PERSPECTIVA

Entrevistado: Thiago Magalhães Pereira, jogador de futebol “Quando toda a arquibancada canta, ignorar é impossível”

por Celso Augusto Uequed Pitol

 


Os clichês associados a jogadores de futebol são bem conhecidos: provêm de famílias pobres e/ou desestruturadas, têm pouca escolaridade, vivem vidas de badalações sem fim e comportam-se como verdadeiros irresponsáveis sempre que o olho do treinador não lhes alcança. Como todos os clichês, eles são discutíveis e sempre haverá aquele que, lá num canto, levantará o dedo e, indignado, gritará: “Alto lá! Eu não sou desses!”. Um desses – dos que contrariam o clichê – é Thiago Magalhães Pereira. Filho de uma família de classe média, estruturada e harmônica, nascido e criado em bom bairro e em boa casa - onde sua mãe, sra. Mari Neide  exibe, orgulhosa, uma biblioteca particular onde ponteiam os Cervantes e Dostoiévskis indispensáveis a todas as boas bibliotecas -, avisa que prefere assistir a um bom filme a ir a festas e irrita-se profundamente quando vê falta de comprometimento nos companheiros de time. Thiago é, em toda a linha, um jogador diferente dos outros. E não é um jogador por acaso. O esporte está-lhe no sangue: é sobrinho de Paulo César Magalhães, ex-lateral do Grêmio campeão do mundo em 1983, e irmão de Ana Paula Magalhães, premiada atleta de arremesso de martelo. Em campo, defendendo as cores do Internacional (suprema ironia!), do Bahia (onde virou ídolo dos torcedores), de vários times europeus, do nosso Brasil de Pelotas, do Ferroviário e da Chapecoense, onde joga atualmente, Thiago mostra a seriedade e o espírito de luta que se espera de um zagueiro. Assim já era no pátio do La Salle, quando pude vê-lo pela primeira vez, logo à minha frente, afastando da área todos os perigos ao gol que eu defendia. Sempre que pode volta para a cidade onde cresceu para ver os amigos e a família e, numa dessas ocasiões, concedeu-nos, ao lado da noiva, a jornalista Camila Urbano, a entrevista que segue.

*            *            *               *

Celso Augusto Uequed Pitol: Como é que tu entraste para esse mundo do futebol?

Thiago Magalhães Pereira: Um dos motivos principais foi que meu tio jogou no Grêmio. Mas nunca foi nada forçado, foi bem natural. Eu sempre tive camiseta de time em casa e, como todo mundo da minha idade, eu gostava de futebol. Então entrei para uma escolinha. Comecei no Grêmio com 7 anos e até os 13 fiquei lá. Com 13 fui para o Inter treinar e a partir daí eu decidi que queria ser jogador de futebol.

CA: Na tua infância chegou a cogitar fazer algo que não tivesse ligado ao futebol? Outro curso, outra carreira….

TMP: Olha, é a primeira vez que me fazem essa pergunta. Nem eu tinha me perguntado sobre isso. Eu comecei com 7 anos, e a coisa foi indo, foi indo, no Grêmio. Com 13 fui pro inter treinar e aí eu decidi “quero ser jogador de futebol”. Comecei como zagueiro, mas pensei “ zegueiro não faz gol, quero ser lateral direito”. Fiz seis gols em um ano e pensei “se fiz seis gols como lateral vou mudar para centroavante”. Quando em tinha 10 para 11 anos fui goleador, mas como eu era muito grande na época me colocaram como zagueiro de novo e aí fiquei.

CA: Uma retrospectiva da tua carreira: com 13 anos foste para o Inter. Ficaste no Internacional até quando?

TMP: Dos sete anos até os treze fiquei no Grêmio.De abril de 1997 até dezembro de 2007. Dez anos. Antes, em 2005, fui emprestado para o Bahia.Até 2006. Aí joguei aquele Gauchão em que jogou o time B do Inter em 2007. Em 2008 fui para o Vila Nova. Em 2009 fui para o Brasil de Pelotas e em 2010 eu fui para o Ferroviário e depois para a Chapecoense, por empréstimo. Volto para o  Ferroviário agora.

CA: Onde tiveste uma identificação mais forte com a torcida? Inter ou Bahia?

TMP: Acho que no Bahia. No Inter eu subi para o profissional, mas eu joguei pouco. Se for perguntar lá no Inter se conhecem o Pereira, vão dizer ah, ele era bom jogador na base, tal, mas se perguntar no Bahia até hoje eu no Orkut tenho mensagens de torcedores do Bahia pedindo para que eu volte.

CA: Porque essa empatia toda com a torcida do Bahia?

TMP: É que eu me formei num time de massa, o Inter. Aí tive a sorte de ser emprestado para um time de massa também. Os torcedores do Bahia são muito fanáticos, é uma torcida incrível e eu também adorei Salvador, o que ajudou muito. Vão a todo jogo. Eu me mostrei brigador, com garra e eles gostaram.

CA: O jogador daqui do Rio Grande do Sul tem essa fama, não é?

TMP: Tem sim, de ser guerreiro, brigador. Ouvi muito isso. Gostam muito do nosso jogador porque ele dá o sangue. Tu notas isso comparando com jogadores de outros lugares. Quando eu jogava com o Inter com times de outras partes do país, eu via que nosso time era mais forte e mais alto. Eles tinham até mais técnica, mas nosso time ganhava porque tinha mais força. Nosso jogo é meio parecido com o europeu, muita bola quebrada, muito jogo aéreo, muita velocidade.Mais para o Norte do país os jogadores são mais leves. No Nordeste tem mais jogadores baixos e rápidos eo jogo deles é mais rápido por causa desses jogadores.

CA:Passaste dois anos na Bahia? Gostaste?

Sim bastante. Minha família foi junto e gostamos muito.O pessoal uniu o útil ao agradável. Eu jogando no Bahia no verão, na época do carnaval, foi todo mundo.Muito legal.

CA: E a experiência de jogar na Europa?

TMP: Eu tive que aprender tudo de novo.É diferente. Porque eles jogam só na linha de quadro, não existe sobra. No primeiro jogo em que eu fui jogar, quando a bola estava do outro lado eu quis fazer a sobra pro outro zagueiro e ele disse “Sai, meu , sai” e eu disse  “ta, mas e se tomar uma bola nas costas?” e ele disse “velho, a gente vai sair, se o cara entrar nas minhas costas se der tempo de tu fazer cobertura,tu sai depois mas a 1ª. opção é fazer o cara ficar impedido”. E os laterais acompanham. No primeiro jogo os três caras saíram e eu fiquei sozinho várias vezes. Teve umas duas bolas que era para o cara ficar impedido e eu tive que correr atrás dele até o final. E eu disse “se ele entrar nas tuas costas” e ele “deixa entrar, nos vamos fazer linha,deixa ficar impedido” e eu perguntei “e se ele não ficar?” e ele disse “daí a gente volta correndo”. Nisso, tinha um cara que foi muito importante, um cara mais velho que tinha sido da seleção da Áustria que foi muito legal comigo. Os outros não querem saber, “é um brasileiro, só vem tirar nosso lugar. “

CA: Eles pensam isso?

TMP: Pensam. Na Áustria, o time que botar mais austríacos em campo, durante as rodadas do campeonato ganha um prêmio, ou seja, é melhor botar os austríacos do que os estrangeiros. E esse cara, que é zagueiro e tinha sido da seleção me deu a manha de jogar na linha. E eles treinam muito o tático, ao contrário de nós. Eles treinam muito aquela linha, em vez de treinar jogada ensaiada e tal. Bem automático.Desse jeito fui aprendendo. E outra, ele falava inglês. Lá eles não gostavam muito de ficar explicando em outro idioma para o cara que joga no país deles. É só pensar aqui: se um cara vier para cá e não falar português, quem é que vai ficar pensando em falar inglês com o cara?

CA: Jogaste em quais países na Europa?

TMP: Áustria, Dinamarca e Eslováquia.

CA: Onde foi melhor?

TMP: Áustria. É onde o futebol é mais forte. O futebol deles tem alguns times que chegam à Liga dos Campeões de vez em quando. Nesse ano o Kopenhagen chegou na Liga, mas o futebol dinamarquês não é tão forte. Quando eu cheguei o Bendtner  recém tinha sido vendido para o Arsenal. Ele era muito superior aos demais. Acho que se eles pudessem jogariam com dois atacantes tipo Jardel na frente. Mas, é como eu disse, é muito diferente. Tem brasileiro que nunca vai jogar lá. E tem jogador de lá que nunca jogaria aqui. Lá muitos não têm a técnica, mas são fortes, correm, marcam, são aplicados taticamente. Fazem estritamente o que mandam fazer. Alguns brasileiros não conseguem jogar lá. Sem contar a questão do esquema de jogo.

CA: Para o zagueiro, qual é o melhor esquema, falando nisso?

TMP: O 4-4-2 é muito melhor.Até gosto de jogar como terceiro zagueiro porque tu só vai marcar aquele cara e vai com ele até o final, mas o 4-4-2 o time fica muito melhor distribuído, porque dois meias e dois atacantes chegam bem frente, mais os laterais de vez em quando e defende pelo menos com uns seis. Atualmente o 3-5-2 não é muito usado aqui. Na série A só o Fluminense joga assim porque o Muricy gosta desse esquema. Quando em subi em 2003 já era assim.

 

CA: Em qual lugar da Europa gostou mais de morar?

TMP: Áustria. Viena é a maior cidade em que eu morei lá. Dependendo do lugar, se não for pra Itália, Espanha , grandes centros, em outros países como Áustria e Dinamarca chega 9 horas tudo fecha. Nas grandes cidades, as vezes só tinha uma ou outra coisa. Lembra como era Canoas aos domingos, antigamente quando só tinha o Centro Comercial? É assim. Uma vez eu fui para a Eslováquia e no domingo era entediante, não tinha nada para fazer. Era uma cidade 300 Km distante da capital.No shopping, 10 minutos antes de fechar avisam por alto falante pra todos saírem (risos).Mas gostei. Se tivesse que ficar lá mais tempo eu ficaria.

CA: Muitos têm dificuldades de adaptação.

TMP: Mas imagina, eu que sabia falar inglês me comunicar era difícil, imagina outros. E os caras além disso são mais frios no trato pessoal. Eu só falava português quando entrava no skype. Uma hora tu cansa. Não vê ninguém, não fala com ninguém. Tu entra em um site, entra no Perspectiva( risos) te atualiza, mas depois que acaba, tu jogas um videogame, vês um filme. É difícil.

Mas te digo que é legal porque na hora do jogo é diferente. O jogo lá é muito legal. Falando da minha posição, zagueiro, posso dizer que eles nos valorizam muito, gostam de ver zagueiro defender. Lá tu tiras uma bola é craque, aqui tira uma bola , não gostam e dizem: “bah, tirou a bola para fora”. Aqui gostam de quem vai pra frente, lá se tu tiras uma bola, dá um carrinho, tu sentes que a tua posição é mais respeitada.

Fui jogar na Itália, fiz um gol, ganhei um troféu. Valorizaram o fato de um zagueiro fazer um gol.

CA: Em 2009 tu jogavas no Brasil de Pelotas quando aconteceu o acidente de ônibus  que matou  jogadores do time, incluindo o artilheiro Claudio Millar. O Brasil começava a formar um bom time em 2009, em se tratando de uma equipe do interior. Fala um pouco.

TMP: Eu participei da formação do grupo. Em dezembro o Armando Dessessards me ligou e disse “quero contar contigo pra essa temporada”. O Armando Dessessards foi um dos melhores treinadores com que eu trabalhei, enxergava o jogo como poucos. O grupo era muito bom, tinha Millar, Jorge Mutt, Rodrigo, que era do Gremio, Danrlei, e vários caras experientes em Gauchão. Estavamos com preparação boa. Quando aconteceu o acidente fomos jogar com o Santa Cruz, mas eu não fui para o jogo. Dois dias antes eu tinha chutado o chão no treino, torci o tornozelo e fique irado. Pensei “bah, porque isso acontece comigo?”. Dois dias depois eu dei graças a Deus

 

CA: E dentro do grupo, como foi o pós-acidente?

TMP: Foi terrível. Os que sobreviveram ficaram traumatizados. Depois do acidente, jogamos dois jogos em casa e um terceiro fora. Antes de sair o ônibus, tinha familiares de jogador levando o marido, o filho, o irmão, o que é normal. Só que dessa vez tinha gente chorando antes de entrar em ônibus, de tão traumatizados que estavam. Antes de entrar rezamos um Pai Nosso. Sabe aquela sacolejadinha normal do ônibus? Quando dava isso, alguém gritava “aaaah!”, ‘cuidado motorista!”. Os que estiveram no acidente não dormiram dentro do ônibus. Eu fui sentado com um cara que não se machucou. Numa das viagens, era madrugada e eu  dormia e me acordava com os gritos do cara porque o ônibus tinha passado por um buraco. Até o fim do campeonato foi isso.

 

CA: A presença de um jogador experiente no grupo, como foi o caso do Danrlei naquele, é muito importante?

 

TMP: Muito. Faz muita diferença. Joguei com Viola, Dill, Ueslei, Sorato, o próprio Danrlei e muitos outros. O Danrlei  sempre tranqüilo, falava com todo mundo antes do jogo passando experiência, incentivando. O Viola é uma figura. No meu primeiro dia que eu cheguei para treinar faziam uma roda do bobo, e quem chega entra no meio. Aí, quando eu fui correr atrás da bola ele chegou dizendo: “Para, para tudo”. Se aproximou de mim  e disse: “é um prazer jogar com o senhor” e apertou minha mão. Foi uma risada só. Teve outra que eu estava dando entrevista e ele passou pra trás e disse “ô Pereira, depois pega aquela chuteira que eu te emprestei”. Só pra provocar. O repórter ficou louco, sinalizando para ele sair. E ele treinava muito, bastante, ao contrário do que alguns podem pensar. Acho que o gol mais bonito que vi comigo em campo foi aquele gol de bicicleta que ele fez( Bahia 1 x 1 Grêmio7/8/2005)

Gosto de lembrar do Fernandão também, no período em que estive no Inter. Era um legítimo capitão, respeitado por todos, tratava bem todo mundo, conversava com os mais novos, inclusive comigo. Eu tinha 21 anos e ele era muito gente boa. Eu machuquei a cabeça justamente quando tinha entrado no profissional e aí voltei para os juniores. Fiquei chateado e ele viu isso e falou comigo me contando como tinha sido a recuperação dele quando se machucou. Foi muito legal. Lembro quando fui jogar o Troféu Angelo Dossena na Itália em 2005, com o Inter e pedi pra ele, meio na brincadeira pra me dar a chuteira dele, que era o tipo que todo mundo queria. Eloe falou que não podia me dar porque era a que  ele jogava e gostava, mas pediu meu número que iria me dar outra. Fiquei achando que era conversa. Na véspera da viagem nós participamos de um rachão e ele chamou o roupeiro: “Ô Gentil, dá a chuteira do Pereira aí”! Era uma chuteira Adidas prata que ninguém tinha, só os patrocinados.Mas fez uma exigência : “se tu não fizeres nem um golzinho com essa chuteira nunca mais ganha nada” E eu fiz o gol e ganhei um troféu com o gol mais importante da competição.

Thiago com o troféu de autor do gol mais importante do Troféu Angelo Dossena /2005

CA: Como é essa escolha de capitão?

TMP: Não precisa ser o melhor do time, mas tem de ser uma liderança em campo, quase incontestável. O cara que quando todo mundo te xinga te apóia e quando tu ta errado te alerta. O treinador escolhe geralmente nesse contexto. Fui capitão no Bahia. No BaVi na palestra o treinador falou que eu seria o capitão. Uma alegria e uma grande responsabilidade. Depois chegou o Sorato e ele assumiu como capitão.

 

CA: Como é jogar com uma torcida fanática? Influencia muito?

TMP: Muito. Na Bahia, mesmo com menor poder aquisitivo, as pessoas vão ao jogo.Quando comecei lá era comum falarem que em certos jogos não teria muito público. E então iam 30 mil.Incrível. A média é altíssima. Agora que eles voltaram (para a Primeira Divisão) acredito que a média vá ser ainda maior.

Quando a torcida te apóia tu entras e te sentes até  outra pessoa, corre até mais sentindo a força da arquibancada.Tu sentes o apoio e a confiança aumenta. Difícil explicar a sensação. É bom, a torcida não faz tu ganhares, mas ajuda muito. A confiança de sentir apoio te ajuda a jogar mais solto. E confiança é muito importante, todo jogador que tu falar vai te dizer isso.Também, se não gosta do cara, ele pode ser craque que piora sensivelmente. Quando toda a arquibancada canta, ignorar é impossível.

 

CA: Brasil de Pelotas, depois Ferroviário, Chapecoense e agora volta para o Ferroviário. Essa vida de cigano como é?

TMP: Eu gosto, só sinto saudades de casa,  mas gosto. É mais complicado para a família do que para o jogador que fez essa opção profissional.

 

CA: Quais são teus planos para o pós-carreira? Sei que tu tens 26 anos e é até cedo falar disso…

TMP: Bom, o jogador de defesa tem muita tendência de ser treinador, porque enxerga tudo lá de trás, se acostuma a analisar o jogo melhor. Eu, se fosse fazer algo relacionado a isso, gostaria de ser auxiliar técnico. Ele pode ajudar muito um time na medida em que ele treina os jogadores que não estão no principal. Se ele motivar esses caras, dando esperança, na hora que precisar eles rendem bem. Além disso olha os jogos e passa para os jogadores. Joel Cornelli, que foi auxiliar do Ferroviário é um exemplo disso. Eu gostaria de fazer isso no futuro.

CA: Qual o teu zagueiro preferido?

TMP: É o Lúcio, da Internazionale. Um jogador forte, que chega muito bem no ataque. Ele não inventa, não complica. Se conhece e explora muito bem seus pontos positivos. Perto dele, o Maldini, do Milan. É um mestre. Gosto de ver as jogadas dele no Youtube. Vale a pena ver. Tem um vídeo de um carrinho dele que ele ameaça ir para um lado e o adversário vai e ele vai para outro. Tem no Youtube. Também posso citar o Ferdinand, do Manchester United.

CA:Qual foi o atacante mais difícil que tu já enfrentou?

TMP: Fernandinho, que está no São Paulo, quando jogava no Ferroviário e eu era do Bahia. O pior de todos.Gostaria de jogar contra ele de novo.

 

CA: A tua vida de “cigano” faz com que passes muito tempo longe de casa. Como é voltar para Canoas?

TMP: Gosto muito de voltar. Eu gosto muito de Canoas. Adoro, seu eu puder moro aqui.Minha família, meus amigos, todos os que eu conheço moram aqui. Nunca me faltou nada aqui. Colégio, opções de diversão, faculdades, shopping, livraria,tudo. E o que não encontro aqui encontro em Porto Alegre, que é do lado. Quando eu desço do aeroporto e vejo que já estou chegando já me emociono (risos).

novembro 26, 2010 - Publicado por | Esportes

3 Comentários »

  1. Cara que legal, encontrei a entrevista por acaso, fazia tempo que não recebia as atualizações do blog e hoje achei essa!
    Bom saber noticias do “Thiagão” (era o modo de diferenciar os dois Thiagos na sala de aula)!!!
    Pena não topar com quase ninguém mais dos bons tempos do colégio!
    Abraços e sucesso pro, agora, Pereira!!

    Comentário por Thiago Idalgo | janeiro 15, 2011 | Responder

    • Poisé é uma pena msm não encontrar tanta gente daquele tempo mas os que mantenho o contato da pra matar um pouco da saudade! Abraço pro “thiago” Hidalgo.

      Comentário por Thiago | janeiro 16, 2011 | Responder

  2. [...]  que foi entrevistado por este blog fazem alguns meses. Expressamos aqui os parabéns para Thiago Magalhães Pereira, modelo de atleta e cidadão e que merece como poucos o título de [...]

    Pingback por Um canoense campeão pernambucano « PERSPECTIVA | maio 20, 2011 | Responder


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