Exposição de Bob Dylan em Paris

Bob Dylan - Artes Plásticas

Exposição de Bob Dylan. Foto: Clement Mahoudeadu (AFP)

 

O Chateau La Coste Art Center, propriedade vinícola no sul da França, já abrigou obras de Marc Chagall, Henri Matisse, Claude Monet e outros gigantes das artes francesas. Desde o dia 9 de maio, contudo, abriga trabalhos de um rockstar: Bob Dylan.

A exposição, intitulada Drawn Blank in Provence, consiste em 24 pinturas, elaboradas ao longo de turnês do cantor entre 1989 e 1991 na Europa.

Abaixo, um vídeo mostrando a coleção

 

 

Thomas Gainsborough

 

 

Pintor e desenhista inglês nascido em 1727 e morto em 1788.

Decidido a tornar um pintor influente entra a corte inglesa, translada-se, em 1759, para Bath, uma cidade preferida cada vez mais pelos cortesãos e altos burgueses. Prontamente tornou-se um pintor de preferência entre a nobreza e a emergente burguesia.

O principal tema de Gainsborough foi a Inglaterra rural, que amou profundamente: paisagens, pessoas e atmosfera. Seus desenhos, segundo a opinião de Ernst Gombrich, “are no views drawn direct from nature. They are landscape ‘compositions’, designed to evoke and reflect a mood”.

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Thomas Gainsborough - Hilly Landscape with Cows on a Road - Thomas Gainsborough (1727–1788) Hilly Landscape with Cows on a Road The Athenaeum - Cattle Watering by a Stream (Thomas Gainsborough - ) Thomas Gainsborough - Rural Scene (1780)
Thomas Gainsborough 03 Wooded Landscape, Country Cart and Figures by Thomas Gainsborough Thomas Gainsborough - Hilly Landscape with Cows on a Road - Thomas Gainsborough (1727–1788) Hilly Landscape with Cows on a Road

Coleção “Lembre de Porto Alegre”, de Yassmine Uequed Pitol, presente em evento artístico no Viaduto Otávio Rocha

A artista plástica Yassmine Uequed Pitol, integrante do Perspectiva Online, participou nesse sábado, dia 23, da iniciativa Artistas pelo Viaduto.

O evento foi realizado durante a manhã e a tarde de sábado e ocupou as calçadas do Viaduto Otávio Rocha, em Porto Alegre, com trabalhos de artesãos e artistas plásticos locais. A iniciativa é uma soma de esforços do poder público municipal e da Aarcov (Associação Representativa e Cultural dos Comerciantes do Viaduto Otávio Rocha) para revitalizar o velho viaduto, um dos símbolos máximos de Porto Alegre.

Além de Yassmine, o evento contou com a participação de Antonio Gerbase, Ilsa Teresinha Fava, Marcos Rodrigues, Lorenzo Dillenburg Riolfi e outros artistas.

Nossa integrante participou com sua coleção “Lembre de Porto Alegre”, composta por obras que retratam os pontos mais icônicos da capital gaúcha.

Abaixo, algumas fotos do evento. 

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Yassmine e sua coleção

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Artista Isa Fava

Yassmine e Antonio Gerbase

Antonio Gerbase e padre Renato Neuhaus (com o cartão “Uma tarde na Praça da Matriz” presenteado pela artista Yassmine Uequed Pitol)

 

87 anos de Elizabeth Blackadder

Hoje, dia 24 de setembro, a artista visual escocesa Elizabeth Violet Blackadder completa 87 anos.

Natural de Falkirk, região central da Escócia, Liz – como é conhecida pelos amigos – traz em seu nome do meio, Violet, herdado de sua mãe, uma referência à paixão: as flores. Em criança, costumava sair pelos campos de sua região natal para colher exemplares da riquíssima flora escocesa, como a prímula e a linéia. Quando escolheu a vida de artista, fez das plantas seu principal tema de trabalho, representando-as em aquarelas e pinturas a óleo de rara beleza.

Sua obra também inclui paisagens, animais e retratos de pessoas.

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Dame Elizabeth Blackadder painting

 

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A artista em seu local de trabalho

Exposição “Lembre de Porto Alegre”, de Yassmine Uequed Pitol, retrata a capital gaúcha no Café do Duque

A expressão “centro histórico” merece uma meditação especial. Costuma-se utiliza-la para designar aquela região da cidade onde estão concentrados os chamados “prédios históricos”, regra geral localizados em alguma parte mais central do mapa urbano. É uma definição um tanto equivocada : nem sempre os prédios mais antigos das cidades estão na área dos “centros históricos”, e nem sempre eles se localizam no meio dos mapas. O centro não é apenas um espaço geográfico, nem uma inscrição em um mapa: é, em verdade, o centro para onde converge a memória afetiva de todos os habitantes da cidade. É onde a cidade reconhece a si mesma.

A exposição “Lembre de Porto Alegre”, de Yassmine Uequed Pitol, é um percurso através dessa memória afetiva. Trata-se de onze quadros que retratam os pontos mais representativos da capital gaúcha, aqueles que todo portoalegrense reconhece como seus: o Viaduto Otávio Rocha, a Casa de Cultura Mário Quintana, a Biblioteca Pública,o Theatro São Pedro e tantos outros. As obras da coleção foram concebidas a partir das vivências pessoais da artista e da sua perspectiva de cada um dos espaços retratados, as quais ela compartilha com os portoalegrenses e com todos aqueles que, por terem vivido em Porto Alegre – e mais: vivido Porto Alegre –  levam-nas consigo.

 

A exposição e comercialização de reproduções   autorizadas da coleção, em número limitado, tem início hoje no Café do Duque, (rua Duque de Caxias, 1354, ao lado da escadaria do Viaduto Otávio Rocha).

Abaixo, algumas imagens da exposição.

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As ilustrações de Salvador Dalí para “Dom Quixote”

A editora Modern Library, de Nova York, publicou em 1946 uma tradução de “Dom Quixote de la Mancha”, de Miguel de Cervantes, para o inglês. Seria, em tese, uma notícia pouco relevante: há traduções do clássico espanhol para o inglês desde o começo do século XVII, quando Cervantes ainda vivia. A diferença desta edição está abaixo do nome do tradutor, logo na frontispício: ali aparece, como responsável pelas ilustrações, o nome de Salvador Dali.

Esta seria a primeira edição do “Quixote” ilustrada por Dali: repetiria a dose em publicações de 1955,1956 e 1964.

 

 

 

 

 

 

 

Imagens retiradas daqui.

Porto Alegre perde Eva Sopher

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O mundo da cultura do Rio Grande do Sul está de luto: Eva Sopher acaba de falecer.

Nascida na Alemanha, em 1923,  dona Eva – como era carinhosamente chamada pelos amigos e admiradores – emigrou para o Brasil aos treze anos, fugindo da perseguição nazista. Em Porto Alegre tornou-se empreendedora cultural, organizando a vinda de vários artistas de renome para a nossa capital.

Seu trabalho mais conhecido foi o da restauração do Theatro São Pedro, que levou nove anos para ficar pronto e devolveu à capital gaúcha um dos seus espaços culturais mais importantes. A ele, Eva Sopher permaneceu ligada até o dia de sua morte, presidindo a Fundação Theatro São Pedro.

Foram 94 anos intensos, de muita dedicação às artes e à cultura.

Descanse em paz, dona Eva.

Rodolphe Töpffer

No dia 31 de janeiro de 1799 – há 219 anos, portanto – nascia o desenhista suíço Rodolphe Tôpffer, considerado por muitos como o primeiro quadrinista da história.

Sua entrada no mundo do desenho deu-se por um motivo curioso. Dono de uma escola para crianças, Töppfer percebia que seus alunos tinham dificuldades em prestar atenção nas aulas. Sendo ele próprio desenhista, formado em Paris, teve a ideia de criar historietas em sequência para entreter os alunos e ensinar as lições.

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Autorretrato de Rodolphe Töpffer

 

Por iniciativa de vários amigos – entre eles, ninguém menos do que Geothe -, Töppfer passou a publicar seus trabalhos em jornais e revistas suíços. O sucesso veio em seguida. Em 1833, publicou “Histoire de Mr. Jabot”, e em 1837, “Les Amour de monsieur Vieux Bois” – obras hoje consideradas como fundadoras das graphic novels modernas.

Mesclando o cômico com o fantástico, suas historietas logo cativaram o público e produziram milhares de admiradores tanto na Europa como nos EUA.

Abaixo, algumas de suas historietas:

 

 

10 filmes que fazem 10 anos em 2018

É surpreendente, mas todos os filmes da lista abaixo estão completando uma década esse ano. Optamos por compilar apenas 10. Além dos que aparecem abaixo, poderíamos ter mencionado, ainda, Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal, Mamma Mia!, Gran Torino, Kung Fu Panda, O Leitor, O Lutador, entre outros que comemoram 10 primaveras em 2018.

Veja a lista abaixo.

VEJA TAMBÉM: 30 clipes que fazem 30 anos em 2018

VEJA TAMBÉM: 20 Clipes que fazem 20 anos em 2018

Veja também: 10 clipes que fazem 10 anos em 2018

Veja também: 20 filmes que fazem 20 anos em 2018


 

1. Batman – O Cavaleiro das Trevas

Lançamento: 14 de julho de 2008

Elenco: Christian Bale, Heath Ledger, Aaron Eckhart, Michael Caine, Maggie Gyllenhaal, Gary Oldman, Morgan Freeman
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2. Ensaio sobre a Cegueira

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Lançamento: 14 de maio de 2008

Elenco: Julianne MooreMark RuffaloGael García Bernal


3. Vicky Cristina Barcelona

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Lançamento: 17 de maio de 2008

Elenco:  Rebecca HallScarlett JohanssonJavier Bardem, Penelope Cruz


4. Marley e eu

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Lançamento: 25 de dezembro de 2008

Elenco:Owen WilsonJennifer AnistonEric Dane


5. Crepúsculo

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Lançamento: 17 de novembro de 2008

Elenco: Kristen StewartRobert Pattinson, Taylor Lautner


6. Meu Nome Não É Johnny

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Lançamento: 04 de janeiro de 2008

Elenco:Selton Mello, Júlia Lemmertz, Cleo Pires

 


7.  O curioso caso de Benjamin Button

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Lançamento: 10 de dezembro de 2008

Elenco: Brad Pitt, Cate Blanchett


8. Wall-E

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Lançamento: 21 de junho de 2008


9. Homem de Ferro

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Lançamento: 14 de abril de 2008

Elenco: Robert Downey Jr.Gwyneth PaltrowTerrence Howard


10. Quem quer ser um milionário

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Lançamento: 30 de agosto de 2008

Elenco: Dev PatelFreida Pinto

Mort Walker, criador do Recruta Zero, morre aos 94 anos

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O mundo dos quadrinhos amanheceu mais triste: Mort Walker, criador do Recruta Zero, nos deixou. Tinha 94 anos.

Filho de uma ilustradora de jornais, alistou-se no Exército Americano em 1942, sendo mobilizado para a Itália durante da Segunda Guerra. Decidiu seguir o caminho da mãe após voltar da caserna e mudar-se para Nova York,onde criou as primeiras histórias de um recruta preguiçoso e desinteressado que fazia de tudo para escapar dos rigores do quartel.

Hoje, as tirinhas do Recruta Zero são publicadas em mais de 1800 jornais do mundo.

 

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60 anos de Thomas Kinkade

No dia 19 de janeiro de 1958 – há sessenta anos, portanto – nascia o pintor norte-americano Thomas Kinkade, um dos mais populares artistas plásticos dos EUA.

Quando acessamos seu website, somos surpreendidos pela pop-up “Thomas Kinkade, the Painter of Light” (“Thomas Kinkade, o pintar da luz”). O título é antigo – pertencia, originalmente, ao inglês J.W.W. Turner –  e diz muito sobre a obra do norte-americano, caracterizada, entre outras coisas, pela alternância de tons claros e escuros.

Estima-se que uma em cada vinte casas norte-americanas tenha um quadro de Kinkade adornando suas as paredes. A popularidade do pintor acabou por afastar a boa vontade de parte dos críticos. Outra parte deles, porém, não deixou de louvar-lhe a competência técnica demonstrada em seus melhores quadros, descendente diretos da tradição de paisagistas ingleses e americanos do século XIX.

Kinkade faleceu no dia 6 de abril de 2012.

 

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Jacques Villon (1875-1963)

No dia 31 de julho – há 142 anos, portanto – nascia o pintor francês Jacques Villon.

Seu nome de batismo era Emile Duchamp (um de seus irmãos era o famoso escultor e pintor Marcel Duchamp). Adotou o nome de Jacques Villon em homenagem ao poeta francês François Villon, a quem admirava.

Foi um dos principais nomes do cubismo europeu.

Morreu em 1963, aos 88 anos, em seu estúdio.

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Bernard Picart

Desenhista e gravador francês, nascido em 1673 e morto em 1733.

Destacou-se como ilustrador de livros, sobretudo clássicos como “As Metamorfoses”, de Ovídio.

Sua obra mais conhecida é “Cérémonies et coutumes religieuses de tous les peuples du monde”,  seleção de gravuras onde registrou rituais religiosos de vários povos do mundo.

 

Cyparisse et son cerf - Fables choisies tirées des Métamorphoses d'Ovide, 1878 - Gravure : Bernard Picart.:

 

Egon Schiele (1890-1918)

No dia 12 de junho de 1890 nascia o pintor austríaco Egon Schiele.

Ligado ao expressionismo, foi um dos maiores renovadores das artes figurativas europeias do começo do século XX.

Deixou trezentos e quarenta pinturas e mais de dois mil desenhos.

 

 

 

 

Quadro “Campo de sonhos”, de Yassmine Uequed Pitol, retrata o Estádio Olímpico Monumental

Nossa colaboradora, Yassmine Uequed Pitol, acaba de lançar uma nova produção artística. Trata-se do quadro “Campo de Sonhos”, pintura a óleo que retrata o Estádio Olímpico Monumental, do Grêmio de Porto Alegre, em vista do antigo suplementar.

A reprodução do quadro foi feita em pôster tamanho A3, em cartão e em mini-quadro em MDF, e estará à venda para todos os gremistas na Grêmio Mania da Arena Grêmio (Telefone: [51] 3218-2834) a partir desta sexta-feira.

A obra é a segunda de uma série dedicada ao Estádio Olímpico, iniciada com o quadro “Entardecer na Azenha” – cujas reproduções também estão disponíveis na Grêmio Mania para aquisição.

Mostramos abaixo algumas imagens dos produtos elaborados a partir da obra de nossa colaboradora.

Onde encontrar: Grêmio Mania da Arena Grêmio.

Telefone:  (51) 3218-2834

Pôster do quadro “Campo de sonhos”

Cartão

Pôster do quadro “Entardecer na Azenha”

Alexander Golovin (1863-1930)

Hoje, 17 de abril, lembramos os 87 anos do falecimento do pintor russo Alexander Golovin.

Nascido em Moscou, em 1863, foi pintor, designer e decorador. Sua obra traz elementos do simbolismo e do modernismo europeu.

 

“O pintor de ícones”

“Um velho parque”

 

“Pavlovsk”

“Outono”

 

“O bosque de bétulas”

 

“A criança na sacada”

“Uma rua em Sevilha”

“O fiorde”

Adolf Chwala

O pintor checo Adolf Chwala nasceu em Praga, em 1836.

Em 1864, mudou-se para Viena, então um dos principais centros artísticos da Europa. Mesmo morando na Áustria, fez constantes viagens à sua terra natal, cujas paisagens retratou em seus quadros. Faleceu em 1900, respeitado entre seus pares, mas desconhecido do grande público, que só passaria a valorizá-lo no decorrer do século XX.

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O homem, a festa e o Carnaval, por Gerardo Mello Mourão

“Último dia de Carnaval em Roma” (1833), de Achille Pinello

“Não há vicissitude histórica capaz de eliminar no coração do homem o desejo da festa, a necessidade da festa e a decisão de seu exercício. Todas as instituições humanas, segundo a aguda observação de Kierkegaard, pereceram quando a sociedade as institucionalizou. A sobrevivência e a perenidade da festa bastam para situa-la, como uma instituição maior, uma instituição divina. Ela resistiu, através dos milênios, a todas as tentativas de institucionalização, dos sacerdotes, dos arcontes, dos reis, dos príncipes da Renascença (que festas, as da Renascença!) – resistiu a tudo. É por isso que o Carnaval está vivo no Brasil, apesar da vigarice dos prefeitos, da picaretagem dos vereadores, da impostura de donos de escolas de samba, da exploração de companhias de turismo, da perversidade dos exibicionistas, da corrupção, do dinheiro e assim por diante. Os governos da terra, os poderes da terra, têm conseguido acabar com muita coisa no planeta. Nunca conseguiram nem conseguirão acabar com a festa, que existirá enquanto existir o homem, com seu coração e sua alma”. 

(A Invenção do Saber, Editora Itatiaia, 1990, p. 70)

“La Virgen de los navegantes”, de Alejo Fernández

“A virgem dos navegantes”, de Alejo Fernández, é uma obra-símbolo de uma época: a das navegações ibéricas. Foi elaborada entre 1531 e 1536, período em que a devoção a Maria ganhou muita força entre os marinheiros europeus. Há quem veja, neste culto,  ecos das antigas lendas celtas da Virgem da Barca.

Na pintura de Fernandez, podemos ver Américo Vespúcio e Cristóvão Colombo, além do rei espanhol Carlos V.

Presente em toda a América, a devoção a Nossa Senhora dos Navegantes é particularmente forte no Sul do Brasil.

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90 anos da estreia de “Metropolis”, de Fritz Lang

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Estreia de “Metropolis” no Ufa-Pavillon am Nollendorplatz, em Berlim

Há 90 anos estreava “Metropolis”, de Fritz Lang.

Dois cinemas alemães receberam o filme: o Ufa-Palast am Zoo e Ufa-Pavillon am Nollendorplatz. O primeiro era o maior cinema do país, com 2,165 lugares, totalmente ocupados para a sessão daquela noite; o segundo abrigou “Metropolis” por quatro meses.

Depois da premiére,  o Ufa Pavillon foi o único lugar em toda a Alemanha onde “Metropolis” pôde ser assistido naquele ano.

O cartaz de exibição do filme era este aqui:

Cartaz de lançamento do filme

O ano novo em 1916

A “Saturday Evening Post” foi uma das revistas mais populares dos EUA na primeira metade do século XX. Durou até 1969.

A edição que chegaria às bancas na virada do ano trazia a seguinte capa, com um bebê – o ano novo de 1916 – contemplando uma rachadura no globo, onde fica a Europa. É uma clara referência à Primeira Guerra Mundial.

Hoje, se a revista existisse, talvez a rachadura no globo fosse na Síria.

 

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William Turner (1775 -1851)

O pintor inglês William Turner nasceu em Londres, em 23 de abril de 1775, e morreu no dia 19 de dezembro de 1851 – há 165 anos, portanto.

Considerado um dos precursores do estilo modernista na pintura, era chamado “o pintor da luz”, pelos diversos usos da iluminação em suas telas. Segundo ele, a luz era a emanação do Espírito de Deus.

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Primeiro dia da exposição “A sabedoria do breve”, de Yasmine U. Pitol

O ano de 2016 marca os 30 anos do falecimento do escritor argentino Jorge Luis Borges. Nascido em 1899, em Buenos Aires, e morto em 1986 na mesma cidade, Borges é considerado um dos maiores nomes da literatura latinoamericana e sua obra multifacetada inclui incursões pelo conto, pela poesia e pelo ensaio. Boa parte desta obra traz a marca de sua Buenos Aires, com a qual Borges tinha uma ligação muito particular e profunda.

Estes dois elementos – a ligação de Borges com a capital porteña e as muitas faces de sua obra – estão presentes na exposição “A SABEDORIA DO BREVE – Borges em cor, forma e palavra”, de Yasmine U. Pitol, que teve início nesta sexta-feira, dia 9, na Casa das Artes Villa Mimosa, em Canoas.

A exposição apresenta um conjunto de paineis que mesclam elementos inspirados na arte popular de Buenos Aires, o fileteado porteño, que Borges apreciava e denominou certa vez de “a sabedoria do breve” Os paineis, pintados em tinta acrílica, são compostos por linhas coloridas que formam ornamentos simétricos, representando cenas estilizadas de momentos da obra de Borges. Junto a eles, são apresentados trechos de seus escritos, com uma breve explicação de cada um deles.

A exposição seguirá até o dia 30 de dezembro.

Vão abaixo algumas fotos do primeiro dia da exposição:

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Exposição sobre Dom Quixote na PUCRS

A Semana de Letras da PUCRS deste ano teve três homenageados ilustres: o linguista Ferdinand de Saussure, o dramaturgo e poeta inglês William Shakespeare e o escritor espanhol Miguel de Cervantes Saavedra .

Entre as atrações do evento está a exposição da HQ “O nascimento de um cavaleiro”, de Yasmine Uequed Pitol, onde é apresentada uma versão para o surgimento da história cervantina. O roteiro é de Celso Augusto Uequed Pitol.

A exposição conta ainda com um painel sobre a obra cervantina, inspirado na Tapeçaria de Bayeux.

A exposição continuará em outubro, no 5º andar do prédio da Faculdade de Letras da PUCRS.

Mais obras da artista podem ser conferidas no seu instagram.instagram.

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Edward Albee (1928-2016)

O mundo do teatro perdeu, na última sexta-feira, o dramaturgo Edward Albee.

Autor da conhecidíssima peça “Quem tem medo de Virginia Woolf?”, foi um dos maiores nomes do teatro na segunda metade do século XX e só parou de escrever ao completar 80 anos.

Outros trabalhos seus: “The Zoo Story”, “The Sandbox”, “A Delicate Balance”, “Lolita” e “The Goat, or Who is Sylvia”?

 

Art Sansom

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Auto-caricatura de Sansom

Samson nasceu em 16 de setembro de 1920, em Ohio.

Foi o criador da série de tirinhas “The Born Loser” (“O perdedor nato”), onde enfocava as pequenas cenas do cotidiano dos americanos de classe médias sob um viés irônico e mordaz.

Algumas de suas histórias foram traduzidas para o português e publicadas na antiga revista “Globo Juvenil” .

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As mãos de Iberê Camargo

A exposição “Arte Moderna na Coleção da Fundação Edson Queiroz”,  que proporciona aos visitantes da  Fundação Iberê Camargo em Porto Alegre, até o dia  16 de outubro, o acesso a obras de Anita Malfatti, Candido Portinari ,Di Cavalcanti e Lasar Segal, entre outros renomados modernistas, foi o mote para que, no último domingo, nos dirigíssemos ao belo prédio da Padre Cacique. E para que, mais uma vez, aproveitássemos a visita para rever as obras de Iberê na exposição “Diálogos no Tempo”, que ali permanecerá até 23 de março de 2017.

Revendo o autorretrato de Iberê,  me veio à lembrança a entusiasta manifestação da nossa colaboradora, a artista Yassmine Uequed Pitol, quando visitou a exposição pela primeira vez em maio desse ano. Diante do quadro, exclamou: “Olhem só, as mãos dele são o prédio da Fundação!”

Confesso que nunca tinha percebido isso e sequer vi referências a esse fato em outros lugares. Mas nada escapa ao olhar perscrutador de quem tem a sensibilidade artística, como é o caso dela. E, quando comparamos  uma imagem do edifício com a ilustração dele feita por Yassmine, que reproduzimos abaixo, essa semelhança fica ainda mais evidente.

Diante disso, realmente creio que o  arquiteto Álvaro Siza – responsável pelo projeto do museu Iberê Camargo, em Porto Alegre – parece ter tido esta inpiração, digamos, insuspeita a partir da obra do pintor gaúcho.

Museu Iberê Camargo. Fonte: http://www.clicrbs.com.br

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Ilustração de Yasmine

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Autorretrato de Iberê

 

 

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Segundo dia do curso “Dom Quixote e suas andanças” e encerramento da exposição “O nascimento de um cavaleiro”, na Villa Mimosa, em Canoas (RS)

Na última sexta-feira, dia 8, foi realizada o segundo e último encontro do curso “Dom Quixote e suas andanças” na Casa de Artes Villa Mimosa, em Canoas. O evento fez parte da programação da 32ª Feira do Livro de Canoas e foi realizado em lembrança aos 400 anos da morte de Miguel de Cervantes, autor da obra.

Nesta última aula, os ministrantes – Celso Augusto Uequed Pitol, Michele Savaris e Tiago Pedruzzi – abordaram alguns capítulos-chave para a compreensão da obra cervantina, finalizando com um estudo sobre a ensaística e a crítica literária em língua espanhola sobre o Quixote.

Entre os presentes estavam Luciano Wieser e Raquel Durigon, do grupo de teatro De Pernas pro Ar, cujo ateliê  situa-se em Canoas.

A exposição “O nascimento de um cavaleiro”, de Yasmine Uequed Pitol, que integra o evento, encerrou-se no dia 10.

Abaixo vão algumas fotos do evento.

 

 

 

 

Canoas/RS: Primeiro dia da exposição “O nascimento de um cavaleiro” e do curso “Dom Quixote e suas andanças”

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Yassmine, Tiago, Michele  e Celso

 

Um clássico literário pode ser bem definido como aquele livro que permanece ao longo do tempo. E uma das condições de permanência é a capacidade de dizer algo aos homens de épocas e lugares variados. Ou seja: a capacidade de ser lido e relido.

Poucos livros encarnam tão bem esta definição de clássico quanto “Dom Quixote de la Mancha”, de Miguel de Cervantes. É impossível elencar todas as interpretações que a narrativa do Cavaleiro da Triste Figura proporcionou aos leitores desde a sua publicação. Como bem disse Ortega y Gasset, “no existe libro alguno cuyo poder de alusiones simbólicas al sentido universal de la vida sea tan grande”.  O Quixote é uma verdadeira matriz de releituras.

A exposição “O Nascimento de um Cavaleiro”, de Yassmine Uequed Pitol, e o curso “Dom Quixote e suas andanças”, ministrado por Celso Augusto Uequed Pitol, Michele Savaris e Tiago Pedruzzi, constituem uma das muitas provas disto. Tanto um quanto o outro partem de leituras possíveis da obra cervantina – e abrem espaço para muitas outras.

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O evento foi realizada no dia 1º de julho, última sexta-feira, na Casa das Artes Villa Mimosa, cujos corredores começaram a receber público a partir das 18h20min. Em pouco tempo,o segundo andar do antigo casarão da Rua Guilherme Schell ficaria pequeno para o fluxo de interessados. Muitos tiveram de assistir à cerimônia de abertura do lado de fora da casa e acompanhá-la pela janela.

A abertura da exposição iniciou-se às 18h30, com uma fala muito aplaudida da artista Yassmine Uequed Pitol sobre a obra ali presente, onde externou sua satisfação por existir em Canoas um espaço cultural como a Villa Mimosa. Yasmine falou ainda da maneira como o trabalho foi composto, das técnicas utilizadas e de alguns pontos da narrativa.

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Dois itens compõem a mostra: um deles é uma história em quadrinhos distribuída em seis cavaletes, onde é apresentada uma interpretação muito particular para o surgimento de Dom Quixote; o outro é um painel inspirado na famosa Tapeçaria de Bayeux, com a narrativa cervantina substituindo a história da conquista da Inglaterra pelos normandos. Em seguida, falou Celso Augusto Uequed Pitol, responsável pelo roteiro dos dois trabalhos, enfatizando a importância da obra de Cervantes para a cultura ocidental. A exposição ficará disponível na Casa das Artes até o dia 9 de julho.

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Feita a abertura, teve início, logo em seguida, o curso “Dom Quixote e suas andanças” no salão de reuniões ao lado, enquanto a visitação orientada prosseguia na sala da exposição. Ao público de aproximadamente trinta pessoas que compunham o público do curso tiveram logo a companhia de duas turmas da Escola Canoas, exigindo da organização a colocação de novas cadeiras, bancos e almofadas no espaço para acomodar a todos. A aula dos ministrantes Celso Augusto Uequed Pitol, Michele Savaris e Tiago Pedruzzi foi marcada pelo dinamismo e pela intensa participação de todos os envolvidos.

O curso segue na próxima sexta-feira, dia 8, em paralelo à exposição. Até lá, espera-se que estas releituras da obra magna de Cervantes motivem outras e outras.

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Crédito das fotos: Vinicius Rodrigues e  Carol Becker

Exposição sobre Dom Quixote, de Yasmine Uequed Pitol, será realizada em Canoas

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Como todos os clássicos da literatura, “Dom Quixote de la Mancha”, de Miguel de Cervantes, é uma matriz de releituras e interpretações – inclusive em outras artes.

Uma destas releituras pode ser conferida na exposição “O nascimento de um cavaleiro”, que a Feira do Livro de Canoas abrigará nos dias 1 e 8 de julho deste ano.

Na introdução de Dom Quixote, Miguel de Cervantes se declara não o pai e sim o padrasto da obra. Partindo dessa premissa, o roteirista Celso Augusto Uequed Pitol e a artista plástica Yasmine Uequed Pitol elaboraram uma versão em quadrinhos do surgimento da história cervantina. Os desenhos foram elaborados em traço livre,com  lápis e pastel sobre paineis de papel canson.

A mostra  conta também com um painel de aproximadamente dois metros de largura, elaborado em tinta a óleo sobre tela, ilustrando passagens da obra inspirado na tapeçaria de Bayeux .

A exposição terá início no dia 20 de junho, no átrio da Prefeitura Municipal de Canoas,na rua 15 de Janeiro,11  e seguirá para a Casa das Artes Villa Mimosa a partir do dia 1 de julho.

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No mesmo local ocorrerão as palestras do curso “Dom Quixote e suas andanças”, ministradas nos dias 1 e 8 de julho por por Celso Augusto Uequed Pitol, Michele Savaris e Tiago Pedruzzi.

Mais informações podem ser obtidas na Secretaria da Cultura de Canoas, através do telefone (51) 3425-7702 e do e-mail cultura@canoas.rs.gov.br.

A Casa das Artes Villa Mimosa localiza-se na Av. Guilherme Schell, nº 6270, no centro de Canoas.

A Biblioteca Pública de Canoas localiza-se na Rua Ipiranga, 105, também no centro de Canoas.

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tapeçaria

90 anos sem Antoni Gaudí

 

No dia 10 de junho de 1926, em decorrência de um atropelamento, morria o arquiteto espanhol Antoni Gaudí.

Nascido em Reus, na Catalunha, deixou vasta obra arquitetônica combinando várias técnicas e combinando influências que iam do neogótico à arte oriental, passando pelo passado islâmico de sua Espanha natal.

Sua obra maior, “A igreja da Sagrada Família”, não pôde ser terminada devido ao acidente que o vitimou, aos 73 anos. Ela é marca tanto de suas múltiplas influências arquitetônicas e artísticas quanto de sua intensa fé religiosa: Gaudi era um católico devotíssimo e seu apelido era “O Arquiteto de Deus”. Em 1998, o arcebispo de Barcelona propôs a sua beatificação.

 

El Capricho

 

Templo da Sagrada Família

Casa Vicéns

 

Palácio Guell

Colégio das Teresianas

Casa Botines

Casa Millá

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Palácio episcopal de Astorga

200 anos de Emanuel Leutze

Amanhã, 25 de maio, celebramos os 200 anos do nascimento do pintor teuto-americano Emanuel Leutze.

Nascido na Alemanha, em 1816, emigrou para os EUA com sua família ainda criança. Voltou para a terra natal a fim de estudar pintura. Em 1859, retornou aos EUA.

Sua obra mais conhecida é “George Washington cruzando o rio Delaware”, que se tornaria parte da iconografia nacional dos EUA. Grande parte de suas pinturas traz uma temática nacionalista norte-americana.

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File:Emanuel Leutze (American, 1816-1868). Columbus before the Queen, 1843.jpg

 

 

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“Quase paisagem – Taim”, na Casa de Artes Villa Mimosa

Teve início ontem, às 19 horas, a exposição “Quase paisagem – Taim”, do fotógrafo Cristiano Sant’Anna, na Casa de Artes Villa Mimosa, em Canoas (RS).

A mostra é composta por fotografias tiradas na região do Taim, nas proximidades de Rio Grande, no Sul do Estado. A abordagem de Cristiano enfatiza a fluidez e a cor mais do que a forma original das imagens. Além das fotos, a mostra traz videoinstalações e um catálogo de imagens, distribuído o local.

A noite fria do quase-inverno gaúcho não foi impeditivo para comparecermos à mostra. Fomos gentilmente recebidos por Adriana Martorano, gestora da Casa de Artes, e pelo próprio Cristiano, com quem conversamos sobre seu trabalho.

Com entrada franca, a exposição será aberta às 19 horas do dia 19/05, com visitação de terças a sextas-feiras, das 9h às 12h, e das 13h às 18h, e sábados e domingos, das 14h às 19h.

Algumas fotos:

 

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Crédito das fotos: Gustavo Garbino.

Retiradas da página da Prefeitura de Canoas.

 

150 anos de Erik Satie

 

No dia 17 de maio de 1866, em Honfleur, na Normandia francesa, nasceu o pianista Erik Satie.

Entrou para o conservatório de Paris em 1879, aos 13 anos. Não foram anos felizes: ali, seus professores diziam que era preguiçoso e sem talento. Tentou uma carreira militar, área em que também fracassou. De volta a Paris, tentou recomeçar sua carreira de músico; e compôs, no fim da década de 1880, sua obra mais conhecida: as “Gymnopédies”.

Envolveu-se com grupos e seitas iniciáticas – cuja influência se percebe em alguns de seus trabalhos, como “Les fils des étoiles” – e cultivou relações com Tristan Tzara, Marcel Duchamp, Claude Debussy e Jean Cocteau. Tornou-se importante figura da vanguarda parisiense. Sempre vestido com o mesmo sobretudo escuro, ganhou o apelido de “O Homem de Veludo” . Faleceu em 1925.

Para lembrarmos desta data, propomos aqui a audição de uma coletânea de Satie, que inclui as citadas “Gymnopédies” e “Gnossienes”.

Também vale conferir o perfil do Youtube dedicado a Satie.

Dia de Pentecostes

“Vinde, Espírito Santo! Livrai-nos de todo fechamento e infundi em nós a alegria de anunciar o Evangelho.” Papa Francisco

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Pentecostes deriva das palavras gregas “Pentekoste hemera”, que significam “dia quinquagésimo”.A Festa de Pentecostes é comemorada  cinquenta dias após a Páscoa( cinco semanas pascais). Através dela recorda-se a presença do Espírito Santo entre os apóstolos de Jesus, encaminhando-os para a missão de pregar a Palavra.Os seguidores de Cristo, que estavam dispersos  foram reunidos em um só lugar, juntamente com Maria..O grupo, recebendo os sete dons do Espírito Santos ( Sabedoria, Entendimento, Conselho, Fortaleza, Ciência, Piedade e Temor de Deus), passaram a ter o entendimento da presença  de Cristo e iniciaram a pregação do Evangelho. A plenitude do Espírito da qual o Cristo era portador foi comunicada e os apóstolos passaram a proclamar  “as maravilhas de Deus” (At 2,11)

Símbolos– Água ( 1 Cor 12-12) (Jo. 4, 10, 13-14; 7, 37)

 Fogo- ( (1Ts 5,19)(2 At 3)

Vento-  (Jo 20, 22) (Jo. 3, 8), (2 At 2)

 

 

 

Homilia Papa Francisco 15/05/2016

 

 

 

As impressionantes paradas de ônibus siberianas

 

A União Soviética já não existe, mas as paradas de ônibus do interior, construídas ao longo da imensidão da Sibéria, continuam de pé – e impressionando aos visitantes. Ninguém pode acusar os arquitetos do socialismo de falta de, digamos, criatividade.

Fonte: http://www.theguardian.com/artanddesign/gallery/2015/sep/02/futuristic-soviet-bus-stops-in-pictures

Arsênio Cintra da Silva

Há 133 anos, em 11 de abril de 1883, falecia o pintor e fotógrafo brasileiro Arsênio Cintra da Silva.

Nasceu em Recife, em 1833. Estudou na juventude em Roma e Paris e retornou ao Brasil em 1860. Destacou-se como pioneiro em vários campos das artes da imagem: introduziu o uso da tinta guache no Brasil e foi um dos nossos primeiros fotógrafos a trabalhar para a imprensa. Foi também um dos primeiros artistas brasileiros a abordar a temática orientalista.

 

Arredores de Paris

Arredores de Paris (1860)

Caravana (1864)

“O Paço Imperial por ocasião do casamento da Princesa Isabel com o Conde d’Eu” (1864)

Interior da Residência de Verão da Família Imperial

Interior da residência de veraneio da Família Imperial (1865)

Algumas imagens da Coreia do Norte

Como se sabe, a Coreia do Norte é um dos países mais fechados do mundo. Isso a torna, também, um dos mais misteriosos: os poucos estrangeiros que têm a permissão de visita-la são acompanhados por um guia local, que estabelece um roteiro rígido de passeios e impede qualquer desvio de rota. A punição para os faltosos é dura e pode incluir a prisão.

O fotógrafo polonês Michal Huniewicz resolveu correr esse risco durante uma viagem ao país de Kim Jong II. Aproveitando os raros momentos de distração de se guia, pegou sua câmera e, furtivamente, registrou um cotidiano praticamente desconhecido dos ocidentais.

Fontes: aqui e aqui.

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While much of North Korea's main city seemed spotlessly clean, this photo reflects a more realistic side to the city life for many residents

'I had 15 seconds to take this picture. This shop is for the locals only, and I was kicked out of it by my guide soon after taking this photo, but he didn't’ see me taking it,' Michal told Bored Panda

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Rafael (1483-1520)

O pintor italiano Raffaello Sanzio da Urbino, conhecido no mundo como Rafael, nasceu em 28 de março de 1483 e morreu em 6 de abril de 1520 – há 496 anos, portanto.

É considerado, junto a Michelangelo e Leonardo da Vinci, um dos três maiores mestres artísticos do Renascimento italiano.

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“A Escola de Atenas”, 1510

 

“A Coroação da Virgem”, 1503

 

 

 

 

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Auto-regrato, 1505

 

 

“A Transfiguração de Cristo”, 1520

“O triunfo de Galatea”, 1512