PERSPECTIVA

Uma tarde na Feira do Livro – O filme

Convidamos os leitores do Blog Perspectiva a assistirem ao curta “Uma tarde na Feira do Livro”.

Sinopse:

Volt e Banricomprinhas encontram-se na Feira do Livro de Porto Alegre e discutem sobre como irão passar a tarde. Volt tem a idéia de pedir um skate emprestado a um rapaz.

Volt e Banricomprinhas pedem a um rapaz que lhes empreste o skate. Volt implora de joelhos, sem sucesso.

Banricomprinhas acaba por convencer o rapaz e mostra suas habilidades no skate

Volt mostra suas habilidades no skate

Volt apresenta-se e convida uma senhora para dançar

Banricomprinhas não fica atrás do amigo e busca também o seu par

Volt e Banricomprinhas apresentam-se juntos mais uma vez para o público

Banricomprinhas apresenta-se para a câmera

Novembro 15, 2009 Publicado por Celso Augusto Uequed Pitol | Alívio Cômico, Cinema | | Sem comentários ainda

Posters do filme Alice no país das maravilhas!!!

Sairam os posters do tão esperado filme da Alice no País das Maravilhas!!!!

Mia Wasikowska como Alice

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Johnny Depp como Chapeleiro Maluco

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Anne Hathaway como a Rainha Branca

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Helena Bonham Carter como a Rainha Vermelha

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Junho 25, 2009 Publicado por Miss Lou Lou | Cinema | | Sem comentários ainda

Reprises de filmes são interessantes, porém…

Lendo a Folha de São Paulo deparei-me com uma interessante matéria sobre as televisões pagas, as populares “TV a Cabo”. Assinante que sou, dispensei alguns dos meus valiosos minutos para a leitura da matéria. E não é que valeu a pena?

Segundo dados coletados em torno dos principais canais de filmes das TVs por assinatura, dos 2667 filmes que foram transmitidos no mês de abril, 55% foram em reprise (!). Isto mesmo, mais da metade das vezes em que nos sentamos em frente à TV, temos títulos reprisados em nossas frentes.

É evidente que as reprises são importantíssimas e absolutamente necessárias. Uma das grandes vantagens das TVs por assinatura é justamente esta flexibilidade de horários que nos permite assistir o que queremos em horários alternativos. Mas isto precisa ser bem dosado. Para ser sincero, eu não precisava deste dado estatístico para me dizer que os programas estão sendo transmitidos por muitas oportunidades. Certa vez tive o (des)prazer de verificar TRÊS, vejam bem, TRÊS canais diferentes transmitindo o mesmo filme – que para satisfazer a curiosidade de você, leitor, era Na Companhia do Medo, com Halle Berry – ao mesmo tempo! Ora, mas nem em jogos da Copa do Mundo eu tenho tantas oportunidades de escolher a transmissão que desejo.

Isto sem contar o canal mais maroto, o Universal Channel. Ah, o Universal Channel…o Universal tem a pachorra de transmitir pelo menos duas vezes por semana as películas Meninas Malvadas e Escola do Rock. Seria cômico se não fosse tão irritante, já que o momento de assistir TV é sagrado e temos, ou ao menos deveríamos ter, o DIREITO de sempre dispormos de uma programação boa, sendo isso relativo ou não.

Existem reprises que não cansam. São os casos de seriados como Friends e Two And a Half Men. Mas só! Eu não agüento mais assistir Velozes e Furiosos! Nem Meninas Malvadas! Nem Harry Potter! Nem Legalmente Loira! É imperiosa a aquisição de novos filmes!

Maio 4, 2009 Publicado por F Rules | Cinema | | 1 Comentário

Oscar 2009- Fatos e fotos

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A 81ªedição do mais cobiçado prêmio da indústria cinematográfica, teve características que a diferenciaram das anteriores. O cenário era um espetáculo a parte com seus milhares de cristais e as cortinas que mudavam de cor conforme a iluminação. A apresentação de Hugh Jackman que cantou, dançou, fez piadas e , o mais importante, não se tornou enfadonho deu  um brilho a mais na cerimônia. O tapete vermelho, como sempre,reúne as maiores estrelas do mundo do entretenimento.

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Meryl Streep concorreu pela 15ª vez

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Penélope Cruz e sua amiga Salma Hayek. Penélope ao receber seu Oscar brincou que estava prestes a desmaiar e ao final reverenciou em espanhol seu país de origem.

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O casal mais badalado do cinema concorria aos prêmios de melhor ator e atriz.Quando Jennifer Aniston subiu ao palco para entregar o prêmio de Melhor Animação, as câmaras focalizavam Angelina e Brad insistentemente. Aparentemente estavam bem a vontade, ao contrário de Jennifer que mostrava algum desconforto.

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Mickey Rourke emocionou aos amantes de animais ostentando pingente com a foto de sua cadelinha que morreu no dia 16 de fevereiro,após acompanha-lo por 17 anos. Segundo Mickey , quando os humanos o abandonaram em fase ruim da carreira, Loki uma chihuahua  permaneceu fiel.

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Kate Winslet -Melhor atriz da 82ª edição do Oscar. Ainda, brincou  com Meryl Streep por tê-la derrotado: “Meryl, voc~e vai ter de engolir essa.

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Freida Pinto de Slumdog milionaire

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Taraji Henson a mãe adotiva de Brad Pitt em “O Curioso Caso de Benjamin Button .

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Anne-Hathaway

jennifer-aniston-john-mayer-vanity-fair-09Jennifer Aniston e John Mayer

Fevereiro 23, 2009 Publicado por Miss Lou Lou | Cinema | | 3 Comentários

*Algumas considerações sobre o Oscar 2009

*Mateus Broilo da Rocha

O palco desta edição do Academy Awards realmente foi de embasbacar. Com todos aqueles cristais, e a interatividade do cenário – mudava a toda hora, uma “paisagem” para cada uma das principais premiações. Sem falar da genial apresentação de Hugh Jackman, que além da pitada de humor, como já é de praxe da apresentação, demonstrou ser um excelente cantor ao longo dos musicais. Digo o mesmo de Anne Hathaway que participou do show de abertura. Realmente é uma linda mulher, dona de uma belíssima voz, concorrendo como Melhor Atriz, mas ainda muito “fraca” para receber tal premiação. Algumas das premiações já eram esperadas, mas confesso que outras me surpreenderam. Por exemplo, o Oscar de Melhor Ator foi para Sean Penn em Milk. O filme conta a história de Harvey Milk (personagem vivida por Sean Penn), o primeiro político assumidamente homossexual da história dos EUA; nos anos 70, ele foi supervisor da prefeitura de San Francisco, sendo assassinado em 1978 junto com o prefeito George Moscone. Eu tinha absoluta certeza que Brad Pitt seria premiado, devido a sua excelente atuação em O Curioso Caso de Benjamin Button, segundo alguns críticos, o melhor dos seus trabalhos até o momento. Como já era de se esperar, Heath Ledger ganharia o Oscar (póstumo) como Melhor Ator Coadjuvante, em The Dark Knight. Vivendo a personagem de Coringa ‘the Joker’ buscando uma forma de humilhação pública e definitiva ao Cavaleiro das Trevas, Batman, personagem de Christian Bale. Ledger, neste filme, realmente mostrou todo seu potencial – e como eu já havia dito, resumiu Jack Nicholson a nada. Sem sombra de dúvida, com esta atuação não ganhou apenas o premio de Melhor Ator Coadjuvante, mas o lugar de melhor Coringa tanto para os fãs quanto para os críticos. E digo mais, poderia muito bem ter concorrido ao prêmio de Melhor Ator. Também, Penélope Cruz – esta é a segunda indicação ao Oscar, sendo a primeira como Melhor Atriz em 2006 em Volver – foi premiada como Melhor Atriz Coadjuvante. Não foi uma briga difícil, sendo, talvez, ameaçada apenas por Viola Davis (sua primeira indicação) em Doubt e Marisa Tomei em The Wresteler. Claro que Kate Winslet, após cinco indicações e nenhuma conquista, ganharia na sexta vez! E nesta edição como Melhor Atriz, bom começo de vitórias. Kate Winslet interpreta Hanna Schimtz em The Reader, uma alemã de cerca de trinta anos que esconde seu passado obscuro de um amante adolescente. Não preciso nem comentar a premiação por Melhores Efeitos Especiais para O Curioso Caso de Benjamin Button. E por último, mas não menos importante, as premiações de Slumdog Millionaire – um filme que tem a ver com o sentimento atual da América (de esperança e de mudança), porém não tem tanto o estilo da Academia -, pateticamente traduzido para Quem Quer Ser um Milionário?, entre elas a de melhor filme. Concorrendo com outros tantos filmes de peso, que com certeza tinham, pela crítica, teriam mais chance de saírem vitoriosos. Não foi o que aconteceu, se não estou enganado Slumdog Millionaire foi o mais condecorado da noite, e do ano. Este é um breve resumo da maior noite de gala do ano, espero que o nível seja mantido paras as demais edições.

Broilo

Fonte: http://spoilermovies.com/ http://blogdovinicius.wordpress.com/2009/02/19/oscar-2009-melhor-filme-e-direcao/

Fevereiro 23, 2009 Publicado por blogperspectiva | Cinema | | 1 Comentário

Academy Awards, Oscar 2009*

*Mateus Broilo da Rocha

Mais um ano tem seu inicio, e mais uma vez começam os preparativos para a maior festa de gala do tapete vermelho.  Desde o dia 25 de fevereiro de 2008, muitos filmes estrearam na telona, uns recentes outros nem tanto, mas igualmente participarão da 81ª edição do Academy Awards, marcada para o dia 22 de fevereiro de 2009. Segundo a visão do arquiteto David Rockwell, esta edição de 2009 será “toda azul”, a idéia de cenário é “trazer de volta a intimidade dos primeiros anos da festa, quando tudo eram taças de champanhe, banquete e festa”.

Filmes como, O curioso caso de Benjamin Button (recordista em indicações, 13,  ao Oscar nesta edição) dirigido por Daivd Fincher, conta a história de um homem nascido sobre circunstâncias incomuns; Benjamin Button, personagem de Brad Pitt, nasce velho, aos 80 anos, e rejuvenesce à medida que os anos passam; entra na briga com uma pitada extra de favoritismo em categorias como: Melhores Efeitos Visuais; Melhor Maquiagem e Melhor Filme. Ironman (criação de Stan Lee, Marvel, popular nas HQ’s) conta a história de um magnata egocêntrico, Tony Stark, personagem vivido por Robert Downey Jr., que ao sofrer um acidente, durante a exposição de uma das suas armas tecnológicas, decide largar os vícios que o compunham, e construir uma armadura para salvar os cidadãos e a si mesmo; ganhou uma adaptação para as telas. Adaptação que ao meu ver, o público – em si – teve uma certa desconfiança pelo fato de não ser um super-herói tão legal quanto os outros por aí, msa que acabou rendendo bons frutos. Na minha opinião, é um dos melhores filmes do gênero estando atrás apenas de Spider-Man, do primeiro –  óbvio. Disputa nas categorias de Melhores Efeitos Visuais e Melhor Som. The Dark Knight, dirigido por Christopher Nolan, finalmente o filme que os fãs esperavam, dispensa comentários, portanto, vamos direto a indicação póstuma de Heath Ledger, interpretando o Coringa – resumindo Jack Nicholson “a nada” -  a personificação da Teoria do Caos, um psicopata criminoso ensandecido cuja (única) obsessão é humilhar Batman, personagem de Christian Bale. Tem indicações, principalmente, nas categorias de Melhor Maquiagem e Melhor Ator Coadjuvante.

Se me é permitido dizer, Slumdog Millionaire, dirigido por Christian Colson, conta a história de um jovem de um bairro pobre de Mumbai, cidade da índia, decide participar de um programa de perguntas e respostas na televisão; mesmo sendo analfabeto, ele surpreende a todos ao ganhar o jogo, o que levanta suspeitas de que pode ter trapaceado, no entanto, o rapaz queria, apenas, reconquistar a guria que ele ama;  tem uma boa proposta e vem com uma boa expectativa para sair com alguns “homenzinhos de ouro”. Realmente  pode surpreender, pois foi indicado em diversas categorias (mais precisamente 10), entre elas a de Melhor Filme.

Kate Winslet, que já competiu como coadjuvante em 1995 com Razão e Sensibilidade e  em 2001 com  Iris; como protagonista em 1997 com Titanic, em 2004 com Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças e ainda em 2006 com Pecados Íntimos, e nunca sequer ganhou. Esta é a sexta indicação da diva, e concorrerá como  Melhor Atriz com o filme O Leitor. Porém, já sabemos para quem vai o premio de Melhor atriz, “and the Oscar goes to(?)”… para a brasileira em Zurique.

Broilo

Fonte: http://spoilermovies.com/tag/oscar-2009/

Fevereiro 21, 2009 Publicado por blogperspectiva | Arte, Cinema, Geral | | Sem comentários ainda

Filmes para ver neste Natal I

*O conto de Natal do Mickey (Mickey’s Christmas Carol)

É a versão em desenho animado para “Um conto de Natal” de Charles Dickens. Aqui, temos a versão “Tio Patinhas” de Ebenezer Scrooge, o milionário egoísta que recebe os espíritos do Natal Passado, Presente e Futuro.

Veja aqui vídeo do filme

* A Felicidade Não se Compra

É o clássico filme Natalino. Traz mensagens de solidariedade e esperança.

Veja aqui o trailer do filme

*Rudolph and Frosty’s Christmas in july (1979)

Eu não sei o nome deste filme em português! Assisti a ele diversas vezes quando era criança. Se algum leitor souber o nome em português, favor postar nos comentários :)

Veja aqui vídeo do filme

Dezembro 18, 2008 Publicado por Madame Y | Cinema | | Sem comentários ainda

80 anos de Tin Tin

No próximo dia 10 de janeiro Tin Tin completará 80 anos. As gerações mais novas – inclusive a minha – o conheceram através do desenho animado, exibido tarde sim, tarde não,  pela TV Cultura (TVE, para os gaúchos), onde foi excelente companhia para as tardes fastidiosas de estudantes desocupados. Por meia hora, o repórter belga e o seu cachorrinho Milu nos levavam aos confins da Ásia, a passeio pelas principais cidades européias ou talvez para algum país desconhecido da nossa América do Sul, o qual, não sei porquê, era sempre fictício. Só fui conhecer os quadrinhos de Hergé muitos anos depois, em edições portuguesas, já que as brasileiras há muito tinham saído de circulação, e foi particularmente interessante ver aqueles quadrinhos de tamanho padronizado, tão diferentes do estilo norte-americano a que estamos acostumados, contando as mesmas histórias que eu havia visto na telinha. Fiz o caminho contrário,  isto é, vi a adaptação antes do original, mas não deixei de aproveitar as obras.

Muitos não sabem, mas Tintin chegou a virar filme nos anos 60, em uma produção francesa muito pouco divulgada em outros países. Agora, para comemorar os oitenta anos do personagem, reuniram-se ninguém menos do que Peter Jackson e Steven Spielberg para produzir uma trilogia com o personagem, que nunca conseguiu vencer nos países de língua inglesa devido ao seu pronunciado aspecto europeu continental, cheio de tiques franceses e um tanto libertários. Se Jackson conseguiu que as referências ultra-inglesas de O Senhor dos Anéis se tornassem apreciáveis pelo resto do mundo (algo que o livro só parcialmente conseguiu), adaptar Tin Tin ao gosto anglo-saxão será um desafio plenamente alcançável. E os brasileiros, que não têm nada com essas querelas, só terão a ganhar.

Mais Celso Augusto Uequed Pitol

Outubro 26, 2008 Publicado por Celso Augusto Uequed Pitol | Cinema | | 1 Comentário

“Saneamento Básico” – loas tardias

Não assisti “Saneamento Básico” no cinema. Nesta cidade onde insistimos em manter nossa base esse tipo de filme não é apresentado no único cinema que há, o Cinemark. A rede decidiu que em Canoas somente devem ser exibidos filmes destinados a um único segmento. E o segmento em questão não aprecia filmes como este.

Faço esta confissão e assumo que minha omissão é identica a de muitos e por isso temos responsabilidade pelo injusto e minguado número de 190 mil espectadores do filme. E por que agora, mais de um ano passado de sua estréia nos cinemas resolvo enfocar o tema “Saneamento Básico”? Simples. Assisti ao filme somente ontem, em canal de tv . E após tê-lo assistido proclamo solenemente a importância.  Os diálogos são interessantes e divertidos e são valorizados pela  performance de   Fernanda Torres, Wagner Moura, Lazaro Ramos, Camila Pitanga e  Paulo José. É muito bom ver atores de altíssimo nível  em cena. É muito bom ver um filme brasileiro com personagens tão bem elaborados. Em Saneamento Básico não está Fernanda e sim Marina, não enxerguei Camila e sim Cilene. O Wagner do Capitão Nascimento foi esquecido e fiquei assistindo apenas a  Joaquim, o que prova a versatilidade do ator.

Como se diz naquele site de compra e venda de mercadorias : recomendo a todos.

Outubro 21, 2008 Publicado por Madame Li Li | Cinema | | Sem comentários ainda

Cegos protestam contra “Ensaio sobre a cegueira”

Do Estadão de hoje, 6 de outubro

O escritor português José Saramago defendeu a adaptação cinematográfica de Ensaio sobre a cegueira, do diretor Fernando Meirelles. Para Saramago, as críticas de uma associação americana de cegos são infundadas. “A estupidez não discrimina os cegos dos que enxergam“, disse a uma emissora portuguesa de rádio. A associação acusa o filme de retratar cegos como monstros e ameaçou protestar nos cinemas onde a obra estiver em exibição.

Haja paciência!

Outubro 7, 2008 Publicado por Madame Li Li | Cinema | | Sem comentários ainda

Coringa

Depois de assistir à atuação de Heath Ledger como Coringa em Batman- O cavaleiro das trevas acredito que nunca mais assistiremos o personagem ser interpretado sem lembrarmos desse filme. Estupenda performance em um filme obrigatório.

Julho 18, 2008 Publicado por Miss Lou Lou | Cinema | | Sem comentários ainda

O filme mais caro da história do Brasil

Lula, o filho do Brasil, com orçamento de 12 milhões de reais – logicamente financiados pela Lei de Incentivo à Cultura, com dinheiro de Petrobrás e afins. Será lançado próximo de 2010…

O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias R$ 3 milhões
Cidade de Deus R$7 milhões
Tropa de Elite R$ 10,5 milhões
Filme do Lula R$ 12 milhões (previsão inicial, deve aumentar)

Entendo.

Julho 2, 2008 Publicado por F Rules | Cinema, Geral | | Sem comentários ainda

Sobre as adaptações de livros para o cinema

Olá, amigos.

Com o lançamento de Crônicas de Nárnia no cinema, volta a discussão sobre as conversões de livros para o cinema e toda a polêmica que gira em mexer com os brios dos fãs da leitura em ver a obra jogada no vaso, quando produzida para o cinema. Foi assim com o último (em especial este, não que os outros tenham sido ótimos) Harry Potter, foi também com O Código da Vinci, e está sendo agora com a obra de C.S. Lewis.

Para quem leu o livro (como eu) deve ter percebido, que até pelo tamanho de cada um dos contos algumas coisas, talvez, passem um pouco mais rápido do que deveria. A adoração das crianças por Nárnia e por Aslam, por exemplo, fica um pouco, digamos…superficial, na forma como é adquirida. Mas no cinema extrapola o limite: a figura do Leão, que deveria ser nada menos que o Criador, chega a ser engraçada quando ele fala. Ele não passa a reverência que até Gandalf transmite em O Senhor dos Anéis (uma das melhores conversões já feitas dos livros para o cinema, sendo que está cheia de cortes em relação ao livro) ou a presença de cena que uma figura da sua magnitude deveria exalar.

As crianças (tremendamente mal escolhidas e sem CARISMA algum) não transmitem ao espectador que realmente sentem o amor que dizem sentir por Nárnia e o Leão. Inclusive no primeiro filme, a menininha Lúcia chora com os olhos rindo. Ou seja, má interpretação.

No caso do último Harry Potter, me senti ofendido. Um filme tenebroso, com atuações horrorosas e uma direção pior ainda. Dá a impressão de que o filme é passado na velocidade rápida dos VHS´s, tamanha a pouca profundidade nas cenas. Tudo é corrido, até mesmo a cena final com Dumbledore, ponto máximo do livro. O pior de todos os filmes baseados na série.

O que mais me entristece no caso das Crônicas de Nárnia é que provavelmente esta é a obra definitiva para o cinema – ou seja, não farão outras depois. Conseguiram queimar um grande livro, com a direção ruim e as escolhas de personagens.

Quem ler tudo, opine. Ou não opinem.

Junho 6, 2008 Publicado por F Rules | Cinema, Literatura, Mundo pop | | 2 Comentários

100 anos de Bette Davis

Hoje é dia de homenagear uma das maiores atrizes do século passado. Nascida no dia 5 de abril de 1908 em Lowell, Massachutess, Ruth Elizabeth Davis foi criada por sua mãe, tendo em vista que seu pai abandonou a família quando tinha apenas 10 anos.

Em 1926, após assistir a peça “The Wild Duck”, decidiu definitvamente pela carreira de atriz. Mais precisamente, que “precisava” ser atriz. Disse Bette, a respeito da peça, anos depois:

“Antes da peça começar, eu queria ser atriz. Ao final, eu tinha que ser uma atriz… exatamente como Peg Entwistle”.

Não foi fácil a caminhada de Bette até o estrelato. Ao tentar entrar para a famosa escola de teatro de Eva LeGalliene foi recusada pela própria. Segundo as palavras equivocadas de Eva, Bette Davis era uma meninca frívola, sem intenções sinceras com o teatro. Mais tarde foi aceita na escola de teatro de John Murray.

Após o término de seus estudos Bette foi aceita na companhia de teatro de George Cukor, onde atuou em alguns papéis, sendo demitida pouco tempo depois. Antes de chegar a Hollywood, ainda teve a oportunidade de estrelar a peça que a estimulou a ser atriz, “The Wild Duck”, e estreou na Brodway em 1929, na peça “Broken Dishes”. E então começou sua caminhada rumo ao sucesso.

Um caçador de talentos, impressionado com a atuação de Bette Davis, a convidou para um teste em Hollywood. Em 1930 Bette chegava a Hollywood. Os executivos da Universal, apesar de não terem se impressionado com a jovem atriz, assinaram com ela um contrato de curto prazo. Em 1931 Bette fez sua estréia no cinema, ao lado de Humprey Bogart, no filme “The Bad Sister”. Vale ressaltar que nenhum dos dois era famoso na época.

Após quase um ano sem emplacar nenhum sucesso a Universal decidiu não renovar o contrato com Bette Davis. Desapontada, a atriz estava decidida a abandonar Hollywood e se dedicar somente ao teatro. O responsável por impedir que Bette desistisse foi George Arliss, um antigo professor de interpretação. Arliss convenceu a Warner Bros a contratá-la para um filme que estava produzindo, “The man who played God”. Graças a ele o cinema não foi privado do talento de Bette Davis.

Assim, em 1932, Bette assinou um contrato de cinco anos com a Warner. 1932 também foi o ano de seu primeiro casamento. Porém, a sucessão de filmes pouco expressivos incomodava tanto o estúdio quanto a atriz. Em 1934 Bette acabou convencendo os executivos da Warner a emprestá-la para RKO Pictures, onde ela participou do filme Escravos do Desejo, estrelado por Leslie Howard (o Ashley Wilkes de “…E o vento levou). O filme foi sucesso de público e crítica. A interpretação de Bette foi aclamada, tendo sido considerada pela revista Life como, provavelmente, a melhor interpretação de uma atriz americana registrada em filme. Todavia, não foi suficiente para que a Academia a indicasse ao Oscar, o que motivou manifestações, lideradas por Norma Shearer, para que Bette fosse nomeada. A Academia acabou cedendo à pressão, permitindo que nomes que não estivessem entre os nomeados também pudessem receber votos. Mesmo não tendo vencido (a vencedora acabou sendo Claudette Colbert) causou polêmica, algo que se tornaria corriqueiro no decorrer de sua carreira.

Começava ali a trajetória de sucesso de Bette Davis. No ano seguinte recebeu seu primeiro Oscar, devidamente indicada, pelo papel principal do filme Perigosa. Em 1936 estrelou A floresta petrificada, outro filme de sucesso, ao lado de Leslie Howard e Humphrey Bogart.

Porém, o sucesso e respeito perante a crítica não foram suficientes para que Bette se mantivesse afastada de produções medíocres. Insatisfeita, em 1937 abandonou a Warner para estrelar alguns filmes na Inglaterra. Após intensa batalha judicial ficou decidido que Davis deveria honrar seus compromissos com a Warner.

Provavelmente, o abandono de Bette serviu para abrir os olhos da Warner que, a partir de então, colocou-a apenas em produções de bom nível. Em 1938 recebeu seu segundo Oscar pelo papel principal de Jezebel. A partir de então a atriz emplacou um sucesso atrás do outro. Passou a figurar na lista das atrizes mais bem pagas de Hollywood e por cinco anos consecutivos foi indicada ao oscar de melhor atriz, recorde que persiste até hoje. O sucesso era gigantesco. Neste mesmo Bette se separou de seu primeiro marido.

No adentrar da década de Bette Davis era a atriz mais rentável da Warner Bros. A Carta, de 1940, foi considerado o melhor filme do ano e lhe rendeu outra indicação ao Oscar. Em 1941 casou-se novamente e em 1942 se tornou a primeira mulher a presidir a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas (presidência que viria durar apenas dois meses devido às propostas radicais da atriz) . Naquele mesmo ano foi indicada novamente ao Oscar pelo filme Pérfida, sua última parceria com o diretor William Wyler.

Após o início da guerra, Bette começou a se dedicar por causas de auxílio aos combatentes. Fez de tudo: vendeu bônus de guerra, apoiou John Garfield na abertura de um clube chamado “Hollywood Canteen”, que tinha como objetivo oferecer alimentos e entreter os combatentes. Bette se dizia orgulhosa por ter feito parte do projeto.

Em 1944 participou de Vaidosa e, curiosamente, durante as filmagens deste filme foi extremamente criticada por seu excesso de egocentrismo. Ainda assim foi indicada novamente ao Oscar.

Sua carreira continuou estável durante a década de 40. Ao final da década teve alguns filmes mal recebidos pela crítica, o que dava a impressão de que sua trajetória estava em declínio.

Porém, em 1950 recebeu o script de A Malvada. Foi amor à primeira vista. Descrito pela atriz como o melhor script que já tinha lido em toda sua carreira, tratava-se de uma história comum em Hollywood, baseada em traição de falsidade. Durante esta produção Bette conheceu Gary Merrill, que viria a ser seu marido.

Após o sucesso estrondoso de A Malvada a carreira de Bette Davis começou a entrar em declínio. Seu casamento com Garry Merril acabou no final da década. Em 1962 fez o filme que lhe rendeu a última indicação ao Oscar, “O que terá acontecido com Baby Jane?”, ao lado de sua desafeta Joan Crawford. A interpretação de ambas atrizes impressionou os críticos. Em 1964 o diretor Robert Aldrich pensou em reunir novamente as duas atrizes no filme “Com a maldde na Alma”, mas Crawford recusou-se, alegando estar doente. Sendo assim, Olivia de Havilland foi convidada para o papel.

No decorrer década apareceu em filmes sem muita expressão. Em 1977 tornou-se a primeira mulher a receber prêmio do Instituto de Cinema Norte-Americano, pelo conjunto de sua obra. O prêmio acabaria por lhe render diversas propostas de trabalho. Em 1979 venceu o Emmy por sua atuação no filme para Tv Strangers: The Story of a Mother and Daughter. Viria a ser indicada ao Emmy novamente em 1980.

Na década de 80 a artiz foi homenageada na música de Kim Carnes, Bette Davis Eyes. Seguiu trabalhando até o final de sua vida. Seu último filme data de 1989, ano de sua morte. Nunca se aposentou, cumprindo a promessa que havia feito anos antes:

I will not retire while I’ve still got my legs and my make-up box.

Bette Davis foi uma mulher de personalidade forte, cujas atitudes deixavam transparecer o que realmente pensava. Apesar de ter feito parte do rol de astros de Hollywood, nunca deixou de falar o que achava daquele mundo. É considerada uma das primeiras grandes divas do cinema. Egocentrismo para alguns, excesso de confiança para outros, o fato é que o “estilo Bette Davis de ser” até hoje cativa e atrai admiradores.

Abril 5, 2008 Publicado por Madame Y | Cinema | | 1 Comentário

Bette Davis e Hollywood

O fato de Bette usufruir de sua condição de estrela de Hollywood não a impedia de fazer comentários sarcásticos a respeito da futilidade daquele mundo. Tampouco a fazia poupar críticas a seus companheiros de profissão.

Bette debochava da fama e dos famosos. Fazia piada com as atrizes da época e não tinha medo de dizer que possuía inimigos em Hollywood. Falava de maneira franca, não se importando se estava desagradando quem quer que fosse. Vejamos então duas frases que resumem bem este estilo de Bette Davis.

“As atuações nas festas de Hollywood eram melhores do que as que apareciam nas telas.”

“There was more good acting at Hollywood parties than ever appeared on the screen.”

 

“Eu nunca saí com outras atrizes.As conversas delas costumavam me entediar terrivelmente.”

“I never did pal around with actresses. Their talk usually bored me to tears.”

Março 20, 2008 Publicado por Madame Y | Cinema | | Sem comentários ainda

Bette Davis x Joan Crawford

A frase de hoje está relacionada ao famoso relacionamento entre Joan Crawford e Bette Davis. Não era mistério em Hollywood que Bette odiava Joan e que a recíproca era verdadeira. Durante as filmagens de “O que terá acontecido com Baby Jane?” Bette instalou no set uma máquina da Coca Cola visando única e exclusivamente provocar Joan, que era viúva do dono da Pepsi.

Destacamos então duas frases ditas por Bette sobre sua desafeta:

   “She has slept with every male star at MGM except Lassie.”"

“Ela já dormiu com todos os astros da MGM, exceto a Lassie.” 

“Why am I so good at playing bitches? I think it’s because I’m not a bitch. Maybe that’s why Miss Crawford always play ladies.”

“Por que sou tão boa intepretando vilãs? Talvez porque eu não seja uma vilã. Talvez por isso a Sra.Crawford sempre interprete damas.”

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Março 19, 2008 Publicado por Madame Y | Cinema | | Sem comentários ainda

Bette Davis – Eu nunca estarei abaixo do título

Bette Davis era uma mulher de personalidade forte. Não tinha interesse em agradar quem quer que fosse e falava o que bem entendia, quando achasse que lhe convinha. Talvez tenha sido a precursora do que hoje chamamos de “diva”. Sabia de seu potencial e não era modesta.

Sendo assim, não é de se espantar que tenha dito a seguinte frase:

“Eu nunca estarei abaixo do título”

I will never be below the title.

Após o logo do estúdio era o nome de Bette que aparecia em primeiro na tela do cinema. Não o título do filme, tampouco os diretores. A primeira coisa que se lia era “Bette Davis in” e aí sim aparecia o nome filme. Nos posters de divulgação não era diferente: acima, no topo, o nome de Bette Davis. Abaixo, o nome do filme.

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Era como se fosse o filme um felizardo, um sortudo, que devia agradecer por poder contar com a presença da grande Bette Davis em seus créditos iniciais.

Março 18, 2008 Publicado por Madame Y | Cinema | | Sem comentários ainda

Frases de Bette Davis

Hoje começaremos a prestar nossas homenagens a Bette Davis. Dia 05 de abril a atriz completaria 100 anos, e tal data não poderia passar despercebida por nós, amantes do cinema e admiradores da grande atriz que foi Bette Davis.

Até o dia 05 de abril postaremos frases  daquela que nasceu Ruth Elizabeth Davis, uma mulher de personalidade forte e marcante, que foi imortalizada por diversas atuações brilhantes ao longo de mais de 50 anos de carreira.

Gary era o típico “machão”, mas nenhum dos meus maridos foi homem o suficiente para se tornar o Sr. Bette Davis. (sobre Gary Merrill, seu 4ºmarido)

Gary was a macho man, but none of my husbands was ever man enough to become Mr. Bette Davis (on Gary Merrill, her fourth husband)


Março 17, 2008 Publicado por Madame Y | Cinema | | Sem comentários ainda

Aqui, a história é outra

http://cinema.uol.com.br/ultnot/2008/02/17/ult4332u664.jhtm

Trope de Elite foi premiado em Berlim. Ganhou o Urso de Prata, a maior honraria do festival de cinema daquela cidade. Não ganhou o troféu de melhor filme estrangeiro, tido por muitos como uma espécie de prêmio de consolação para os pé-rapados do Terceiro Mundo: foi o melhor dentre todos, incluindo europeus e americanos. Foi o campeão geral. Sem afagos, mimos, condescendência ou peninha da platéia. Pior: sem sequer apresentar uma tradução decente. A cópia da película com as legendas em inglês sumiu e uma moça foi escalada às pressas para fazer uma tradução simultânea, que incluiu, entre outras pérolas, um”ask to quit” para o célebre “Pede pra sair!” do Capitão Nascimento. O filme tinha tudo para virar piada. Não virou.

Hector Babenco não precisa de legendas para ver Tropa de Elite. Assistiu o filme no original, num cinema bem perto de você. Ou comprou uma cópia pirata, num camelô ainda mais próximo. Ouviu “Pede pra sair!” diversas vezes, assim como “O senhor é um fanfarrão!”, e não “You´re a buffon”, opção da pobre moça no calor do momento. Ouviu “Nunca serão”, e não “Never will be”. Ouviu “Pega o saco”, e não “Bring the plastic bag”, talvez a mais confusa (e engraçada) de todas as traduções. Ouviu macho com voz de macho e fêmea com voz de fêmea. Tudo perfeitinho, tudo maravilhoso. Don Babenco era da comissão encarregada de selecionar o filme brasileiro para o Oscar. Não escolheu Tropa de Elite: escolheu O ano em que meus pais saíram de férias, de Cao Hamburger. Assim justificou sua opção: “Tropa de Elite não para em pé. Usa demasiadamente a narração em off, em detrimento da imagem”. Da voz dos personagens, nada falou. Ainda bem. Algo de bom o filme deve ter.

O ano em que meus pais saíram de férias, o nosso escolhido, não foi indicado pela Academia de Hollywood para o prêmio de melhor filme estrangeiro, mas isso não importa. O que importa é que, mais uma vez, nossa classe artística demonstrou que não se curva diante dessas imposições mercadológicas, dessas megaproduções, desses filmes popularescos que os desdentados adoram. Ah, os europeus também? Danem-se. Nossa crítica mostrou a eles que está muito à frente. Que é mais observadora. Que é mais sutil. Que vê nuances e aspectos ocultos que aqueles alemãezinhos simplórios, primos desses colonos de Ivoti e Morro Reuter, formados naquelas universidades de meia tigela, comedores de chucrute, bebedores de cerveja e, sobretudo, horrorosamente cintura-duras, não conseguem ver. Afinal, nenhum deles, ao que parece, viu o mesmo que Hector Babenco com seu finíssimo olhar de cineasta experiente e profundo estudioso da sétima arte.  Aliás, ouvi dizer, não sei onde, que Tropa de Elite pode concorrer ao Oscar no ano que vem. Mas, dessa vez, não na categoria de filme estrangeiro, e sim de Melhor Filme (assim, em maiúscula), como em Berlim. Não dependerá, portanto, de pré-seleção brasileira. Bom, se quiserem escolhê-lo o problema deles. Nossos rígidos critérios naõ aprovam qualquer um. Tropa de Elite é filmezinho para festivalzeco de europeu fresco e americano gorducho comedor de McDonalds. Aqui, companheiro, essas coisas não se criam. Aqui, a história é outra.

 Linkrelacionado:

http://perspectivabr.wordpress.com/2007/11/29/o-pior-dos-7-pecados-capitais/

Fevereiro 21, 2008 Publicado por Celso Augusto Uequed Pitol | Cinema | | 1 Comentário

Indiana Jones – expectativa alimentada

A Paramount não está para brincadeiras na divulgação do esperado Indiana Jones no Reino da Caveira de Cristal, com estréia mundial prevista para maio de 2008. Logo à entrada dos principais cinemas é possível encontrar-se o material promocional do filme. Os fãs podem inclusive bater fotos com o chapéu e chicote de Indiana.

 

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Fevereiro 4, 2008 Publicado por Madame Y | Cinema | | 1 Comentário

Indiana Jones 4 – Vanity Fair

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Janeiro 2, 2008 Publicado por Miss Lou Lou | Cinema | | 1 Comentário

A Felicidade não se compra (It’s a wonderful life)

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A Felicidade não se compra (It’s a wonderful life) de Frank Capra, filmado em 1946 e   baseado no conto “The Greatest Gift”, de Philip Van Doren Stern, já inicia mostrando a que veio. As dezenas de preces implorando por ajuda a George Bailey, (interpretado por James Stewart)  sobem às alturas e  chegam aos ouvidos de quem de direito.O encarregado de receber estas súplicas e providenciar ajuda é São José, que administra o rodízio de anjos. No caso Bailey, a vez de prestar ajuda cabe a um anjo com pouco QI, mas muita vontade de conseguir as almejadas asas, o que somente ocorrerá se obtiver sucesso em sua missão de dissuadir George de acabar com a própria vida. Ele fica intrigado, sem saber os motivos pelos quais alguém abriria mão da maior dádiva concedida por Deus. E pelos olhos de Clarence passamos a conhecer George. Tomamos conhecimento, por exemplo, da vez em que ele, ainda criança, salvou o irmão mais novo da morte, ao pular dentro de um lago congelado. A façanha custou a George a audição de um dos ouvidos. Ou de quando trabalhava em uma farmácia, na mesma época, e evitou que o dono da mesma enviasse veneno ao invés de remédio para uma das encomendas.Ficamos sabendo das centenas de pessoas que ele auxiliou a ter casa própria através de sua pequena empresa, evitando que tivessem de recorrer ao magnata local Henry Potter (Lionel Barrymore) que, sem nenhum senso de comunidade, buscava apenas o lucro fácil à custa da exploração alheia.Qualquer semelhança com Ebenzer Scrooge, o personagem de Cahrles Dickens em Christmas Carol, certamente não é mera coincidência. Com a diferença de que para Potter não vem a redenção.

 

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Potter e sua “técnica”: cadeira mais alta que a do interlocutor

George Bailey era um sonhador. O personagem de James Stewart tinha ambições, como qualquer jovem quando estava com idade próxima dos 20 anos. Sonhava em construir coisas, em viajar o mundo inteiro. Sonhava fazer coisas importantes, desejava poder fazer a diferença. Esse era o objetivo principal da vida de George.

 Quando ia iniciar seu projeto, seu pai morre e ele acaba tendo que assumir a pequena empresa da família, ajudando seu tio trapalhão. Quem vai para a faculdade fora da cidade é seu  irmão. Depois o casamento, nascimento dos filhos e sucessivos acontecimentos vão mantendo George em Bedford Falls. E assim ele vai sendo obrigado a abrir mão de seus sonhos de viajar e realizar feitos grandiosos. Vai ficando na cidadezinha onde nasceu, enquanto seus amigos e seu irmão partem em direção a conquistas que ele sonhara. Mas George não é um ressentido, ele está feliz, com pouco dinheiro, muito trabalho, mas com uma família unida e concretizando ali mesmo no seu quintal o ideal de melhorar o mundo. No entanto, a ganância de Potter e a falta de inteligência do tio de George criam a situação que vai levá-lo à falência e total desonra. Na noite de Natal, ele decide acabar com a própria vida, para que sua família receba a apólice de seu seguro.

Quando está prestes a jogar-se nas águas geladas do rio da cidade, Clarence entra em ação, do jeito Clarence de entrar em ação, jogando-se na água para despertar os bons sentimentos de George, que o “salva”. Depois , ouvindo de George o desejo de nunca haver nascido, conversa com quem manda e atende o pedido. E, a partir daí, o filme leva à reflexão sobre como uma só pessoa pode afetar a vida de tantos.E  novamente o paralelo com Dickens. Clarence mostra a George como seria a cidade sem ele, à mercê de Potter,  como seria a vida de sua mãe com a perda do filho no acidente do lago congelado, a tragédia provocada pelo farmacêutico, pois não haveria a intervenção do não nascido e assim por diante.A ausência de George em Bedford Falls mostra como a vida de uma pessoa toca a vida de tantas outros.

 

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George e seu anjo atrapalhado

E George toma consciência de quanto sua vida era maravilhosa, mesmo com os problemas a serem enfrentados. Sob nova perspectiva, eles passam a ser pequenos ante a grandeza das conquistas de George como ser humano.  E ele volta para casa disposto a enfrentar qualquer situação.

A cena final é inesquecível com o tilintar que evidencia haver Clarence enfim conseguido suas asas e com a edificante mensagem: ninguém que tem amigos é um fracasso. Tudo isso embalado pela  maravilhosa ”Auld Lang Syne“. Com um toque do que para muitos seria ingenuidade e idealismo ao extremo  o filme cumpre seu papel. Amizade, bem querer, reconhecimento, generosidade, em suma, tem presente o espírito de Natal que todos almejamos.E certamente após assistir A felicidade não se compra tentamos ficar melhores, mesmo que por alguns momentos. E talvez por isso  o filme continue encantando sucessivas gerações com suas tocantes cenas em preto e branco.

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Auld Lang Syne

Dezembro 23, 2007 Publicado por Madame Li Li | Cinema | | Sem comentários ainda

Indicados ao Globo de Ouro 2008

Melhor filme – drama:

“O gângster”
“Desejo e reparação”
“Eastern Promises”
“The Great Debaters”
“Conduta de risco”
“Onde os fracos não têm vez”
“There Will Be Blood”

Melhor atriz em filme dramático:

Cate Blanchett, “Elizabeth: A era de ouro”
Julie Christie, “Away From Her”
Jodie Foster, “Valente”
Angelina Jolie, “O preço da coragem”
Keira Knightley, “Desejo e reparação”

Melhor ator em filme dramático:

George Clooney, “Conduta de risco”
Daniel Day-Lewis, “There Will Be Blood”
James McAvoy, “Desejo e reparação”
Viggo Mortensen, “Eastern Promises”
Denzel Washington, “The Great Debaters”

Melhor filme – musical ou comédia:

“Across the Universe”
“Charlie Wilson’s War”
“Hairspray – em busca da fama”
“Juno”
“Sweeney Todd”

Melhor atriz em filme musical ou comédia:

Amy Adams, “Encantada”
Nikki Blonsky, “Hairspray – em busca da fama”
Helena Bonham Carter, “Sweeney Todd”
Marion Cotillard, “Piaf – um hino ao amor”
Ellen Page, “Juno”

Melhor ator em filme musical ou comédia:

Johnny Depp, “Sweeney Todd”
Tom Hanks, “Charlie Wilson’s War”
Ryan Gosling, “Lars and the Real Girl”
Philip Seymour Hoffman, “Savages”
John C. Reilly, “Walk Hard: The Dewey Cox Story”

Melhor atriz coadjuvante em filme:

Cate Blanchett, “I’m Not There”
Saoirse Ronan, “Desejo e reparação”
Julia Roberts, “Charlie Wilson’s War
Amy Ryan,
“Gone Baby Gone”
Tilda Swinton, “Conduta de risco”

Melhor ator coadjuvante em filme:

Casey Affleck, “O assassinato de Jesse James pelo covarde Robert Ford”
Javier Bardem, “Onde os fracos não têm vez”
Philip Seymour Hoffman, “Charlie Wilson’s War”
John Travolta, “Hairspray – em busca da fama”
Tom Wilkinson, “Conduta de risco”

Melhor filme de língua estrangeira:

“4 meses, 3 semanas e 2 dias (Romênia)
“O escafandro e a borboleta” (França)
“O caçador de pipas” (EUA)
“Lust, Caution” (Taiwan)
“Persépolis” (França)

Melhor diretor de longa-metragem:

Tim Burton, “Sweeney Todd”
Joel Coen & Ethan Coen, “Onde os fracos não têm vez”
Julian Schnabel, “O escafandro e a borboleta”
Ridley Scott, “O gângster”
Joe Wright, “Desejo e reparação”

Melhor roteiro de longa-metragem:
 

Diablo Cody, “Juno”
Joel Coen & Ethan Coen, “Onde os fracos não tÊm vez”
Christopher Hampton, “Desejo e reparação”
Ronald Harwood, “O escafandro e a borboleta”
Aaron Sorkin, “Charlie Wilson’s War”

 

Melhor longa de animação:

“Bee movie – a história de uma abelha”

“Os Simpsons – o filme”

“Ratatouille”

 

Melhor trilha sonora original:

Eddie Vedder, Michael Brook, Kaki King, “Into the wild”

Clint Eastwood, “Grace is gone”

Alberto Iglesias, “O caçador de pipas”

Dario Marianelli, “Desejo e reparação”

Howard Shore, “Eastern promises”

 

Melhor canção original:


“Despedida”, Shakira (“O amor nos tempos do cólera)

“Grace is gone”, Clint Eastwood (“Grace is gone”)

“Guaranteed”, Eddie Vedder (“Into the wild”)

“That’s how you know”, Alan Menken (“Encantada”)

“Walk hard”, Marshall Crenshaw, John C. Reilly, Judd Appatow, Kasdan (“Walk hard: the Dewey Cox story”)

Melhor série de TV – drama:

“Big love”

“Damages”

“Grey’s anatomy”

“House”

“Mad men”

“The Tudors”

Melhor atriz em série dramática:

Patricia Arquette, “Medium”

Glenn Close, “Damages”

Minnie Driver, “The riches”

Edie Falco, “The Sopranos”

Sally Field, “Brothers and sisters”

Holly Hunter, “Saving Grace”

Kyra Sedgwick, “The closer”

Melhor ator em série dramática:

Michael C. Hall, “Dexter”

Jon Hamm, “Mad men”

Hugh Laurie, “House”

Jonathan Rhys Meyers, “The Tudors”

Bill Paxton, “Big love”

 

Melhor série de TV – musical ou comédia:

“30 Rock”

“Californication”

“Entourage”

“Extras”

“Pushing daisies”

 

Melhor atriz em série musical ou cômica:

Christina Applegate, “Samantha who?”

America Ferrera, “Ugly Betty”

Tina Fey, “30 Rock”

Anna Friel, “Pushing daisies”

Marie-Louise Parker, “Weeds”

Melhor ator em série musical ou cômica:

Alec Baldwin, “30 Rock”

Steve Carell, “The office”

David Duchovny, “Californication”

Ricky Gervais, “Extras”

Lee Pace, “Pushing daisies” 

Melhor minissérie ou filme feito para a TV:

“Bury my heart at wounded knee”

“The company”

“Five days”

“Longford”

“The state within”

Melhor atriz em minissérie ou filme feito para a TV:

Bryce Dallas Howard, “As you like it”

Debra Messing, “The starter wife”

Queen Latifah, “Life support”

Sissy Spacek, “Pictures of Holly Woods”

Ruth Wilson, “Jane Eyre”

Melhor ator em minissérie ou filme feito para a TV:

Adam Beach, “Bury my heart at wounded knee”

Ernest Borgnine, “A grandpa for Christmas”

Jim Broadbent, “Longford”

Jason Isaacs, “The state within”

James Nesbitt, “Jekyll”

Melhor atriz coadjuvante em série, minissérie ou filme feito para a TV:
Rose Byrne,
“Damages”

Rachel Griffiths, “Brothers and sisters”

Katherine Heigl, “Grey’s anatomy”

Samantha Morton, “Longford”

Anna Paquin, “Bury my heart at wounded knee”

Jaime Pressly, “My name is Earl”

 

Melhor ator coadjuvante em série, minissérie ou filme feito para a TV:
Ted Danson
, “Damages”

Kevin Dillon, “Entourage”

Jeremy Piven, “Entourage”

Andy Serkis, “Longford”

William Shatner, “Boston legal”

Donald Sutherland, “Dirty sexy money”

Dezembro 14, 2007 Publicado por Miss Lou Lou | Cinema | | Sem comentários ainda

A Malvada (All about Eve)

Indicado a 14 Oscars (recorde igualado por Titanic em 1998) tendo sido premiado com 6 estatuetas em 1951, incluindo melhor filme.

The minor awards, as you can see, have already been presented. Minor awards are for such as the writer and director – since their function is merely to construct a tower so that the world can applaud a light which flashes on top of it and no brighter light has ever dazzled the eye than Eve Harrington. Eve… but more of Eve, later. All about Eve, in fact.

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Essa chamada é o prenúncio do que o filme “A Malvada”, de 1950, pretende mostrar. O filme tem início com Eve, personagem de Anne Baxter recebendo o prêmio máximo como atriz de teatro. Trata-se de uma famosíssima atriz, com carreira decolando para Hollywood. A narração inicial leva-nos ao objeto do filme: Tudo sobre Eve. Sim, pois deste momento, no qual Eve atinge o auge de sua carreira como atriz, voltamos a algum tempo atrás, em uma espécie de Flashback, que nos dará ciência de quando onde e como tudo começou. Tudo sobre a trajetória de Eve.

Eve Harrington é uma garota ambiciosa, manipuladora e fria, mas ninguém percebe isso quando ela se aproxima de Margot Chaning, uma famosa e temperamental atriz de teatro interpretada pela magnífica Bette Davis. Eve se faz passar por uma fã ingênua, interessada e absolutamente prestativa, ganhando a simpatia de Margot, que acaba por contratá-la como sua auxiliar. A excessiva devoção de Eve e seu controle sobre os negócios de Margot não passam despercebidos, e esta começa a se sentir sufocada. Porém, todos ao redor não entendem o porquê da súbita intolerância de Margot com a dócil garota. Começam a se irritar com o humor de Margot e com seu estrelismo e, automaticamente, se voltam a favor de Eve.

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Margot estava certa. Eve nada mais era do que uma oportunista , cujo objetivo era sugar todo que pudesse tirar de positivo de sua convivência com Margot e, assim, se aproximar do mundo do entretenimento. E ela consegue. Manipulando as pessoas influentes que conheceu através de sua convivência com Margot, Eve torna-se atriz substituta da peça na qual a personagem de Bette Davis é a estrela e tem a chance de substituí-la em uma noite, através de uma armação arquitetada, ingenuamente, pela melhor amiga de Margot, Karen Richards, interpretada por Celeste Holm. Eve convoca a imprensa local para esta única apresentação e é aclamada, ao mesmo tempo que Addison DeWitt, colunista local de lígua ferina que, de certa forma, passa a apadrinhá-la, humilha Margot que, segundo ele, era “madura” demais para os papéis aos quais era escolhida.

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Uma curiosidade do filme é assistir a uma desconhecida Marilyn Monroe em um papel secundário de uma jovem atriz (na foto, entre Anne Baxter, Bette Davis e George Sanders).

Addison é um dos narradores do filme e é ele que desmascara Eve. Ele percebe desde o início que Eve na verdade queria tudo aquilo que fosse de Margot, sua fama, seu estilo de vida e, inclusive, seu noivo. Quando ela tenta roubar o marido de Karen, Lloyd Richards, um roteirista famoso de teatro, Addison a impede, revelando saber tudo sobre seu passado e que sabe das mentiras que contou afim de se aproximar de Margot. Addison, então, a chantageia: ela agora pertencia a ele.

Voltando à noite na qual a protagonista está recebendo o prêmio, tudo toma outro valor – agora, nós sabemos tudo sobre Eve. E quando ela volta a seu quarto de hotel e lá encontra uma fã, entendemos tudo. Uma fã que, como ela fazia com Margot, começa a adulá-la e a fazer suas vontades. E temos ao final do filme a cena na qual esta fã, no quarto de Eve, segura o vestido que a famosa atriz usara na premiação. Em frente ao espelho, começa a fazer de conta que está agradecendo aos aplausos da platéia, como Eve fizera uma vez com o vestido de Margot. A tomada final, na qual as imagens refletidas nos espelhos repetem a figura da garota obstinada inúmeras vezes, mostra que essa história se repete. Não se trata de um caso isolado, e sim de um acontecimento muito comum . Afinal, jogo de interesses, manipulação, egoísmo, mentiras e chantagens não são exclusividade do mundo do entretenimento.

Dezembro 13, 2007 Publicado por Madame Y | Cinema | | 2 Comentários

“O Mágico de Oz” – “The wizard of Oz”

 

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As lembranças mais remotas que guardo da infância aparecem como flashes na memória, como se o momento lembrado fosse um sonho, algo que acontecera com alguém muito parecido comigo. Essa sensação é fruto das mudanças que passamos e que fazem, gradativamente, com que nos distanciemos da criança que fomos um dia. Talvez por essa razão assistir a “O Mágico de Oz” seja tão reconfortante. O filme (datado de 1939 e assistido por mim de maneira amiúde durante a infância) une, em sua 1h30min de duração, o necessário para marcar a vida de crianças de todas as épocas: magia, diversão, encantamento, personagens carismáticos e uma história bela e cativante. Impossível não se deixar tocar pela mensagem de valorização ao lar e àqueles que nos amam.

Como mencionado em nosso post sobre …E o vento levou (cujo link encontra-se na barra ao lado),  Victor Fleming dirigiu, no mesmo ano, “O Mágico de Oz” e o filme sobre a saga de Scarlett O’Hara. Ecolhida em 1938 para o papel de Dorothy, Judy Garland quase foi substituída por Shirley Temple, atriz mirim de muita fama e até hoje reconhecida por muitos como a maior atriz infantil de todos os tempos. A Fox negou-se a liberar Temple e possibilitou que Garland fosse imortalizada no papel de Dorothy. O elenco do filme sofreria algumas alterações: Jack Haley substituiu Buddy Ebsen no papel do Homem de Lata, pois este era alérgico à tinta prateada utilizada. 

As cenas que se passam no Kansas foram filmadas em um tom pastel. Em Oz o colorido surge em technicholor (assim como …E o vento levou), e a magia do filme se acentua. Se hoje, passados mais de 60 anos da estréia, ainda nos encantamos com as cores e a alegria passada pelas cenas, é de se imaginar a comoção causada em 1939.

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Assistir a “O Mágico de Oz” é como um retorno à ingenuidade da infância. Nele podemos identificar a realidade fantástica tão explorada pelos filmes infantis hoje em dia. O cenário é de um mundo de sonhos. Os personagens também. Parece que nós também somos amigos do Espantalho, que podemos contar com o Homem de Lata ou que somos capazes de seguir a estrada de tijolos amarelos. A estrada que, à primeira vista parecia bela e agradável, também tem seus percalços, aos quais Dorothy consegue superar, a medida que vai encontrando seus novos amigos e se tornando confiante. Seu objetivo era voltar para seu lar e ela pretendia fazê-lo, superando os obstáculos do caminho, indo ao encontro do Mágico de Oz que, segundo os habitantes, seria capaz de lhe ajudar a voltar para casa.

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A valorização de sua casa e de seus familiares não é por acaso. Afinal, Dorothy os abandonara, fugindo, para impedir que Totó (seu cachorrinho) fosse sacrificado por ter, supostamente, atacado uma vizinha. A sua chegada a Oz se deu por este abandono. Arrependida, voltou correndo para casa, mas seus tios estavam abrigados (e preocupadíssimos com ela) do tufão. Enrtando em casa e percebendo que estava vazia, Dorothy bate a cabeça e desmaia, sendo levada(juntamente com a casa) pelo tufão que assolou o Kansas para o mundo mágico de Oz.

A Bruxa má do Oeste, interpretada por Margareth Hamilton, faz o que pode para deter Dorothy.  Dorothy chegou em Oz sua casa”aterrisou” em cima da Bruxa má do leste, irmã da Bruxa má do Oeste. A cena na qual as pernas da bruxa do leste se contraem e desaparecem em baixo da casa é marcante. Dorothy, então é agraciada pela Bruxa Boa com os sapatinho de ruby, objetos de desejo da Bruxa Má do Oeste, o que serviu de motivação para sua incessante perseguição.

 

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Mal sabia Dorothy (bem como seus fiéis amigos) que o Mágico não passava de uma fraude. Um charlatão que, assim como ela, estava preso naquele mundo. Após derrotar a bruxa má e se dar conta de que fora enganada Dorothy descobre a armação. Mas o Mágico, que tinha um balão, promete que lhe levará de volta ao Kansas. Todavia, na hora da partida Totó foge e faz com que Dorothy perca a viagem.

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A Bruxa boa logo surge, sugerindo que Dorothy bata os calcanhares e repita “Não há lugar como o lar”. Assim, apenas com seu desejo, Dorothy volta para o lar, onde ficamos sabendo que tudo não passara de um sonho, um delírio que ocorrera durante os momentos que Dorothy passou desacordada após bater a cabeça. Mas a mensagem aprendida persiste: não há lugar como o lar e por lar entende-se o local onde estão aqueles que nos amam e que queremos bem.

O filme permanece vivo, ignorando a passagem dos anos. E seu valor  aumenta, tendo em vista que os filmes infantis, que passam mensagens de amor e que, de certa forma, ajudam a moldar a personalidade das crianças, são cada vez mais raros. Hoje vemos as crianças entretidas com desenhos animados que mais destacam cenas de luta e guerra do que, propriamente, os valores essenciais para auxiliar a moldar o caráter. Pois bem se sabe que os filmes ajudam, e muito, no desenvolvimento e assimilação de certos valores, assim como os livros também o fazem. Alguns destes valores essenciais estão presentes em “O Mágico de Oz”. Um filme para todas as idades, pois é capaz tanto de encantar crianças quanto resgatar a criança que um dia fomos. Sem dúvida, um filme eterno.

 

 

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Dezembro 4, 2007 Publicado por Madame Y | Cinema | | 11 Comentários

O pior dos 7 pecados capitais

“O filme não para em pé. Usa demasiadamente a narração em off, em detrimento da imagem”.

 Hector Babenco, justificando o porquê de não ter votado em Tropa de Elite como representante brasileiro ao Oscar.

Em tempo: seu filme, “O Passado”, estreou na mesma semana que “Tropa de Elite” – e teve muito menos público.

Novembro 29, 2007 Publicado por Celso Augusto Uequed Pitol | Cinema | | Sem comentários ainda

…E o vento levou (…Gone with the wind)

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Filmes que são vistos e revistos. Filmes que inspiram comportamentos. Filmes cujas cenas são repetidas, muitas vezes praticamente sem variantes em outros filmes. Filmes cujas trilhas sonoras são imediatamente reconhecidas. Enfim, filmes inesquecíveis. Esta a proposta destes amantes de cinema para uma nova Série neste blog. E começamos com “…E o vento levou”, o típico filme para o qual é válido o epíteto “eterno”. O início do filme, o som, a música e as cores já seduzem o espectador. Legítimo caso de amor à primeira vista.

O diretor Victor Fleming estava em um momento de grande inspiração naquele ano de 1939, já que , além de “…E o vento levou” dirigiu ” …O mágico de Oz”. Não foi por acaso que a Academia de Hollywood distinguiu o filme com dez Oscars, um deles para Hattie McDaniel, a inesquecível Mammy e a primeira atriz negra a receber o prêmio. Além disso, ganhou de melhor filme, sendo o primeiro feito originalmente a cores- e convenhamos que cores, melhor diretor, melhor atriz( Vivian Leight), melhor direção de arte, melhor fotografia, melhor edição e melhor roteiro. Tudo isso quer dizer alguma coisa.A abertura já nos coloca no clima proposto. Impossível não se emocionar com a frase inicial, uma prévia do que estava por vir: a destruição do mundo de cavalheiros e damas apresentado no início do filme.

There was a land of Cavaliers and Cotton Fields called the Old South. Here in this pretty world, Gallantry took its last bow. Here was the last ever to be seen of Knights and their Ladies Fair, of Master and of Slave. Look for it only in books, for it is no more than a dream remembered, a Civilization Gone with the Wind…”

Curiosamente, foi a destruição deste mundo que proporcionou a Scarlett se tornar a mulher forte e decidida, que inspirou gerações mundo afora. Antes da guerra, era uma menina sulista mimada, infantil e irresponsável, cujo único interesse era flertar com os rapazes da região e tentar conquistar o coração de Ashley Wilkes. A partir do momento em que o mundo a sua volta começa a ruir, Scarlett se vê forçada a abandonar  seus antigos hábitos em nome de sua sobrevivência e daqueles ao seu redor, que mesmo a criticando dependem de sua força e determinação. Assume a responsabilidade de gerenciar o que restou de sua família. Gradativamente, a menina mimada vai dando lugar à Scharlett O’Hara, que não se abate em momentos de dificuldade e que sempre encontra solução para os ( muitos) problemas que surgem.

Seu novo padrão comportamental se faz notar em cenas como a que ela confeciona um vestido a partir de uma cortina. Ouquando ela atira, sem dó, no ianque que invade Tara.Fria, inconformada e destemida: esta é Scarlett O’ Hara.A cena na qual afirma que jamais passará fome novamente é uma das mais impactantes do filme. Passa a assumir a postura que vinha sendo moldada desde o início da guerra: o abandono das atitude da mimada sulista e aceitação de sua verdadeira personalidade.

 

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Comovente também o relacionamento de Scarlett com Melanie. Inicialmente, a personagem de Olívia de Havilland era, por assim dizer, a rival de Scarlett, pois era noiva de Ashley Wilkes.  Todavia, Melanie não tinha noção de que Scarlett a via desta maneira, pelo contrário: a futura Sra. Wilkes gostava do jeito de Scarlett, tão diferente do seu. Scarlett, por outro lado, tinha desprezo pelo jeito calmo e pacífico de Melanie. No desenrolar da trama, Melanie, já casada com Ashley, passa a ter problemas de saúde, devido à gravidez e Scarlett passa, gradualmente, a se tornar sua companheira. Começa a cuidar de Melanie, a zelar por sua segurança e saúde, colocando, muitas vezes, sua própria vida em risco. Mas engana-se quem pensa que Scarlett passou a gostar de Melanie: muito pelo contrário. Apesar do companheirismo, a filha do Sr. O’hara seguia desprezando a fraqueza da “rival”, apenas se dando conta do valor de sua amizade quando Melanie estava prestes a falecer.

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Rhett Butler, personagem de Clark Gable, era compatível com Scarlett, seu parceiro, companheiro de trapaças e de idéias. Não tinha vergonha de fazer o que fosse necessário  para sobreviver em tempos como aqueles. Scarlett o  criticava por ser desta maneira. O criticava hipocritamente, visto que ela, em condições semelhantes, agiria da mesma forma que ele.  Rhett era apaixonado por Scarlett e conseguiu casar-se com ela através de uma proposta que seria, financeiramente, vantajosa para ambos. Entretanto, Scarlett negava-se a aceitar que aquela vida com Rhett poderia vir a lhe proporcionar felicidade (felicidade esta que, que de fato, estava acontecendo). Não se deixava libertar da figura presente de Ashley Wilkes, que ela conservava em mente como símbolo de perfeição. O relacionamento de Scarlett e Rhett é arrebatador, o amor negado, do permanente desencontro, que acaba por desaguar em ressentimento e mágoa.

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Ao longo do filme Scarlett seguia acreditando que seu lugar era ao lado de Ashley. Rhett Butler, o canalha encantador vivido por Clark Gable, tentava, de todas as formas, abrir os seus olhos. Ashley jamais seria o que ela precisava: ela estava apaixonada por uma idéia, por um sonho, não pelo homem de verdade. Ashley também sabia que Scarlett nunca seria a mulher certa para ela. Ashley assevera, no início do filme:

 ” How could help loving you- you who have all the passion for life that I lack? But that kind of love   isn´t enought to make a successful marriage for two people who are as different as we are”.

Ashley sabia que incompatibilidade não gera felicidade. Talvez este tenha sido o grande erro de Scarlett ao longo do filme: idealizar a felicidade em um homem que não existia, em um personagem perfeito que ela mesma criara, personificado na figura de Ashley Wilkes. Apenas ao vislumbrar um momento de fraqueza de Ashely (já no final do filme) é que Scarlett parece se dar conta de que jamais o conhecera de verdade. Parece perceber que, esse tempo todo, endeusava um homem que, de fato, não existia. 

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O relacionamento dos personagens tem como pano de fundo a Guerra Civil Americana, retratada com maestria. É difícil acreditar que tenha sido possível tamanha perfeição de cenário em 1939, quando nem se imaginava a existência dos recursos digitais que tanto auxiliam o cinema atual. 

“E o Vento Levou…” segue influenciando os cineastas. Basta prestar um pouco de atenção para visualizar cenas claramente inspiradas no clássico em diversos filmes. Até mesmo em filmes infantis. Basta analisar-se a cena de Aristogatas em que o cachorro Napoleão orgulhosamente afirma ser o chefe e determinar o momento em que ele e seu companheiro deveriam atacar com a que o feitor Big Sam diz para outro escravo que havia mandado o serviço parar: “Eu sou o feitor, eu digo quando é hora de parar”. 

Mais recentemente,o seriado Lost mostra claramente que “E o Vento levou…” ainda serve de base para inspirar relacionamentos. Kate , Saywer e Jack vivem um triângulo amoroso na série. Kate, impulsiva e partidária a agir conforme a situação manda,  idealiza em Jack, o médico respeitável,  a figura de perfeição que ela deveria querer, muito semelhante a maneira como Scarlett idealiza Ashley. Tem dificuldades em aceitar o que sente por Sawyer pois este, que é apaixonado por ela, tem padrão comportamental semelhante ao de Rhett, o trapaceiro encantador. Nota-se a influência, por exemplo, nestas duas cenas:

 Lost, episódio 07 da primeira temporada: 

SAWYER: So he’s a doctor, right? Yeah, ladies dig the doctors. Hell, give me a couple of band-aids, a bottle of peroxide, I could run this island, too. 

KATE: You’re actually comparing yourself to Jack? 

SAWYER: Difference between us ain’t that big, Sweetheart. 

E o vento levou… 

RHETT: (…) And I hope to see more of you when you’re free of the spell of the elegant Mr. Wilkes. He doesn’t strike me as half good enough for a girl of your…what was it…your passion of living? 

SCARLETT: How dare you? You aren’t fit to wipe his boot! 

 Percebe-se claramente a idealização das figuras de Ashley e de Jack. O endeusamento de personalidades incompatíveis e o desprezo por aquele que é semelhante a cada uma delas. Nota-se, enfim, a influência presente de “…E o vento levou”.

Inspirado no romance homônimo de Margarethe Mitchel, “…E o vento levou” é uma experiência cinematográfica inesquecível. Embalado pelo som maravilhoso de ”Tara`s Theme” o filme que parou o mundo em 1939 permanece sendo referência quando o assunto gira em torno da magia do cinema. Passam os anos, mudam os costumes e os valores e a história de Scarlett O’Hara e Rhett Butler segue atual, encantando e influenciando.

Novembro 21, 2007 Publicado por Madame Y | Cinema | | 6 Comentários

“L’ Étoile du soldat”

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  Uma parceria entre França, Alemanha e Afeganistão fez possível a criação de “L’ Étoile du soldat”.

  A história se passa em 1984 e tem como personagem principal Nicolai, um jovem soviético de 20 anos que é chamado inesperadamente para servir em um país praticamente desconhecido para ele : o Afeganistão. 

  A guerra do Afeganistão começou em 1979 , quando o Exército Vermelho invadiu o país com a missão de derrubar o presidente Hafizullah Amin, considerado incapaz de controlar os “mujahideen” (guerreiros que lutam em defesa da fé islâmica). Em 1984, ano em que Nicolai foi recrutado, o contingente soviético já contava com mais de 250 mil homens.

  Com poucos meses de batalha, e tomado pela violência, ele começa a odiar o inimigo.

  Capturado pelos “mujahideen”, ele faz amizade com um tocador de “robab” (instrumento de cordas afegão) que salva sua vida e começa a conhecer o lado ,inimaginável para ele ,do inimigo.

  Um ano e meio depois é libertado e conta sua história para um jornalista francês.

Novembro 17, 2007 Publicado por Miss Lou Lou | Cinema | | 1 Comentário

A noiva Perfeita – Prête-moi ta main

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  Alain Chabat ( do hilariante “Chouchou”) e Charlotte Gainsbourg (filha de Serge Gainsbourg e Jane Birkin) estelam essa comédia do diretor francês Eric Lartigau.

  Chabat é Luís, um solteirão que sofre nas mãos da família, que quer vê-lo casado a todo custo. Por outro lado, Luís não quer relacionamentos sérios, por conta do final dramático do fim de seu único namoro .

  A solução que ele acha é contratar a amiga de sua irmã para ser sua noiva, fazendo com que ela não apareça no dia do casamento. O problema é que as coisas não saem como o planejado.

  “A noiva perfeita” foi lançado em novembro de 2006 na França e foi direto para o 1° lugar das bilheterias, tendo grande aceitação da crítica , que o chamaram de “a melhor comédia do ano”.

Novembro 15, 2007 Publicado por Miss Lou Lou | Cinema | | 1 Comentário

Rumer Willis – Nova Miss Golden Globe

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 Todo o ano, no Globo de Ouro , há a celebração da “Miss Golden Globe” , que é escolhida por ser filha de algum astro de Hollywood.

  Em 2008 , Rumer Willis , filha de Demi Moore e Bruce Willis , receberá  o prêmio.

  No passado, Melanie Griffith (1975)  e Alexandrea Martin – filha de Whoopy Goldberg – já participaram da premiação. 

Novembro 15, 2007 Publicado por Miss Lou Lou | Cinema | | Sem comentários ainda

Os Donos da Noite – We Own the Night

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  O diretor de”Os Donos da Noite” , James Gray , ao ver uma foto do funeral de um policial no NY Times, com os colegas do morto abraçados, se sentiu inspirado a fazer o filme.

  Em 1988, Nova York vivia uma época de muita violência,  principalmente pelo aumento do tráfico de drogas. Joaquin Phoenix vive Bobby , o conhecido dono da boate “El Caribe”, cujo dono é um gângster russo. Ele tenta a todo custo esconder que tem familiares policiais, incluindo seu próprio irmão , Joseph (Mark Wahlberg) , e seu pai Burt ( Robert Duvall).

  Bobby não se dá bem com nenhum dos dois, e a relação se torna ainda mais instável quando seu pai lhe avisa que o que acontece na cidade é uma guerra e ele mais cedo ou mais tarde terá de tomar partido.

  Quando seu irmão é ferido seriamente, ele acaba decidindo que o melhor é se juntar na luta contra a marginalidade, usando o mesmo bordão da polícia novaiorquina dos anos 80 : “Nós somos os donos da noite”.

Novembro 13, 2007 Publicado por Miss Lou Lou | Cinema | | Sem comentários ainda

Sarah Michelle Gellar – MAXIM

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Depois de ter ficado algum tempo fora dos holofotes, Sarah Michewlle Gellar volta com tudo ao olho do furacão : ao todo são 7 os filmes em que a ex-vampira atua e que estarão no cinema.

->Southland Tales

-> Addicted

->The Air that I breath

->Suburban Girl

->Alice

-> Quantum Quest : A Cassini Space Odyssey

 

 

Novembro 13, 2007 Publicado por Miss Lou Lou | Cinema, Mundo pop | | 1 Comentário

A Loja Mágica de Brinquedos

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  Dustin Hoffman e Natalie Portman estrelam essa aventura que se passa em uma loja de brinquedos mais maravilhosa do mundo.

  Sendo um senhor de idade , 243 anos, Mr. Magoo decide se aposentar e deixar seu império em boas mãos. Tudo na loja parece ter vida, a única condição para se encantar com os brinquedos é acreditar e se estará inserido em um mundo mágico.

  Quando Molly chega para o cargo, coisas estranhas começam a acontecer, mas ela terá a ajuda de um menininho e de um jovem ela passa a ver o mundo de uma nova forma.

Novembro 12, 2007 Publicado por Miss Lou Lou | Cinema | | 2 Comentários

Crimes de Autor – Roman de Gare

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Dominique Pinon ( Fabuloso Destino de Amélie Poulain) , Fanny Ardant (Paris, eu te amo) e Michele Bernier (Antwerp) , se reúnem nesse novo filme do diretor de “Les Misérables”, Claude Lelouch.

  Judith é uma popular escritora de romances policiais e está à procura de novos personagens para suas histórias. Quando “Mágico”, um serial killer, foge da prisão, ela passa a ser investigada , pois acredita-se que ela teria estreitado relações com o criminoso quando procurava inspiração para seu novo livro.

Novembro 7, 2007 Publicado por Miss Lou Lou | Cinema | | Sem comentários ainda

Sienna Miller – Vogue

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  Muitos pensam que Sienna Miller é britânica, por conta de seu acentuado sotaque . Na realidade a atriz , que nasceu Sienna Rose Miller, é natural da Big Apple e se mudou ainda muito pequena para a Inglaterra.

  Filmes dela a serem lançados :

  -> A Woman of No Importance – adaptado de uma peça de Oscar Wilde ; com Annette Benning  e Sean Bean no elenco.

  -> Hippie Hippie Shake – com o ator irlandês Cillian Murphy e Max Minghella no elenco.

Novembro 6, 2007 Publicado por Madame Li Li | Cinema | | Sem comentários ainda

Mandando Bala – Shoot ´em Up

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 Sr.Smith anda pela cidade e se depara com uma mãe tentando dar à luz. Ele ajuda a moça, mas ela acaba morrendo devido a um tiroteio e ele fica com a criança. Logo, ele descobre que o alvo era o recém- nascido .

  Sentindo que tem de proteger  o pequenino, Smith corre em direção ao subúrbio à procura de DQ, uma prostituta que recentemente sofreu um aborto e teria leite suficiente para alimentar o bebê.

 Os dois se unem para descobrir o que há por trás do tráfico de crianças nessa cidade, marcada pela corrupção, pelo crime e pela sede pelo poder.

  Monica Belluci, Paul Giamatti e Clive Owen são os protagonistas desse thriller.

Novembro 6, 2007 Publicado por Miss Lou Lou | Cinema | | Sem comentários ainda

Morte no Funeral – Death at a Funeral

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  Em uma parceria alemã e inglesa foi feita essa nova comédia de Frank Oz (Os Picaretas).

Com poucos atores conhecidos ( dentre esses Matthew Macfadyen – Orgulho e Preconceito; e Ewen Bremmer – Trainspotting)  , o filme conta a história de uma família totalmente desajustada que se reúne no dia do enterro do patriarca. Em meio a isso, um anão chega e ameaça revelar publicamente que era amante do falecido, caso não receba certa quantia em dinheiro.  Preocupados com o “bafáfá” que isso geraria , os dois filhos do velhinho tentam de qualquer maneira que isso não seja revelado aos parentes.

Novembro 4, 2007 Publicado por Madame Li Li | Cinema | | Sem comentários ainda

Leões e Cordeiros – Meryl Streep, Tom Cruise e Robert Redford

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  Robert Redford dirige e atua nesse drama que mostra o envolvimento de três pessoas em diferentes setores da Guerra do Afeganistão.

  Tom Cruise é um político que tenta vender sua mais nova estratégia à uma jornalista de um noticiário – Meryl Streep ;Robert Redford é um professor idealista que tenta mudar a vida de um de seus alunos mais brilhantes e promissores.

  No calendário desses três atores :

  -> Meryl Streep – Mamma Mia

  ->Tom Cruise – Valkirie

  -> Robert Redford – Um projeto sem nome ainda sobre a vida de Jackie Robinson.

Novembro 3, 2007 Publicado por Miss Lou Lou | Cinema | | 1 Comentário

CARTOLA no Santander Cultural

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A história de Angenor de Oliveira(1908-1980) um dos maiores compositores brasileiros volta ao Santander Cultural-Porto Alegre,de 28 a 31 de outubro às 17 horas.

Direção de Hilton Lacerda e Lírio Ferreira.
Música: Cartola.
Elenco: Cartola, Dona Zica, Carlos Cachaça, Elizeth Cardoso, Nelson Cavaquinho, Nara Leão, Paulinho da Viola (arquivo); Carlos Diegues, Nelson Sargento, Hermínio Bello de Carvalho, Nelson Motta, Sérgio Cabral.
Prêmios: Rio 2006: seleção oficial.

Vale a pena conferir. Agradecemos à leitora Camila pela valiosa dica.

Outubro 28, 2007 Publicado por Miss Lou Lou | Cinema | | Sem comentários ainda

Antes só do que mal casado

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   Tenho a impressão de que o Ben Stiller nunca fez um filme sério na vida. Pelo menos nenhum famoso. E não vai ser diferente agora, com o lançamento de sua nova comédia “Antes só do que mal casado”.

  É uma refilmagem de um filme de 1973 , “The Heartbreak kid”, que deu 2 indicações ao  Oscar aos seus protagonistas , Jeannie Berlin  e Eddie Albert.

  Ben Stiller vive Eddie, que pensa ter casado com a mulher perfeita. Quando saem em lua-de-mel, a mulher se revela insuportável e ele acaba se apaixonando por outra.

————-> Cartaz do filme de 73                    heartbreakkid01.jpg

Outubro 28, 2007 Publicado por Miss Lou Lou | Cinema, Mundo pop | | Sem comentários ainda

Noel – O Poeta da Vila

 

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  No dia 2 estréia a cinebiografia do sambista, cantor, compositor , bandolinista e violinista brasileiro, Noel Rosa. 

 No elenco temos Jonathan Haagensen -como Cartola – , Camila Pitanga – como Ceci, o amor de Noel – e Paulo César Pereio.

  O filme conta a trajetória de Noel desde o início, ainda um estudante de medicina que não se contentava somente com os estudos, que passava noites regadas a samba e cerveja.

 -> No pôster vemos o perfil de Noel, e se nota  claramente o defeito no seu queixo, retraído , resultado do uso do fórceps na hora de seu nascimento.

Outubro 27, 2007 Publicado por Miss Lou Lou | Cinema | | 2 Comentários

Amantes entediantes (com final feliz)

“Amantes Constantes” tem boas credenciais. Prêmios no Festival de Veneza, tema interessante – a rebelião dos jovens franceses de maio de 68 e um xerox ampliado de uma crítica muito favorável da Folha de São Paulo afixada na porta da sala de exibição são atrativos suficientes para quem gosta de cinema. Esse é o caso da equipe do blog Perspectiva, que não perdeu tempo e foi à Casa de Cultura Mário Quintana conferir se o filme merece mesmo todo esse cartaz.

O horário era muito ruim: 14:40. O clima, quente. Era no centro de Porto Alegre, e num dia de semana. Mesmo assim, a sala tinha em torno de 20 espectadores, provavelmente atraídos pelo baixo preço cobrado nas quintas-feiras na Casa de Cultura – 4 reais, promoção permanente. Na fila para comprar os ingressos, um senhor de meia-idade sorriu para a bilheteira e perguntou: “O que é que temos de bom aí?”. A moça indicou este filme, e o senhor, muito amável, respondeu: “Pois é, passei aqui, olhei o preço do ingresso e resolvi assistir um filmezinho. Ainda mais com esse calor. Melhor ficar aí no ar condicionado do que nesse calorão, né?”

É, sim. Ninguém pode negar que os mais de 30 graus que os termômetros do centro de Porto Alegre registravam àquele momento pediam um ar condicionado. Tanto que melhor que a fuga do calor seja acompanhada de um filmezinho, numa sala resfriada e a pipoca na mão. Infelizmente, o simpático senhor que pedia apenas isso se decepcionou. A sala Eduardo Hirtz estava mal refrigerada, não havia pipoca e o filmezinho, bem, era um “filmezinho” no pior sentido que a palavra pode ter.

Amantes constantes se autodefine como o filme que quer contar o que passou na cabeça dos jovens após a grande rebelião de maio de 68 em Paris. Os jovens que se matam pela tristeza de ver o sonho perdido, a fuga nas drogas e no sexo descompromissado e, por fim, a simples adesão ao sistema capitalista, emigrando para os Estados Unidos em busca de sucesso.  Os personagens principais, François Dervieux e Lilie,  começam a viver uma intensa história de amor no meio desse ambiente de quebra de ilusões. No fim, o canto do cisne daquele sonho pessoal e coletivo terminando de maneira um tanto estúpida. Eis todo o filme.

Não é o primeiro filme que trata dos resultados, ou da falta de resultados, da geração 1968. Os canadenses As Invasões Bárbaras e O Declínio do Império Americano já fizeram isso antes, e com muito mais competência. Amantes constantes mal consegue ser um documento de época, porque a descrição do universo circundante é muito pobre. Como cinema intimista, falha miseravelmente: cinema intimista – assim como o romance intimista –  pressupõe uma certa análise psicológica, implícita ou explícita, e a psicologia dos jovens neste filme é tão rasa, tão simples, que não dá condições para isso. François e seus amigos são um pouco mais do que animais entorpecidos por soníferos. Nos raros diálogos que travam, os personagens mostram alguma inquietação com o sistema, algum sentimento de amor, alguma ambição, tudo de longe, quase tão longe que não se pode ver. O único momento em que esse panorama se quebra é o da perseguição de François pela polícia, cena bem feita que mostra, também de longe, o filme que poderia ter sido e que não foi. 

Por fim, resta a proposta estética, responsável pelos únicos prêmios que o filme ganhou. O problema é que, esteticamente falando, o filme nada mais é do que uma repetição infindável dos clichês da nouvelle vague francesa sem sequer preencher esses velhos recursos com uma boa história – algo que um Truffaut, por exemplo, era capaz de fazer. Cenas que se arrastam interminavelmente, repetições excessivas e sem sentido, diálogos raros e mal conduzidos e uma câmera preto e branco que não diz a que veio. Para combater qualquer possibilidade do público manter-se acordado : legendas brancas em fundo branco. Não há o que justifique as três horas de Amores constantes.

Não há mesmo. Como isso fica claro já na metade do filme, quatro de nossos integrantes foram expulsos pelo tédio e ficaram à espera de Miss Lou Lou, que, corajosamente, permaneceu na sala. E lá ficamos a observar a debandada gradativa dos espectadores, antevendo momentos tediosos de espera, porém nem tão tediosos se comparados com a  alternativa de permanecer assistindo o filme de Louis Garrel. Logo após nossa saída, o desafortunado senhor que queria apenas assistir um bom “filmezinho”. E , em seguida saiu uma senhora, que estava sentada ao nosso lado.

E aí teve início o final feliz. A senhora nos viu, sentados em frente à sala, e logo disse, aos risos: “Que filme chato!”. Rimos também, sem discordar dela. Ela continuou: “Eu entrei nesse cinema achando que ia encontrar algo mais histórico, que retratasse aquele período mais fielmente. Aquilo lá é tudo mentira, os jovens na revolta de 68 não eram daquele jeito!”. Como, senhora? “Sim, eu sou francesa e digo que aquele filme é todo mentiroso, os jovens não eram depressivos e pessimistas como mostraram ali. Hoje, sim, os jovens são depressivos!”. Mais uma vez concordamos e começamos a comentar o filme e seus inúmeros defeitos. Essa adorável senhora francesa chama-se Anne e está radicada no Brasil há muitos anos. Madame Y lembrou de Jean Luc Godard, temerosa de que fosse ofender os brios gauleses da simpática Sra. Anne. Nada disso: “Também não suporto. Os filmes dele são lentos e chatos”. A partir daí, a conversa discorreu sobre o cinema francês atual, a música brasileira, as diferenças entre o Brasil e os países europeus e a própria vida da sra. Anne, verdadeira andarilha que já morou em todos os continentes, da Oceania à América do Norte. Personalidade fantástica, que encerrou com chave de ouro uma tarde que prometia ser um desastre e mostrou que a França e sua geração de 1968 é um pouco mais do que Amantes Constantes mostrou.

 

Outubro 25, 2007 Publicado por Celso Augusto Uequed Pitol | Cinema | | Sem comentários ainda

Caramel

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   Caramel (Sukkar Banat) marca a estréia cinematográfica da já conhecida diretora de clipes árabes  Nadine Labaki (já trabalhou com popstar Nancy Ajram).

  O cenário é um salão de beleza em Beirut, onde 5 mulheres se encontram regularmente para conversar, cortar o cabelo e se depilar com uma pasta “caramelada”.

    Layale ama Rabih ,um homem casado. Nisrine vai se casar em breve , mas não é mais virgem. Rima se sente atraída por garotas. Jamale está preocupada com a idade e não quer envelhecer.  Rose passou a vida cuidando da irmã mais nova e agora encontrou seu primeiro amor.

  Estreiando no Festival de Cannes, Caramel também é o escolhido do Líbano para disputar uma vaga na categoria de Mwelhor Filme Estrangeiro no Oscar 2008.

Outubro 24, 2007 Publicado por Miss Lou Lou | Cinema | | Sem comentários ainda

Planet Horror – Robert Rodriguez

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   Filme originado da parceria de Robert Rodriguez e Quentin Tarantino em homenagem aos filmes de terror trash  da década de 80.

    Planet Horror – dirigido por Rodriguez-  junto com “Death Proof” – dirigido por Tarantino - cada um com uma hora de duração, completaria ”GrindHouse”   .

   No 1° filme uma experiência biológica dá errado e milhares de zumbis infestam o planeta.  Para destruí-los, um grupo de sobreviventes se junta para  acabar com a festa dos safadinhos.  No elenco, Rose McGowan como Cherry e Naveen Andrews (o Sayyid) como Abby.

Outubro 23, 2007 Publicado por Miss Lou Lou | Cinema | | Sem comentários ainda

Inland Empire – David Lynch

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  Traduzido como “Império dos Sonhos” , o novo filme de David Lynch segue a linha tortuosa de cenas que já virou sua marca registrada, como em “Cidade dos Sonhos”, filme que alçou Naomi Watts ao estrelato.

  A base da histórias é a paixão de uma atriz por seu colega de cena, na refilmagem de um filme polonês que não havia sido concluído por ter sido amaldiçoado.

  Com duração de três horas,  o “Império dos Sonhos” têm histórias entrelaçadas  e entre elas números musicais , atores falando em polônes e um monólogo que descreve uma mulher que possui um macaco que defeca por todos os lados (o.O).

Outubro 21, 2007 Publicado por Miss Lou Lou | Cinema | | Sem comentários ainda

1408

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O mais novo filme baseado em um livro de Stephen King.

  John Cusack é Mike, um escritor que pretende passar uma noite no quarto 1408 do hotel Dolphin, mesmo com os avisos do gerente , papel de Samuel L . Jackson, de que coisas estranhas acontecem a quem se hospeda ali. E além disso mais de 50 pessoas morreram no quarto. Mike decide enfrentar o perigo e se hospeda.  

  O diretor é  Mikael Hafstrom, que tem larga experiência no cinema sueco e está em seu segundo filme hollywoodiano.

Outubro 20, 2007 Publicado por Miss Lou Lou | Cinema | | Sem comentários ainda

Novo Indiana Jones \o/

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Está prevista a estréia do novo filme da saga Indiana Jones para o meio de 2008. O nome da aventura é “Indiana Jones and the Kingdom of the Crystal Skull” e se o filme for de acordo com o elenco, promete, pois temos Harrison Ford , John Hurt e Cate Blanchett atuando.

Outubro 19, 2007 Publicado por Miss Lou Lou | Cinema | | 1 Comentário

People – Histórias de NY

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 People – Histórias de Nova York é um drama independente dirigido por  Danny leiner , diretor com bastante experiência em seriados , como Gilmore Girls , Everwood e Felicity . Mostra a história de cinco pessoas que após o 11 de setembro tentam retomar suas vidas . Maggie Gyllehaal e Tony ShaHoulb fazem parte do elenco, ela interpretando uma dona de confeitaria e ele um psicologo.
 

Outubro 18, 2007 Publicado por Miss Lou Lou | Cinema | | Sem comentários ainda

Halloween

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Estréia no próximo dia 16 o novo filme da saga Halloween. Dessa vez o filme é dirigido pelo , o.O, Rob Zombie. Ele já dirigiu filmes como “Rejeitados pelo Diabo” e “Casa dos 1000 Corpos”. A estréia de Rob Zombie na direção da franquia promete uma mudança total do rumo q os últimos filmes vinham seguindo – “Aquela série acabou”- mantendo unicamente a máscara de Myers.

Outubro 17, 2007 Publicado por Miss Lou Lou | Cinema, Mundo pop | | Sem comentários ainda

The Other Boleyn girl – novo filme da Natalie Portman

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  Other Boleyn Girl conta a história das irmãs Mary (interpretada pela Scarlett Johansson) e Anne ( Natalie Portman), que brigaram pelo posto de esposa do Rei Henrique VIII (papel do Eric Bana).  A estréia está prevista para fevereiro de 2008 .

Outubro 16, 2007 Publicado por Miss Lou Lou | Cinema | | Sem comentários ainda