Análise: o seriado “Marvel’s Agent Carter”

agent-cartermarvelabc

Criada para atender aos anseios dos fãs após o sucesso das aparições da personagem nos filmes do Capitão América e no curta-metragem lançado nos conteúdos extras de Homem de Ferro 3, o seriado Marvel’s Agent Carter conta um pouco da história de ‘Peggy’ Carter no pós-guerra lutando contra duas grandes adversidades: a dor pela morte presumida do Capitão América e o gigantesco sexismo presente na sociedade americana dos anos 40. Carter, que foi figura proeminente no combate ao nazismo, passa a exercer função subalterna na agência de inteligência secreta do Governo Norte-Americano, sendo alvo de desdém e comentários desairosos por parte de seus colegas.

Agent-carter-2

Com os horrores do período da Segunda Guerra Mundial (1939-1945) e o imenso contingente militar enviado pelos Estados Unidos à Europa – em sua maior parte, homens – as mulheres saíram do lar e passaram a desempenhar papéis maiores dentro da sociedade americana com mais autonomia, confiança e determinação. Com o conflito encerrado, os homens retornaram para uma América diferente, e Peggy Carter representa o perfil da “nova mulher” na sociedade: altiva, independente e segura.

Agent-Carter

A história principal se desenrola com a aparição de um personagem bastante querido pelos fãs do universo Marvel: Howard Stark, pai do “Homem de Ferro”, fundador do grupo Stark e principal fornecedor de armamentos e tecnologia dos Aliados na Segunda Guerra Mundial, é suspeito de ceder material bélico de alto poder destrutivo a inimigos dos Estados Unidos. Os investigadores da Strategic Scientific Reserve, precursora do que se tornaria a S.H.I.E.L.D., consideram Stark o alvo principal da investigação, e cabe a Carter lutar pela inocência de seu antigo companheiro de guerra.

Carter só consegue realizar as investigações escondidas de seu departamento por uma singela razão: o machismo de seus companheiros. Carter é vista como uma secretária de pouca serventia para a repartição, invisível a seus companheiros a não ser por sua beleza. A agente passa incólume mesmo realizando atividades praticamente debaixo dos olhos de seus colegas – simbólico da atuação e posição da mulher.

HAYLEY ATWELL

Com visual de época, estabelecendo ligações e enriquecendo outras produções do Universo Marvel, “Agent Carter” agrada e dá espaço a uma personagem que era prevista para ser apenas coadjuvante no universo da Marvel. A aparição de “Peggy” só ocorreu pelo apelo de fãs, que viram na personagem potencial e carisma para ter seu próprio protagonismo – e o mesmo ocorreu para a renovação do seriado, que teve duas temporadas a pedido dos telespectadores e já cogita-se a terceira. No filme, no curta-metragem ou estrelando sua própria série, Margaret Carter garante seu espaço no mundo da fantasia e no coração dos fãs.

 

A volta de Ducktales

Um dos desenhos animados mais influentes dos anos 80 e símbolo de uma geração, a animação Ducktales estará de volta às telas no ano de 2017 no que a Disney chama de “reboot” – a reinicialização, em tradução livre. A volta se fará 27 anos depois do último episódio exibido, que foi ao ar em 1990 nos Estados Unidos.

Ducktales contava histórias interessantes ligadas à cultura histórica e pop, exercendo e recebendo forte influência do cinema e livros: o lado investigativo e dedutivo de Sherlock Holmes e a exploração de Indiana Jones são claras na animação. Em tempo: o primeiro filme de Indiana Jones recebeu inspiração clara e assumida das histórias de Carl Barks, o criador de Donald, Tio Patinhas e todo o universo de Patópolis.

A arte dos desenhos mudará um pouco, buscando atender ao público do século XXI e às inovações tecnológicas dos últimos anos. Confira antigo desenho e a imagem do novo Ducktales liberada pela Disney logo abaixo.

ducktales

14273401jpg-19d3ec

Veja também:

A influência do Pato Donald no filme “A Origem”

Análise: MARVEL: Agents of S.H.I.E.L.D., “spinoff” de Os Vingadores

PERSPECTIVA SERIES2
Leia também:
Análise: “Master of None”, série original da Netflix
Análise: Jessica Jones, mais uma produção entre Marvel e Netflix
 Análise: O Demolidor, mais uma produção entre Marvel e Netflix
 SUBURRA – Série italiana original do netFlix

5388ffcf31716

Interligado às histórias dos cinemas de “Os Vingadores”, Marvel: Agents of S.H.I.E.L.D. caminha em paralelo ao universo dos filmes e segue fórmula muito parecida com a das produções cinematográficas. No lugar de um único e imbatível protagonista, um time: os agentes da S.H.I.E.L.D. (que significa Strategic Hazard Intervention, Espionage and Logistics Directorate – em português: Quartel General de Divisão e Intervensão e Espionagem Internacional), liderados por Phil Coulson (o mesmo personagem que aparece nos filmes da primeira fase dos Vingadores), são escalados para investigar e lidar com casos incomuns e de perigo à humanidade.

CLARK GREGG, MING-NA WEN, BRETT DALTON

Os personagens da série fogem do rótulo de super-heróis e não apresentam poderes sobrenaturais. A organização da S.H.I.E.L.D. apresenta uma academia de agentes especializados e treinados em contra-espionagem e cumprimento de ações governamentais de segurança. Lições de combate, ciência e estratégia são lecionadas aos alunos cooptados pela organização. Dentro desse contexto aparecem os protagonistas da série. Uma equipe de agentes liderada por Coulson investiga a operação “Centopéia”, liderada pelo Clarividente e que ameaça a estrutura e os planos de segurança da S.H.I.E.L.D. Os agentes se complementam: cada um tem sua habilidade específica adquirida pelo treino e pela técnica da organização.

140305100802-marvel-agents-of-shield-story-top

Todos acontecimentos do seriado guardam coerência com a ambientação apresentada nos filmes – o seriado faz referência em diversos momentos às produções do cinema, com o decorrer da temporada acompanhando a ordem cronológica dos personagens de “Os Vingadores”, até a chegada do grande momento da história apresentado em “Capitão América 2: O Soldado Invernal”. Atores que fizeram parte dos filmes também se fazem presentes na série: até mesmo Sif, a asgardiana guerreira apaixonada por Thor, aparece na primeira temporada.

marvel-s-agents-of-shield-1-17

A série cumpre o papel de “spinoff” e apresenta uma história interessante por si só e que agrega ao universo apresentado nos cinemas – por sinal, amplia a riqueza por trás do Universo Marvel criado por Stan Lee no longínquo 1963. Lee participa ativamente do processo cinematográfico fazendo participações nos filmes e algumas pontas no seriado também. “O Mestre dos Quadrinhos”, como é conhecido, se recusa a envelhecer. Aos 93 anos, continua interessado e animado com a grande obra de sua vida como desenhista. “Não vejo necessidade de me aposentar se ainda me divirto com o que faço”, disse ele uma vez. Tem toda razão. Marvel: Agents of S.H.I.E.L.D. é mais um desdobramento da divertida e instigante criação da alma eternamente jovem de Stan Lee.

 

Análise: MARVEL: Agents of S.H.I.E.L.D., “spinoff” de Os Vingadores / Resenha de MARVEL: Agents of S.H.I.E.L.D., “spinoff” de Os Vingadores / Crítica de MARVEL: Agents of S.H.I.E.L.D., “spinoff” de Os Vingadores / Review de MARVEL: Agents of S.H.I.E.L.D., “spinoff” de Os Vingadores

 

Análise: Jessica Jones, mais uma produção entre Marvel e Netflix

confira-cartaz-com-jessica-jones

Mais um fruto da parceria entre Marvel e Netflix, Jessica Jones expande o universo cartunesco para os seriados com uma temática adulta e expressiva um tanto parecida com a vista em Daredevil, também lançada este ano. Assim como o que foi visto no mundo de Demolidor, o bairro de Hell’s Kitchen é o palco principal da produção – o bairro, quando criado o personagem do Demolidor, era sinônimo de uma Nova York pobre e degradada.

Degradada é também Jessica Jones, a protagonista da série. Jessica é dotada de habilidades especiais que lhe conferem capacidades físicas impressionantes e vive em um apartamento absolutamente impróprio para as melhores condições sanitárias. Jones é uma detetive particular que vive, basicamente, dos contratos para investigar possíveis infidelidades conjugais. A origem da personagem é um mistério, e a narrativa a explora de maneira interessante. Episódio por episódio são contadas reminiscências da vida da protagonista, que vão se encaixando como um quebra-cabeças em seu cenário atual.

more-photos-of-jessica-jones-luke-cage-and-purple-man-on-the-set-of-a-k-a-jessica-jone-357524

No primeiro episódio Jessica é contratada por pais desesperados com o desaparecimento de sua filha, uma aluna premiada e com expectativa de um futuro brilhante no esporte. Os vestígios que levam à localização da filha revelam uma parte obscura e dramática do passado de Jessica: o “sequestrador” conduz Jessica a percorrer caminhos que a fazem lembrar de traumas e horrores vividos. Mas quem é este sequestrador? Por que ele causa tanto medo em uma personagem com capacidades físicas inigualáveis? O terror psicológico pauta a série até a apresentação do tão temido vilão. Esqueça a cartunização ou a apresentação estereotipada de um antagonista de uma história em quadrinhos – Kilgrave, o adversário, é um britânico elegante e aparentemente inofensivo, não fosse um pequeno detalhe: sua habilidade de persuasão mental impõe, a todos que o cercam, a obediência às suas ordens. Dentro deste contexto se insere a história de Jessica e a história do seriado. A protagonista já foi subjugada mentalmente por Kilgrave e seu passado ainda a assombra.

Hope – esperança, em inglês – é o nome da personagem capturada por Kilgrave e o grande fator motivacional para que Jessica derrote seu antigo “dominador” e salve a jovem. Não perder Hope é não perder a esperança, para Jessica.

maxresdefault

Jessica Jones é um seriado mais cru do que o usual nas produções com temáticas de super-heróis. Apesar de se passar em um ambiente aonde a “Guerra de Nova York” é citada como um acontecimento legítimo (a batalha vista no filme “Os Vingadores”), a série busca situar o espectador em um ambiente fantasioso, mas real: Jessica não exibe suas habilidades de maneira tão ostensiva e cenas de violência chocam em alguns momentos. Até a temática sexual, evitada em quase todas as filmagens sobre heróis, serve como pano de fundo para o seriado com algumas cenas tórridas. Não é, definitivamente, uma produção para o público infantil: do terror psicológico à exposição do corpo, Jessica Jones tem claro objetivo de atrair os adultos para assistirem a uma história de suspense e tensão. Jessica Jones é ótima escolha e está disponível para os assinantes Netflix com toda sua primeira temporada.

 

 

Análise: Jessica Jones, mais uma produção entre Marvel e Netflix / Resenha de Jessica Jones, mais uma produção entre Marvel e Netflix / Crítica de Jessica Jones, mais uma produção entre Marvel e Netflix  / Review de Jessica Jones, mais uma produção entre Marvel e Netflix

 

Análise de “Suits”, série de Aaron Korsh

Leia também:

Black Mirror – Veja quais são os episódios mais bem avaliados no site IMDB

Análise: MARVEL: Agents of S.H.I.E.L.D., “spinoff” de Os Vingadores

Análise: “Master of None”, série original da Netflix

Análise: Jessica Jones, mais uma produção entre Marvel e Netflix

SUBURRA – Série italiana original do netlix

Análise: O Demolidor, mais uma produção entre Marvel e Netflix


sutiso

Do alto dos arranha-céus nova-iorquinos se passa Suits, série americana que tem como pano de fundo um grande escritório de advocacia de Nova York. Muito do que é cultuado na cidade de Nova York está em Suits: o glamour, o charme, a riqueza e o desenvolvimento de um dos mais importantes centros comerciais do mundo estão presentes no cotidiano e no trabalho dos personagens do seriado. Harvey Specter é um brilhante advogado formado em Harvard e extremamente competitivo – um estereótipo do profissional de alto nível norte-americano – que precisa contratar um novo profissional para o escritório que atenda requisitos próprios da empresa – ser graduado em Harvard. Nisso entra Michael Ross, um jovem brilhante, com memória fotográfica e sem formação acadêmica alguma que aparece por acaso na entrevista de emprego. Specter se impressiona com as qualidades de Mike e o contrata: uma farsa no coração de um dos mais importantes escritórios de direito da Big Apple.

suits4

A série trabalha no bom relacionamento entre os dois protagonistas e sua relação de confiança e cumplicidade. Suits não é e nem procura ser extremamente realista e com profundidade dentro da série. Há momentos de reflexão e raciocínio que evidenciam o brilhantismo dos personagens e suas posições de destaque na sociedade – Harvey Specter é apresentado como um jovem e multimilionário advogado que não aceita nada menos do que o topo do mundo -, mas também há situações cômicas e surreais, que dão um tom mais divertido ao seriado.

suits2

Personagens secundários na trama roubam a cena por alguns momentos, especialmente nos de alívio cômico: Louis Litt, contemporâneo de Harvey e tão competitivo quanto mostra o quão difícil e inseguro pode ser o ambiente profissional de um local em que a ascensão e busca de espaço é, por vezes, mais importante que ganhar dinheiro.

suits3

A cidade de Nova York é retratada com orgulho no seriado. Das ruas limpas e organizadas até as coberturas dos mais luxuosos prédios da cidade, a cidade é vista como o pólo comercial e econômico pujante que é.

suits5

suits

O seriado já tem seis temporadas confirmadas, e agrada pelos momentos divertidos e pelos ambientes dos escritórios de advocacias americanos retratados – ainda que caricatos – das maneiras competitivas e exigentes que realmente são. Suits diverte e entretém o tele-espectador e é boa opção para assistir.

Análise de “Suits”, série de Aaron Korsh/ Crítica de de “Suits”, série de Aaron Korsh/ Review de “Suits”, série de Aaron Korsh

Análise: “Master of None”, série original da Netflix

mastersl

O começo de Master of None é esquisito. A série abre com uma cena supostamente romântica entre os dois que virão a ser os principais protagonistas do seriado que é subitamente interrompida por um momento inusitado, em que os personagens começam a discutir de forma cômica a respeito da possibilidade do envolvimento entre os dois ter acarretado em uma gravidez indesejada. Esta discussão é a síntese do humor da série: o roteiro busca em situações que beiram às vezes o absurdo introduzir cenas e temas do cotidiano real da sociedade contemporânea, como constantes pesquisas no Google por qualquer assunto ou discussões longas a respeito de temas irrelevantes.

download

Os protagonistas do seriado são jovens adultos na casa dos 30 anos de idade em um segmento da sociedade de Nova York em que desfrutam das ótimas condições de vida possibilitadas por seus pais. Basicamente, são pessoas que podem tudo: a despreocupação financeira dos personagens os coloca em situações hilárias em que consideram que seus problemas pessoais, muitas vezes bobos, representam os maiores dramas do mundo. O personagem principal é Dev, um descendente de indianos que buscaram melhorar a vida nos Estados Unidos – e conseguiram. Assim como Dev, todos os personagens são solteiros, despreocupados e vivem a vida em uma Nova York dos sonhos para qualquer jovem do mundo, e é dessa forma que a primeira metade da temporada é filmada: os primeiros cinco episódios tratam de humor, paixões efêmeras, lazer a qualquer tempo e situações inusitadas.

master-of-none

A segunda metade da temporada é diferente. No lugar do humor a todo tempo, Dev passa a viver alguns dramas amorosos que o fazem refletir a respeito dos rumos de sua própria vida, o que acaba por dar o tom da série: Master of None é uma comédia romântica que aborda os dramas e os estilos de vida de uma geração de pessoas que viveram em uma era de sucesso das comédias românticas na TV, com suas neuras, indecisões e questionamentos criados pela imagem que supõem que o mundo tenha delas.

23442288

Master of None (O mestre de nada, em uma tradução literal) é uma comédia romântica dramática divertidíssima que cativa do início ao fim, por razões distintas e ótimas. A trilha sonora é excelente, a fotografia encanta e situações do cotidiano abordadas de forma hilária abrilhantam o espetáculo. Não é de humor escrachado, como as famosas “sitcoms”, e nem com dramas exagerados: o seriado guarda em suas próprias características um estilo moderno e interessante, que lida com os dois temas com competência e qualidade.

 

 

Análise de “Masters of None”, série original da Netflix/ Crítica de “Masters of None”, série original da Netflix/ Review de“Masters of None”, série original da Netflix

Análise: Demolidor, o seriado produzido por Marvel e Netflix

Leia também:

Análise: MARVEL: Agents of S.H.I.E.L.D., “spinoff” de Os Vingadores

Análise: “Master of None”, série original da Netflix

Análise: Jessica Jones, mais uma produção entre Marvel e Netflix


demolidor

Com o desafio de superar a péssima impressão deixada por O Homem sem Medo, filme de 2003 estrelado por Ben Affleck, a Netflix lançou a série Demolidor, produção assinada pela própria empresa em parceria com a Marvel, histórica e tradicional editora norte-americana responsável pela criação de diversos super-heróis. O resultado foi positivo, como costumam ser as produções do serviço de streaming.

O Demolidor começa com a apresentação de como o protagonista perdeu sua visão ainda quando criança em uma cena bastante emblemática a respeito da personalidade de Matt Murdock: em um terrível acidente de veículos envolvendo produtos químicos perigosíssimos, Matt, ainda criança, se coloca entre a carga perigosa e um senhor idoso, salvando-o do acidente e sendo atingido pelo composto radioativo nos olhos. Logo de início se observa um personagem com senso de determinação e heroísmo, características que acabariam por moldar o futuro super-herói.

O seriado busca construir a imagem do Demolidor no decorrer da temporada, no lugar de uma construção cronológica e contínua, comum das produções cinematográficas, seja sob a forma que adquiriu suas habilidades de combate, seja em como optou por sua, digamos, irônica atuação: Matt é advogado criminalista.

MURDOCKADVOGADO

O advogado Matt Murdock: o herói é também estudioso criminalista

O principal antagonista da temporada é Wilson Fisk, com espetacular atuação de Vincent D’Onofrio no papel do “Rei do Crime”. Fisk lidera uma organização criminosa que chama a atenção do justiceiro Murdock, com confrontos éticos e morais latentes por toda a temporada.

fisk

Vincent D’Onofrio, em grande atuação como Wilson Fisk

Um dos fatos que mais chama a atenção na construção do protagonista é sua devoção ao catolicismo. Com cenas emblemáticas de Murdock dialogando com o pároco da igreja na qual é devoto, o Daredevil busca lidar incessantemente com seus anjos e demônios para que não se perca do caminho da batalha pela justiça que desde sempre advogou.

MURDOCKPADRE

Murdock, com suas lutas internas, busca apoio eclesiástico

Com escolha de ambientar o herói em um cenário fantasioso, mas factível, O Demolidor cativa do início ao fim, até mesmo quem não era entusiasta do personagem. O seriado está disponível no canal online Netflix, e já teve segunda temporada confirmada. Que a seqüência mantenha o mesmo nível: o seriado é bom e merece continuidade.

Análise de Demolidor, produção Marvel e Netflix / Resenha de Demolidor, produção Marvel e Netflix  / Crítica de Demolidor, produção Marvel e Netflix  / Review de Demolidor, produção Marvel e Netflix