma luz no fim do tunel.

Abril 18, 2008 Escrito por blogperspectiva | 1, Esportes | | 5 Comentários